14 de mai de 2013

My Dear Nerd - Capítulo 18 - Em Seus Braços

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - Capítulo 18 - Em Seus Braços

POV ANNA
O silencio reinou no carro. Eu estava com a cabeça, apoiada na janela do carro. Era dificil acreditar que briguei com ele. O meu Juju. Estava com o coração apertado. Mas eu fiquei tão magoada, por imaginar que ele por um momento desconfiou da minha fidelidade. Era como se tivessem me dado uma facada em meu peito. As lágrimas, insistiam em molhar meu rosto. Traiçoeiras. Era dificil ter que acreditar que brigamos. Eu nunca quis isso. Nunca. Eu o amava demais. Era minha necessidade, meu vicio. Eu simplismente não sentia vontade de absolutamente nada. A não ser de deitar, e chorar.
– Está tudo bem?- perguntou Damon, tocando levemente minha perna descoberta. O encarei, suspirando.
– Eu acho que sim.- respondi meio insegura. Ele por sua vez, respirou fundo. Girando o volante para a esquerda. Enrruguei a testa, vendo que não estávamos na minha casa.
– Onde estamos, Damon?- perguntei confusa, o encarando novamente.
– Você não está em condições de ir para casa assim. - Respondeu ele. Simplismente. Parou o carro, descendo do mesmo. Abrindo em seguida a porta do meu lado, do carro.
[...]
– Que lugar é esse? – perguntei a Damon. Quando já estavamos sentados na grama. Eu nunca tnha visto esse lugar. Era muito lindo. E a vista da lua, era um tanto... Romantico.
– Eu sempre venho aqui, quando quero ficar sozinho. Ou quando preciso pensar. É um belo lugar.- respondeu ele. Sorri de leve, o encarando.
– Realmente, é um lindo lugar. Como o encontrou? Por onde esteve, durante todo esse tempo?- perguntei, o encarando finalmente.
– Como você está? Aquele garoto pegou pesado com você. – comentou ele, mudando de assunto. Respirei fundo. É, talvez ele não quisesse falar sobre isso.
– Eu não sei ao certo. Mas não estou bem. Eu não entendo, Damon. Ele nunca tratou ninguém mal. Nunca agiu assim, como agiu hoje. Eu só queria saber o que houve, com ele. – falei baixo.
– Ele é um idiota. Por não acreditar em você. Afinal se você tivesse o traido, já teria feito. Mas eu sei que você não é desse tipo. Pena que ele, não.- falou ele. Deitei minha cabeça, em suas coxas, deitando na grama. Senti suas mãos, fazendo cafuné em meus cabelos. Sorri com isso.
– Obrigada, Damon... Você é um amigo maravilhoso. – falei, ouvindo ele sorrir fraquinho.
– Você que é maravilhosa. – respondeu doce. Sorri.
– Damon?
– Sim?
– Por que você não, arruma uma namorada? Ficar sozinho no meio de um casal, e uma loira loca é um pouco intediante.- comentei, ouvindo sua leve risadinha.
– É divertido. Além do mais, você é minha namorada imaginária.- brincou ele. Eu ri.
– Sim meu amado namorado... Eu amo você!- brinquei gargalhando. Ficando sentada a sua frente, ainda rindo. Pouco a pouco, parei de rir sentindo as mãos grandes de Damon, em meu rosto. O acariciando. Nos encaramos profundamente, enquanto eu sentia suas mãos, acariciarem minhas bochechas, delicadamente. Como se fossem feitas de açúcar.
