31 de mai de 2013

My Angel - Capítulo 6 - Expulsa

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Angel - Capítulo 6 - Expulsa
Uma semana Depois...
12 de Fevereiro, New York City, 21:40pm
Tapei os ouvidos tentando não ouvir aquilo. Estava acontecendo novamente. Ouvia os gritos vindos da sala de estar. Ouvia as palavras de baixo calão, ouvia coisas quebrarem. Que ótimo ambiente para se ter uma adolescente, não é? Hum. Tirei algumas roupas do closet guardando tudo em uma bolsa. Precisava ser rápida, não poderiam notar a demora extrema. Não pretendia permanecer por mais um minuto neste lugar. Depois de por o urso de pelúcia, e alguns mantimentos, guardei a bolsa embaixo da cama. Lá tinha a quase certeza de que não seria descoberta. Para minha sorte, ou para meu total azar, iria a um jantar de negócios importante. O patrão do meu pai. Mil perdões quero dizer, o chefe de Iago decidiu fazer uma festa para comemorar o crescimento da empresa no mercado. Ele certamente seria promovido a um cargo duas vezes maior do que o atual. Não desejava festejar sua vitória. Queria ficar longe dos dois, de suas máscaras e do sofrimento que causavam. Lá, ele se mostraria um pai amoroso e preocupado. Coisa que, convenhamos, ele não é. E nunca será. Ainda ouvindo a discussão em voz alta, arrumei o cabelo em um simples penteado e em seguida, vesti um blazer preto que combinava em perfeito com o tom dos saltos altos. Era uma produção simples. Não costumava ir a eventos desse porte. Talvez fosse esta, a única combinação ‘aceitável’ que poderia usar.
Dando mas uma conferida para ter a certeza de que minha bolsa estaria devidamente escondida por baixo da cama, abri a porta do quarto com lentidão. Eles pareciam ter acalmado os ânimos. Depois de respirar profundamente, tranquei a porta do quarto guardando as chaves no sutiã. Era o único lugar realmente seguro. Acredite. E enquanto descia as escadas, pude sentir o clima pesar ao ver os dois em um olhar fixo. Cada um em um lugar diferente da sala. Distantes fisicamente, mas com olhares fixos e cheios de fúria.
- Estou pronta. – me pronunciei pela única vez. Iago foi à frente, abrindo a porta e saindo. Holy fez a mesma coisa, mas não antes de suspirar pesado.
E antes de ir porta a fora, olhei para a casa onde passei os piores anos da minha vida. Onde vivo um completo pesadelo. Eu sairia dali. Já estava fazendo planos a muitos anos, porém apenas agora resolvi explorar o desconhecido. Como planejado, depois da escola iria a procura de emprego. O pouco dinheiro que poupei durante anos serviria para alugar um pequeno quarto. Um lugar onde eles jamais deveriam imaginar que estaria. Com a ajuda de um emprego, me manteria assim até completar a maior idade. Por isso ainda precisava esconder-me dele, por isso eles não deveriam saber o lugar que passaria por meses até finalmente estar livre da guarda legal que eles tinham sobre mim. Por isso a mochila escondida embaixo da cama. Por isso o dinheiro guardado durante anos. Seria hora de agir. Porém ainda não era à hora certa. Ainda.
[...]
Discretamente, encarei o celular dentro da pequena bolsa carteira. Ainda teria algumas horas desta tortura. Enquanto Iago e Holy dançavam alegres na pista, junto aos patrões, que aparentemente eram pessoas agradáveis. Mas pessoas mentiam, e assim como meus pais eles poderiam estar fazendo o mesmo. A noite não foi agradável, principalmente depois de saber que Louise faria uma viagem para a Inglaterra hoje à noite. Não sabia quando retornaria e não lhe pude dar um último adeus. Com o copo de refrigerante em mãos, levei-o a boca, tomando todo o líquido em um único gole. Precisava de algo alcoólico.
