1 de mai de 2013

My Dear Nerd - Capítulo 10 - Ainda Há Tempo

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - Capítulo 10 - Ainda Há Tempo

POV ANNA
Depois de descer aquilo tudo, ainda com olhares pairando sobre mim, fiquei ao lado das garotas que fariam o teste. Ou seja de frente para a arquibancada. Me preparei, para isso. Ashley me encarava incrédula. Sorri sínica pra ela.
– Você vai dançar de salto garota?- perguntou Britney me encarando com nojo.
– Vou sim, algum problema recalcada?- perguntei debochada.
– Espero que caia.- retrucou ela, voltando para seu lugar, ao lado de Ashley. Que sorriu para mim. Como insientivo. De repente, a luz da quadra diminuiu. Enquanto os holofotes, focavam em mim e nas garotas. A batida da musica deu inicio. Era bem simples, só para começar. Eu movia meu corpo, como se eu tivesse preparado os passos na marcação certa. Resolvi esquecer que quase toda a escola, me olhava fechando os olhos me entregando ao ritmo da música.
– Musica dois. - falou a treinadora.
E assim, uma nova música.  E assim, resolvi fazer algo um pouco mais diferente. Além de apenas dançar, resolvi fazer uma coreografia um pouco mais bem feita. (a coreografia do video a cima, Ok?) E o mais estranho, foi que as meninas seguiam todos os meus passos, com certa precisão. Enquanto que a treinadora, e alguma das lideres nos analisavam com muita atenção. Até que comecei a dançar, com uma garota morena ao meu lado, uma e frente para a outra. Depois, voltando a dançar individualmente. Quando a música acabou, as luzes da quadra ascenderam me fazendo ouvir agora os aplausos dos aulos respirei fundo cansada. Não sei se vai valer a pena, me cansar a bessa pra o Justin no final das contas acabar não me notando. Mas eu vou tentar.
– Muito bem galera, eai o que acharam?- dizia a treinadora ao microfone. Os alunos gritaram.
– Mas sinto informar que 4 de vocês, vão ter que sair.- disse ela.- então vai sair, você, você, você, e você. – disse apontando para algumas garotas, que saíram do meio da quadra de cabeça baixa.
– As que ficaram, se preparem. Solta mais uma musica. – disse a treinadora. Novamente, apenas as luzes dos holofotes reinavam, sobre nós.
A batida da musica era um pouco mais agitada, e com isso teria que me esforçar um pouquinho mais. Movimentos precisos, que se encaixavam perfeitamente no ritmo da música. Algumas garotas seguiam meus passos, o que tava me deixando irritada. Caraca, elas não tem a criatividade de criar os próprios passo, não?  Enquanto dançava, olhei de relance para onde deixei os meninos. É, lá estavam eles babando. Justin não tirava os olhos da nossa dança. O que não era diferente de Damon, e os demais.
Uma nova musica tocou de repente. Fiquei sem entender muito bem, mas continuei dançando tentando acertar o ritmo da musica. O que ainda bem, consegui. Enquanto dançava, olhei para as garotas da torcida. Vendo Ashley levantar do banquinho laranja, e acenar pra mim loucamente. Dizendo tipo: “ há! Ela é minha amiga. Não sua! Que orgulho. Eu ensinei tudo que ela sabe.” Dizia ela. Talvez orgulhosa. Quando a música finalmente terminou, e as luzes ascenderem respirei fundo. Cansada. Esse salto tava me matando, agora sei o quando as rainhas de bateria das escolas de samba sofrem.
– Bom, pelo que vi são todas dançam muito bem. E são muito bonitas. Mas apenas duas poderão ficar, e ser uma líder de torcida. Então, Tori, Lindsey, Claire e Anna Mel....- dizia ela. Olha aqui sua velha, meus pés estão doendo pra chuchu e se você me tirar disso, eu esgano sua linda gargantinha. Gritava em pensamentos.
– Vocês... PASSARAM!- gritou ela, enquanto as três garota pularam de alegria.