Aos poucos, senti ele ficar cada vez mais próximo de mim. Minhas mãos suaram frio. Um nervosismo me deu. Até que ele parou, com o rosto muito perto do meu. Podia sentir sua respiração, bater em meu rosto. Ele parecia, observar detalhadamente, cada traço do meu rosto. Eu não sabia por que ele estava fazendo aquilo. Até que pouco a pouco, ele ficou próximo de mim, a ponto de tocar meus lábios com os seus os unindo. Senti também, ele segurar meus braços colando nossos corpos. Eu queria. Queria poder corresponder, mas eu amava Justin. Os lábios de Damon, tocavam os meus tão gentis. Doces. Mas eu não movia um musculo sequer, para correspondê-lo. Até que que ele devagar separou nossos lábios. Juntou nossas testas, ainda de olhos fechados. Segurando meus braços, ainda delicado.
– Me desculpe. – sussurrou ele baixinho, ainda de olhos fechados. Acenti ainda, absorvida pelo momento.
[...]
– Querida, não vai ir a escola? Ou vai vestida assim?- perguntou mamãe. Sorri fraquinho pra ela, analisando minha roupa.
– O que há de mal, na minha roupa?- perguntei, deixando a xícara de café vazia em cima da mesa.
– Nada querida. É que, você geralmente não vai vestida assim para a escola.- disse ela. Suspirei.
– Uhum.- murmurrei, encarando o prato de porcelana francesa a minha frente.
– Vamos, me conta o que houve. E não me esconda nada.- disse ela, sentando ao meu lado na mesa.
– Estou bem, mãe. É sério.- falei, vendo ela balançar a cabeça negativamente.
– Eu conheço você a 15 anos querida. Bom na verdade 16 já que daqui a alguns meses, você faz aniversário. Enfim, eu sei que você está com problemas. Se não quiser me contar tudo bem. Mas se desejar, se abrir comigo estarei aqui. Para o que der e vier.- disse ela. Me abraçando de lado. Sorri fraquinho. A encarando.
– É sério mãe. Estou bem. Apenas, estou indisposta para ir a escola. Espero que entenda.- falei baixo. Eu sentia que lágrimas, queriam molhar meu rosto. Mas eu não podia chorar na frente dela.
– Tudo bem, vejo que não quer falar. Mas saiba, que estou aqui para o que der e vier. Eu já vou meu anjo. Qualquer coisa, é só me ligar.- falou ela, me abraçando e deixando um doce beijo em minha bochecha.
– Dê um beijo em sua prima por mim, querida. Beijos, a mamãe te ama.- falou ela, sumindo do meu campo de visão. Suspirei, rumando em direção ao meu quarto. Deitei na cama, respirando fundo. Sentindo as lágrimas invadirem meu rosto. Eu não acreditava que tudo isso tava acontecendo. Primeiro, brigo com o meu namorado. Segundo, o meu melhor amigo me beija e eu não correspondo.
Eu não ia pra escola. Não sabendo que eles estariam lá. Não tinha coragem de encarar Justin e Damon. Sem vontade de rir das loucuras da Ashley. Não estava tão irônica, para encarar Britney e ser bem grossa com ela, como eu sempre era afinal ela merecia. Mas eu não tinha vontade de fazer nada. A não ser de, deitar e chorar. Estava tudo tão bem. E derrepente, as coisas viram de cabeça para baixo, em apenas algumas horas. Não era justo. Não era.
[...]
Estutem Ron Pope - A Drop in The Ocean