- Se fosse você iria com calma, o banheiro feminino parece estar cheio. – um comentário bobo me obrigou a virar o rosto e encarar o dono da voz. Pessoas normais fariam menção de cair do assento, mas apenas me permitir ficar surpresa. Afinal, o que ele estaria fazendo aqui? Acaso seria uma perseguição?
- Justin? O que faz aqui? – questionei curiosa, ainda sentada. Ele sorriu, arrumando melhor o paletó elegante que usava. Nunca o vi tão elegante. A primeira vista, não parecia um completo bobo que fazia coisas malucas. Parecia ser apenas um rapaz bem vestido e sério. De boa família e condição social elevada. Na verdade ele era um rapaz rico. Porém me intrigava o motivo de estar aqui. Ao menos, pensei, teria alguém para conversar e distrair-me mesmo que por instantes.
- Oi pra você também, Hanna.
- Oi... O que faz aqui? – insisti levantando da cadeira em minha curiosidade.
- Não vai desistir, não é? Certo, meus pais pediram para que estivesse presente esta noite. Não sabia que viria também.
- Espere... Você disse que é filho de empresário...
- Sim, eu sou.
- Então se seus pais pediram para vir... Céus! Seus pais são Jeremy Bieber e Pattie Mallete? Meu pai trabalha pra vocês! – comentei surpresa o vendo rir fraco.
- Porque tanto espanto? Ficou feliz por saber que meu pai é dono de uma das....
- Não é isso. Você disse por tantas vezes que seus pais eram pessoas incríveis. Mas a primeira vista parecem tão sérios e profissionais. São gentis é claro, não me entenda mal... Apenas estou surpresa por eles estarem em conversas animadas com os Evans. – argumentei em defesa, sussurrando as últimas palavras vendo outro sorriso em seu rosto. Ou era o mesmo? Já não fazia idéia. Ele sorria tanto que era difícil saber se havia um sorriso novo em seu rosto.
 - Que disse? - perguntou curioso.
- O que?
- A última frase, não entendi muit bem. - explicou o motivo da curiosidade. Neguei mordendo os lábios. Você realmente não desejaria saber. Pensei.
- Não foi nada.
- Meus pais são pessoas maravilhosas, quer conhecê-los?
- Não, por favor, não faça isso.
- Está com vergonha? Eles não mordem...
- Não Justin. Em outra oportunidade, talvez. Não estou em condições de conversas com pessoas que não conheço. Não quero precisar agradar ninguém por hora... Você soube que Louise está indo para a Inglaterra hoje?
- Ela ligou para você?
- Não houve tempo. Enviou apenas uma simples mensagem de texto. Se não fosse obrigada a estar aqui, talvez chegasse a tempo de vê-la no aeroporto. – comentei baixo em resposta. Eu não queria que ela fosse embora, ainda, mas do jeito que foi. Não pude me despedir ou tentar convencê-la a ficar. Ela era a única que sabia, era a única que entendia, a única que sempre esteve comigo sempre que precisei. E ela foi embora.
- Eu posso levar você até lá...
- Não é necessário. Provavelmente deve ter embarcado... Perdoe-me, devo estar irritando você com as minhas palavras tristes. – desculpei-me o vendo rir fraco. Certo, o que foi engraçado agora?
- Aceito suas desculpas se aceitar dançar comigo. – comentou entre risos estendendo a mão para mim. Como um perfeito cavalheiro. Com um pequeno sorriso, deixei o copo sobe o balcão. Toquei sua mão em seguida, um contato que por, mas uma vez, causou arrepios em meu corpo. Sensação estranha, incontrolável e indesejável.

                                    Escutem a música Just a Kiss de Lady Antebellum

– Você é um galanteador barato. – brinquei aceitando o convite.
- Tento fazer o meu melhor. – retrucou a brincadeira piscando para mim.
Enquanto admirava seu sorriso largo, ouvi a música lenta preencher o ambiente antes agitado. Os braços fortes de Justin tomaram minha cintura com delicadeza, colando nossos corpos de uma forma agradável.  Depois de por as mãos em seus ombros, já no meio da pista, nossos pés se moveram lentamente sobre o salão. De olhos fixos e curiosos, analisei cada traço perfeito do rosto dele. Ele estava realmente encantador.