Olhei debochada para Britney, que virou a cara irritada. Aposto que ela achava que eu não duraria, nem na primeira parte da disputa. Eu não tava tão feliz assim. Só fiz isso para fazer ciúmes para Justin. Mas acho que isso foi um erro. Agora terei que ir até o fim desse erro. Já estou aqui, agora vou terminar. As outras garotas, reprovadas, saíram do meio da quadra. Agora só restavam quatro. Bendita a hora que resolvi dançar de salto.
– Agora é a etapa, final. Meninas estão prontas? Essa etapa, vai ser bem mais difícil. Solta a música Dj! - perguntou a velha, as garotas ao meu lado, acentiram positivamente. Se estar preparada quer dizer “estou fazendo isso, por que estou com ciúmes do meu melhor amigo nerd, e meus saltos estão acabando comigo. É velhinha, estou muito preparada.” Pensei. Respire fundo, escutando novamente outra música.
Essa música era como se fosse mais exigente do que as outras. Tentando esquecer, a dor que o salto fazia, as palmas empolgadas da “platéia” e o cansaço fechei os olhos, me entregando a dança. Movia tudo que podia, com muita precisão e com uma pitada de classe.
 Mas e se nada, do que estou fazendo agora desse certo? Ele poderia me notar por ser uma possível líder de torcida, mas não como ele enchega Ashley. Ele não me olharia, como eu queria. É, pensando bem, toda essa dor e cansaço que estou passando, não vão vale a pena.
 É quando ela disse que ia ser mais difícil, não levei tão a sério. Era musica de balada. Caramba, como eu ia dançar isso? A minha sorte, é que minha mãe, me ensinava quando pequena alguns passos de dança.
Eu movia meu corpo, por todo o espaço disponível para os dançarinos. Agora era cada um por si. Na tentativa de conciliar meus passos, com o ritmo da música, olhei para o lado, vendo Justin e Damon sorrirem largo pra mim, fazendo um sinal de legal com as mãos. E ao lado deles, estava Frad. Ele sorria, de braços cruzados. Voltei minha atenção para a musica, dando o melhor de mim, ali. Algumas pessoas na arquibancada, dançavam, batiam palmas. Tinha até um casal, lá no fundo se pegando. Nossa. Esse povo aproveita mesmo, hein? Mais a maioria, prestava atenção em nós, suando pra mulesta, dançando. Eu era a única a estar com roupa normal e de salto alto, dançando. Dei uma volta, e parei de frente para os povo quando na hora a musica terminou. Pareia até que eu tinha ensaiado. Mas enfim, respirei fundo, vendo a treinadora encarar a mim e a morena ao meu lado dos pés a cabeça.
– Muito bem meninas, gostei muito da apresentação. Agora, Anna Mel e Tori.- disse ela para mim e a garota ao meu lado. – eu quero que dancem novamente. Mas só vocês duas. Preciso, tirar algumas dúvidas. -Disse ela. As outras duas, liberaram o espaço, e eu e Tori ficamos uma de frente pra outra.
– E agora? - Perguntou ela, sussurrando.
– Me segue. Mas se eu sair, te esgano.- falei ela riu.
– Ok! - concluiu.
– Toca a musica, Dj.- falou a velha.
Nós dançavamos, e girávamos juntas. Ela seguia meus passos com perfeição, o que era bem legal. (Gente, essa dança delas, imagino exatamente como tá no video. Finjam que no lugar  do menino, seja a morena. E a Anna é a ruivinha. Ok?) A única coisa que eu não entendia era o por que ela queria que nos dança se-mos novamente. Mas que velha, coroca. Affs. Para a minha extrema felicidade, a música era curtinha e consequentemente terminou rápido. Respiramos fundo, encarando a velha a nossa frente.
– Eu realmente estava certa. Vocês são lindas, e dançam muito bem. Mas tenho que informar que... - dizia ela. Me deu um frio na barriga. Ela olhou para o “público” a sua volta, e tornou a nos encarar.
– Vocês, são as novas lideres de torcida! Meus parabéns!- gritou ela, enquanto todo mundo batia palmas. Tori me abraçou, contente. Olhei debochada para Britney, que bufou de raiva. Ér, eu consegui entrar pra torcida, mas não consegui entrar no coração do Justin.