– Já vou! Para de tocar essa porcaria de campainha.- gritei levantando da cama. Me desconcentrando da minha leitura. Desci da cama, saindo do quarto. Desci as escadas, um pouco apressada, abrindo finalmente a porta.
– Por que a senhorita, não veio? – perguntou a loira, já entrando na minha casa. Fechei a porta, encarando ela sentada no sofá. Caminhei até ela, sentando ao seu lado.
– Bom dia pra você também. – falei debochada. Ela sorriu do mesmo jeito. Logo mundando de expressão.
– Como está se sentindo?- perguntou ela. Estranhei.
– Como assim? Estou ótima. Do que está falando?
– Não me engane Anna Mel. Eu fiquei sabendo do que houve, entre você e o Juju. Como se sente?- perguntou ela, me abraçando de lado.
– Como soube? Eu não contei a você.
– É uma cidade pequena, Anna. Mas eu quero saber como está se sentindo. Se serve de consolo, o Juju tava muito tristinho na escola. Mas do que era, antes de conhecer você, e de ter o privilégio de poder admirar minha linda beleza.- falou ela baixinho. Suspirei.
– Estou péssima. Estava tudo tão bem, Ashley. De uma hora para outra, ele fica grosso tratando todo mundo mal. Dizendo que eu havia o traido, com Damon. Depois de discutirmos, Damon me deu carona pra casa. Mas acabou me levando para um lugar que ele gosta. Achando que eu não deveria chegar em casa, tão abatida como estava.- suspirei fundo. Sentindo que ela me olhava atentamente.
– Continue. - falou ela doce.
– Ficamos conversando, e depois ele me beijou. Mas mesmo eu não correspondendo, ele continuou, até parar e perceber o que fez. Você não sabe o quanto estou mau. Eu sinto tanto a falta dele. Eu não queria ter brigado com ele. Mas o jeito que ele falou, foi tão ofensivo. Ele me magoou, Ashley. Você não faz ideia do quanto.- suspirei sentindo uma lágrima rolar por meu rosto.
– Não fica assim amiga. Por favor, não chora. Se não eu choro com você. Cê sabe, como sou uma manteiga derretida. - dizia Ashley. Ela parecia desesperada.
– Olha, eu tenho uma ideia, para alegrar você. – disse ela. A mesma levantou, caminhando em direção a porta. Ela abriu a porta. Arregalei os olhos vendo o ser mais lindo entrar em minha sala. Parando a minha frente.
– Justin?- perguntei ainda sem acreditar. Suas mãos foram de encontro com meu rosto. E docemente, senti ele enchugar minhas lágrimas.
– Eu preciso conversar com você. Por favor.- falou ele, ajoelhado a minha frente.
– Ok, pessoal. Eu e minha beleza, estamos saindo.- falou a loira.
– Pode ficar, Ashley. O que tenho a dizer, não é um segredo.- falou ele. Segurando minhas mãos, olhando em meus olhos. Suspirou ele.
– Me perdoe. Me perdoe, por ser um perfeito idiota, por machucar você. Por dizer todas aquelas palavras, ofensivas. Eu estava com ciúmes. Ver você dançando daquele jeito, com ele me deixou inseguro. É como se todos os garotos, fossem melhores do que eu. É como se eles quisessem tirar você de mim. Você sabe o medo que tenho de te perder?- perguntou ele. Derramando uma lágrima.
– Eu...
– Por favor me escuta.- falou ele, ainda baixo.- eu me sinto a pior pessoa do mundo, por ter feito aquilo com você. Você não merecia aquilo que te fiz passar. E eu realmente sinto muito por isso, Anna. Mas pelo amor de Deus. Não me deixe sem você. Eu te amo tanto, que chega a doer. Eu não consigo ficar sem você, nem por uma hora sequer. Me perdoe por tudo, meu amor. Mas não me deixe, por favor. Não me deixe.- falou ele em meio ao choro. Me estentendo um lindo ursinho de pelucia. Na vredade, um Stitch de pelúcia.  Sorri o encarando. Passei minha mão, por seu rostinho de bebê, secando suas lágrimas.
– Eu sempre te amei. Sempre.- falei baixinho. Selando nossos lábios.
Em um beijo doce, e romantico. Passamos apenas um dia separados. Ou menos que isso. Mas eu sentia tanta saudade de seus beijos, e carinhos. De suas palavras doces e romanticas. De seu eterno cavalheirismo. De suas piadinhas sem graça, do som da sua risada tão contagiosa. Do jeito doce ao qual ele fala que me ama. Todas as sensações maravilhosas que eu sentia quando o beijava, voltaram a tona. Segurei-o pela nuca, o aproximando ainda mais. Ele por sua vez segurava em minha cintura, me trazendo para mais perto de si. Enquanto nossas linguas, se tocavam carinhosas dentro de nossas bocas. Partimos o beijo, tempos depois, sorrindo um para o outro. Ainda ofegantes.
– Eu amo você. Amo. – falou ele, baixinho. Sorrindo. Selando novamente nossos lábios. E eu tinha certeza. Meu lugar era ali. Com ele. Apenas ele. Em seus braços.

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