- Está linda esta noite. – comentou.
- Obrigada, você também está muito bonito. – respondi agradecida.
- Sei que tenho meus encantos... Sei também que quer meu corpinho sexy nu. – brincou piscando o que me fez bater levemente em seu ombro enquanto ria.
- Você é um rapaz abusado!
- Isso também. – assentiu positivo o que me fez rir por mais uma vez.
Por mas que fosse estranho, aquele menino atrevido me fazia bem. Sua voz rouca, seus olhos brilhantes, seu senso de humor, seu cavalheirismo me encantavam. Precisava realmente admitir. Gostava de saber que Justin não era como os outros, como os grandes empresários. Ele era uma pessoa simples. Creio que apenas teve sorte de ser filho de pais ricos. E alguma coisa em mim, dizia a cada instante que passávamos juntos que ele não estava mentindo. Era tão espontâneo. Ele me fazia bem. Muito bem. Estar perto dele, me fazia ser a pessoa feliz e sorridente que sempre desejei ser. Seus olhos estavam presos aos meus, os braços fortes dele me prendiam com carinho contra seu corpo. Nossos pés continuavam a se mover com graça pelo salão.
 Mal pude sentir que estava bem quando Justin acariciava meu rosto com o dedo polegar. E novamente a sensação maravilhosa tomou meu corpo, quando senti os lábios dele nos meus. Sua boca possuía um gosto maravilhoso que parecia me impedir de interrompê-lo. Era mas do que uma simples dança, as línguas se acariciavam graciosamente e sem nenhuma pressa. Será que as outras sentiam o mesmo que eu enquanto beijavam-no? Em uma semana, o garoto estranho que conheci conquistou meu afeto. Não amor, afeto. Ele era incrível. Tinha a capacidade de me fazer sorrir quando achava que era impossível. Era um rapaz maravilhoso e educado, apesar de comer a comida de deixou no lixo. Verdade, ele me contou que fez isso. Mas aquilo não parecia importar não naquele momento. Não beijando seus lábios gentis e carnudos.
- Preciso dizer que seu beijo é incrível? – perguntou em um sussurro quando separamos nossas bocas. Abri a boca preparando-me para responder sua pergunta em forma de afirmação sendo impedida quando mãos grossas e rançosas seguraram meu braço com força extrema, puxando meu corpo para longe dele.  Ainda assustada, encarei Iago que furiosamente segurava-me para que não pudesse escapar.
Parem a música.

- Preciso lhe dizer que não pode beijar a minha filha? – sua voz grave e furiosa respondeu em meu lugar. Justin, ainda confuso e assustado deu um passo à frente provavelmente pesando em como respondê-lo. Eu não acreditava que meu pai estava agindo normalmente com tantas pessoas por perto. Foi nesse instante que percebi. Justin o incomodava.
- Me perdoe, eu não...
- Não me importa se é filho do meu patrão. Eu quero você longe da minha filha, você entendeu? Longe! – seu tom foi baixo e assustador o suficiente para fazer o rapaz arregalar os olhos.
Não demorou a que ele saísse do lugar arrastando-me pelo braço. Iago foi discreto o suficiente para ninguém percebesse o que se passava. Era uma das coisas que odiava nele. No caminho para casa, a maldita casa, ele gritava. Sua raiva era grande, a chegar a pontos de fazer curvas perigosas na pista molhada. O que resultou em uma bela multa de trânsito. Holy estava quieta no banco da frente. Por vezes via seu olhar pelo espelho do carro. Parecia assustada. Não tanto quanto eu. Ele realmente estava possesso. Uma raiva completamente sem motivos. Não era um objeto que ele poderia manipular que ele poderia usar para fazer suas vontades e descartar quando bem entender. Iago queria ver-me casada com certo bilionário. Desejava fazer mal a outras pessoas.