[...]
Mas uma vez no meu quarto. Já tinha se passado, duas semanas. Bom nessas semanas, aconteceu muita coisa. Bom, eu fiquei mais próxima de Damon, me tornei mais popular do que era. O uniforme de torcida era menor do que eu imaginava. Justin ficou dando chilique, por que a roupa era curta, e que os garotos ficavam olhando para a minha bunda. Uma vez, um garoto até que bonitinho tava conversando comigo. Ai o Justin apareceu, me cobriu com um sobretudo e disse pro menino que eu tinha piolho. Bom o menino só saiu, por que foi bem estranho. Enquanto Justin reclamava, que a roupa era muito curta, que os meninos ficavam olhando para minha bunda, e que não gostava disso.
Esse foi um dos motivos, pra ele ficar um dia sem falar comigo, e no dia seguinte vir correndo pedindo desculpas. Eu até pensaria que ele estava com ciúmes. É pensaria. Até ver ele, todo meloso pra Ashley. Huf! Amanhã seria o tão esperado baile de boa vindas da escola. No sábado. Mas isso, não era tão importante. Sim, eu tinha desistido de ir. Contar isso, para Damon foi a parte complicada. Eu não queria decepcioná-lo. Afinal ele era uma boa pessoa, e parecia realmente gostar de mim. E pelo que percebi, ele ficou bem decepcionado. Mas logo, uma garota siliconada se ofereceu para ele, que não tendo uma menos artificial aceitou. Eu não tinha ânimo, ou vontade de ir. Eu queria ir para o baile com ele. Com Justin. Só com ele. Apenas ele. Mas já que, ele gostava de Ashley fazer o que, né?
Respirei fundo, levantando da cama. Caminhando até a porta. Abri a mesma, com cara de sono. Vendo Justin sorridente, entrando na casa me dando um beijo na bochecha. Caminhou até o sofá, se sentando no mesmo. Fechei a porta, indo em sua direção. Mas como sempre desastrada, tropecei em algo que eu logicamente não vi, e terminei caindo. Bem, quer dizer quase. Até que senti, braços segurarem minha cintura com força. Impedindo que meu corpo se chocasse com o chão. Olhei por alguns instantes, aqueles olhos caramelados que eu tanto amava. Ele segurava, minha cintura com força, e eu sentia que a camisola subia deixando minha calcinha a mostra. Mas isso era o de menos. Era maravilhoso estar desse modo em seus braços. Admirar seus olhos caramelados, e seu rostinho de anjo. Sim, ele já confessou que me achava linda mas, achar alguém bonito, não significa que existe amor.
Eu queria que sim. Eu queria, que ele pudesse sentir algo por mim, além da amizade. Mas seria uma missão impossível, certo? Era da Ashley que ele gostava. E não adiantaria provocá-lo como fiz no teste para torcida. Se ele gosta mesmo dela, como aparenta, não seria eu que faria ele virar a cabeça. Droga Ashley!

POV JUSTIN
Caramba, preciso comentar que ela tava me deixando maluco vestindo aquela camisola? Ela era linda, por natureza. Eu me sentia extremamente realizado, por ter ela daquele jeito em meus braços. Mas nossos corpos estavam colados, e rostos muito próximos, o que fazia meu amiguinho aqui em baixo querer despertar, entende?
Eu queria tanto, poder chamá-la de amor, de minha. Levá-la para conhecer minha família. É claro que, eu estava tentando provocar nela uma crise de ciúmes. Mas parecia que isso não fazia efeito algum. Eu era o único a sair machucado, nessa historinha. Ela era uma líder de torcida, agora. E eu... bom... era um simples nerd excluído, que nunca teve a capacidade de atrair uma garota. Vale salientar (N/A: Meu professor de história, sempre dizia “salientar”, eu sempre quis dizer isso. Então escrevi aqui. Hehe.), que agora é que os garotos que são mais populares e mais bonitos do que eu, caem em cima dela. Lembrar daquele teste sempre, me fazia ter uma reação. E que reação é essa? Pergunte ao meu Bieber II, por que, mesmo tendo se passado duas semanas, apenas em lembrar daquele dia, ele teimava a dar sinal de vida. Vi ela balançar a cabeça, para os lados saindo aos poucos dos meus braços.