Ele era golpista. Sempre viveu disto desde que nasci. Para ele, seu patrão não era tão rico quanto o homem que tinha em vista. Ele me queria para ter dinheiro. Iago tinha uma ficha extensa, incluindo estelionato, furto, golpes, roubos e vendas de drogas. Era o maior golpe da vida dele, e simplesmente parecia que meus sentimentos não importavam para ele. Ou para ninguém. Poderia ser presa caso descoberta. Não queria fazer aquilo. Mas ainda tinha de dezesseis para dezessete anos de idade. Ainda estava pressa aos dois. Já que a lei previa que apenas aos dezoitos anos um jovem pode ter sua emancipação legal. Era jovem demais para os dezoito. Era muito tempo. E algo me dizia que não passaria dessa noite.
- Você ainda é menor de idade e irá fazer o que eu mandar! Acha que vai ficar aos beijos com um mero rico filho de empresário?... Eu penso grande, não sou você com essa mente simplória. Quero riqueza, poder, status. E você vai me ajudar nisto! – gritava ele batendo com força minha costela contra o balcão da cozinha. Sim, acabamos de chegar a casa. A maldita casa. As malditas surras. Não beijaria Justin se soubesse que isto aconteceria. Se soubesse que Iago viria.
- Eu não vou fazer isso, não vou enganar os sentimentos de um homem. Não sou como você! – rebati em um grito quando ele acertou uma tapa em meu rosto. Aquilo me fez ferver em raiva. Como ele podia? Aquilo não era certo! Foi apenas um beijo. Não havia sentimentos em questão. E mesmo que houvesse, como poderia ele, o homem que me trouxe ao mundo, obrigar-me a fazer algo tão sujo e inescrupuloso? O homem a minha frente era um monstro, de fato.
- Preciso por mais uma vez machucá-la para entender que eu mando em você? Eu sou seu pai!
- Não você não é, eu odeio você! – continuei a gritar. Senti meus cabelos serem puxados com força e fui arremessada por mais uma vez contra o chão.
- Iago já chega, ela aprendeu a lição. Irá nos ajudar a enganar o bilionário, mas para já com isso. – pronunciou-se Holy pela primeira vez desde que saímos da festa. Se posso também chamar de festa. Algumas lágrimas já molhavam meu rosto, eram grossas e estavam presentes a todo instante.  Elas eram acompanhadas pela dor que sentia quando meu pai desferia um murro ou um chute contra meu corpo. E a mesma situação de anos se repetia. A promessa de que isso jamais se repetiria foi quebrada. Não deveria ter beijado Justin. Não deveria tê-lo encontrado na festa. Parecia uma tortura sem fim e nem intervalos. Uma dor eterna.
- Cale a boca, antes que eu lhe dê um corretivo ainda pior que o dela. – gritou ele em resposta a esposa, deixando um ‘último’ tapa em meu rosto antes de levantar-se. O sangue de minha boca melava o chão branco da cozinha. Meu corpo tremia e não encontrava forças para levantar. As pernas ardiam devido às chicotadas e a cabeça doía horrorosamente. Em seguida, pegando meu braço ele ergueu meu copo dolorido andando a caminho do quarto. Sabia que ainda não tinha acabado quando fui jogada ao chão por mais uma vez. Pode sentir a costela estalar e a dor consumir-me.
- Revire o quarto dela. – ordenou com o pé fortemente apoiado em minhas costas. Obediente, Holy abriu o closet e o revirou na esperança de encontrar algo. E de fato encontrou.  Eu sabia que tinha encontrado.
- Faltam algumas peças de roupas, alguns remédios para enxaqueca e calmantes. Não encontro a escova de dente e de cabelos, e também o enxaguante bucal. – respondeu quando retornou do banheiro.
- Olhe embaixo da cama. – ordenou mais uma vez. Como uma mulher assustada, ela tirou o lençol que cobria o colchão. De baixo dele, retirou a bolsa que escondi, em um lugar péssimo por sinal. Mordi o lábio fechando os olhos em seguida. Se soubesse o que aconteceria jamais a deixaria em um lugar tão fácil.