– Hum... Er... Obrigada. Eu sou uma desastrada. –falava ela. Muito rápido. Me puxou pela mão até a cozinha.- vem, eu vou fazer uma pipoca pra gente.- disse ela. Assenti, sentando e um banco apoiando os braços no balcão. Vi Mel, pegar algo na parte de baixo do armário. Mas como era muito baixo, ela acabou empinando o bumbum. Por um momento, precisei reaprender a respirar.
Aquela roupinha que ela vestia não tava ajudando em nada. Seu bumbum, era tão redondinho, e tão viçoso. Eu tinha uma vontade tão grande, de apertar aquela bundinha. Ela tava empinadinha, na minha direção como se me chamasse. E ao que parecia meu Bieber II, respondia sua chamada. Ele tava começando a ficar apertado dentro da cueca. Mas eu não conseguia não olhar para aquilo. Era a bundinha mais linda que eu já tinha visto, em toda vida.
– Justin vem cá.- disse ela. Caminhei até a mesma, parando atrás dela.
Ficando de frente para aquela bundinha maravilhosa. Ai caramba, meu camarada fica calminho dentro da cueca. Se não eu vou ficar pior que um camarão, se ela notar. Pensei, olhando diretamente para minha calça, vendo ali um volume. Ela me estendeu uma tijela de vidro, fechando a pequena portinha do armário. Virou-se para mim, mas seu olhar pairou sobre minha ereção. Preciso dizer que minha falha tentativa de esconder, meu “alegre” amiguinho com a tijela, foi terrível? A tijela era transparente.
– Ficou “animadinho” foi?- perguntou ela, gargalhando alto. Meu estado de vermelhidão, era assustador. Um fato.
[...]
POV ANNA
Eram exatamente 19:34pm. Lá estava eu. Sentada, no parapeito da minha varanda. Admirando, as estrelas que se destacavam em um céu tão negro. A essas alturas, os meus amigos, estariam provavelmente me esperando na festa. Combinamos de nos encontrar lá, antes de eu desistir de comparecer ao baile. Não havia sentido. Eu não queria ver, o garoto que eu amava, cheio de carinhos com a garota que chamo de amiga. Eu apenas, não queria ter novamente um coração em pedaços. Mas por outro lado, não queria estragar a felicidade deles. E nem o meu coração. Minha mãe não entendia o por que. Por que eu estava jogando minha felicidade fora.
Para ela, era apenas uma questão de... Contar de uma vez por todas o que eu sinto por ele. Mas me parecia tão duro, a ideia de uma rejeição. Dele dizer que apenas me ama como uma boa amiga. Meus únicos pensamentos, pairavam sobre ele. Apenas ele.
– Querida.- disse uma voz doce atrás de mim. Senti seus braços, contornar meu corpo. Me abraçando.
– Oi mãe.- respondi baixinho. Ouvi ela respirar fundo.
– Querida, pela milésima vez. Não adianta estar aqui. Chorando. Você é tão linda, e jovem. Tem um futuro inteiro pela frente. Se o ama, não o deixe escapar. Lute por ele. Por seu amor. Revele o que sente, meu anjo. Tente. Você nunca irá saber se ele, sente o mesmo se não der o primeiro passo. Se as coisas não derem certo, tenta na conciência que tentou. Tentou, conquistar o dono de seu coração. Ainda há tempo, querida. Ainda há tempo.- dizia ela, baixinho em meu ouvido. Respirei fundo, descendo do parapeito. Encarando-a.
– Você tem razão mamãe. Obrigada.- falei baixinho, enquanto a abraçava forte. Por mais destrambelhada que minha mãe fosse, eu a amava. Eu quero ser um dia, o que ela é hoje. Uma mulher forte e decidida.
– Então, o que vai fazer meu anjo?- perguntou ela, após partimos o abraço.
– Irei me arrumar. Tenho um baile para ir.- falei esperançosa. Ela sorriu.
– É assim que se fala.- sorriu ela. Ela tem razão. Eu vou nessa festa.

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