- Veja, tem dois mil dólares neste bolso! – comentou Holy esboçando um belo sorriso no rosto.
A fúria cresceu com uma rapidez absurda ao ver os dois pegando no dinheiro que passei anos guardando. Ainda sentindo dor, tentei levantar meu corpo, caindo no chão novamente. Era muito doloroso. Em uma segunda vez, levantando com sucesso apesar da extrema dor aguda, corri até eles puxando a bolsa de suas mãos. No segundo seguinte, me encontrava correndo o mais rápido que minhas forças permitiam até as escadas. Precisava ser rápida. Iago não era tolo, sempre tinha uma arma consigo e realmente não duvidava de sua capacidade. Mas a realidade era que sentia uma dor extremamente absurda e o salto alto não ajudava em minha corrida, que terminou quando ele empurrou-me escada a baixo.
- Achou mesmo que conseguiria fugir de mim? Eu faço o que quiser com você, não vai adiantar fugir como pretendia. E vou mostrar por que. – comentou em deboche.
Minhas lágrimas se multiplicaram pensando se ele realmente seria capaz de uma barbaria desta. Quantas pessoas viviam o mesmo inferno que estou passando? Quantas ainda viviam com medo e angustia como eu vivo? Talvez poucas, talvez milhares. A única coisa que tive certeza nesse momento, é que eu nunca senti tanta dor e tanta raiva como agora. E tive ainda mais certeza quando senti a lâmina afiada de Iago perfurar minha barriga, provocando um ardor ainda maior. E meu grito de angústia parecia ser música para seus ouvidos.  A faca ia cada vez mais fundo quando foi retirada de uma só vez, fazendo-me gritar novamente. Um ato que sabia que ele seria capaz de fazer. Só não imaginai que pudesse doer tanto.
- Você não desejava tanto fugir? Pois bem... – dizia Iago puxando-me para cima pelos cabelos. Fui puxada até a porta da saída que foi aberta com certa rapidez por Holy.
- ... Vá! E certifique-se de morrer no caminho. – disse por fim, jogando a mochila ao meu lado no chão frio da rua vazia.
Permitir-me apertar o estômago e chorar alto quando a porta foi fechada com força atrás de mim. Porque tanto sofrimento, tanta dor, tanto ódio e ambição? Meus sentimentos como pessoa, como mulher como ser humano estavam quebrados.  Como poderiam ser capazes de fazer isso com a própria filha? Já não tinha certeza de mais nada. Sentia angústia e raiva. Principalmente raiva por saber do que fizeram comigo, por ainda sentir dor e ser obrigada a caminhar nestes saltos devido ao chão frio. Mas principalmente por ver que parte do dinheiro que guardei por tantos anos, com tanto sacrifício seria desperdiçado em poucos dias. Ou devo dizer, horas? Para minha completa sorte, a outra parte estava guardada em meu sutiã. Eram quatro mil ao todo. Seria o dinheiro suficiente para o começo, ao menos para os primeiros meses longe deles. Mas o dinheiro foi tirado de mim. Minha dignidade foi roubada por eles. As pessoas que transformaram a minha vida em um completo inferno. Que me fizeram sangrar, como estou até agora. Sentei no chão, apoiada em uma das paredes dos restaurantes quando me senti tonta. Estava de volta a Times Square. Por instantes pensei que morreria, mas tudo que pude ver em seguida foi que tudo a minha volta ficou escuro. Escuro como minha vida, escuro como meu coração.


O cap está um pouco grande demais né? Sei, não consigo escrever capítulos pequenos, me perdoem. Mas então, o que vocês acharam do cap de hoje? Vocês gostaram, acharam o Justin um atrevido, sentiram pena da Hanna... O que vocês gostaram e não gostaram? Me contem nos comentários se estão gostando, ok? Beijos e até o próximo? :D

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