14 de mai de 2013

My Dear Nerd - Capítulo 24 - Porto de Galinhas

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - Capítulo 24 - Porto de Galinhas
POV ANNA
Leiam escutando qualquer música romantica da preferencia de vocês, Certo? Please!

    Estava com muito tédio. Além de muita dor de cabeça, e não tinha absolutamente nada pra fazer. Bom, por enquanto. Peguei o celular, entrando no meu Face. Resolvi atualizar, já que não o fazia á muito tempo. Culpe o senhor Bieberzão, por me ocupar a maior parte do tempo. Hehehe. E eu adoro isso. Enfim, atualizei tudo, adicionando o Juju como meu amigo. Sim, eu fiz um Face pra ele. Isso ainda quando ele tava no hospital. E no status de relacionamento coloquei: Você é minha Razão. Mas eu sentia sim, falta do Juju e dos demais. Talvez se ele estivesse vendo meu perfil, me respondesse.
– Com licença jovem. Mas vou ter que recolher seu aparelho.- falou a aeromoça pra mim. A encarei confusa.
– Mas porque? O que eu fiz?
– Bom, seu aparelho de celular está causando interferência com a torre de controle. Assim que aterrizarmos devolverei seu aparelho.- respondeu ela calma. Acenti desligando o mesmo, a entregando. Respirei fundo, apoiando a cabeça no banco. Minha cabeça doia muito, parecia que ia explodir. Fechei meus olhos, tentando relaxar um pouco. Eu tinha muita coisa pra conversar com meu avó. Precisava estar relaxada nesse momento importantíssimo.
[...]
   Sai do aeroporto, com uma bolsa e uma única mala. Eu arrastava a mesma pelo chão ansiosa e cansada. A viajem foi mais cansativa do que pensei. Além da comida de avião ser apenas uma simples barrinha de cereal, minha cabeça parecia que explodiria a qualquer momento. Ah, sem falar que tive que correr atrás da moça que pegou meu Android. Peguei um táxi, rumo a casa dos meus avós. Resolvi mandar uma mensagem pra Justin, já que eu pediu pra mantê-lo informado. “ Cheguei bem. Estou á caminho da casa dos meus avós. Me deseje sorte. Te amo. Com carinho, Anna Mel.”
   Enviei, respirando fundo novamente. Encarando a paisagem, atráves da janela incolor do táxi. Vocês devem estar se perguntando, onde exatamente estou. Bom, eu acho que esqueci de mencionar, mas eu estou em Pernambuco. Pois é, eu sou nordestina. Eu nasci em Pernambuco, mas aos dois anos passei a morar no Rio de Janeiro. E aos 12 retornei a minha terra natal. Acho que é por isso, que perdi todo o meu sotaque original. Minha família morava exatamente em uma casa enorme perto da praia. Fazia um calor quase que absurdo. Mas eu sentia saudades desse calor tão gostoso que faz aqui. Tudo nesse lugar, me trazia recordações. As melhores que já tive. Eu sentia o cheirinho do mar, que eu tanto amava. Eu sempre gostei de praia. Era um lugar que me fazia parar e pensar. Me fazia um bem enorme.
– Está entregue Anna. Seja bem vinda.- falou o motorista. Ele é um velho amigo. Sorri pra ele.
– Quanto custou a corrida?- perguntei
– Para você é de graça. Espero que fique por aqui por muito tempo, menina.- respondeu ele sorridente. Sorri ainda mais, lhe dando um beijo na bochecha. Desci do táxi, pegando minha mala ao meu lado no banco.
– Obrigada, Edgar. Bom dia.- finalizei gentil para o motorista velhinho. Ele sorriu acenando.
– Por nada menina. Até logo.- respondeu ele, finalmente catando pneus. Respirei fundo, olhando tudo a minha volta. Mas que saudade. Caminhei em direção a porta da casa. Bati ali duas vezes, mas ninguém atendeu. Até que percebi que a porta estava entre aberta. Até que escutei algo apitar no meu traseiro. Ah, é meu celular. Tirei o mesmo do bolso, lendo a mensagem. “ Graças á Deus está bem, meu anjo. Te desejo toda a sorte do mundo. Te amo muito mais. Beijos, Justin ” Sorri apenas por ler aquilo. Como ele era fofo. Suspirei boba, guardando o aparelho de volta no bolso. Pus a mão na porta, a empurrando levemente.
– Seja bem vinda de volta! – gritaram. Me assustei dando um pulo, arregalando os olhos. Vi toda minha família na sala, felizes e com um sorriso maior que a cara. Todos eles vieram de uma só vez, me abraçando com muita força.
– Ge-ge-ge-gente, eu nã-não tó respirando.- falei com dificuldade. Eles me soltaram, com um sorriso no rosto.
– Seja bem vinda querida. Pode subir, seu quarto ainda está do mesmo jeitinho. – falou minha tia depositando um doce beijinho na minha testa. Sorri subindo as escadas, anciosa. Era dificil de acreditar que eles mativeram meu quarto do mesmo jeitinho de antes.
Toquei de leve a maçaneta, respirando fundo. Girei a mesma, abrindo a porta. Meu sorriso foi maior ainda, quando entrei no quarto.  Ele estava exatamente como deixei. E permanecia organizado e sem nenhuma poeira. Deixei as malas por sobre a cama. Caminhando lentamente pelo quarto. Toquei levemente um porquinho roxo onde eu juntava moedas. Ele estava pesado, mas não o levei para o Canadá. Sorri lembrando da primeira moeda que pus nesse porquinho. Sentei de frente á janela, entre as estantes. Abraçando uma das almofadas. Tudo nesse lugar, me trazia boas, lembranças.
– Enterrompo, meu bem?- perguntou alguém. Encarei a porta, vendo meu avó me encarar sorridente. Sorri em resposta, vendo ele se aproximar devagar. Depositando um beijinho doce em minha testa. Ele sentou ao meu lado, segurando também uma almofada.
– Fico feliz que esteja no visitando querida. Senti muito sua falta, meu bem.- falou ele doce.
– Eu também senti muito sua falta, vovó. Muita mesmo. aliás, eu senti falta de tudo isso. Eu realmente amo esse lugar.- comentei em meio ao sorriso.
– Sua mãe me contou. Ela disse, que revelou toda a verdade pra você á alguns dias. E que veio até aqui, a prorcura de respostas sobre seus verdadeiros pais, estou certo?- perguntou ele. O que mais me parecia uma afirmação para ser mais exata.
– Ah, bom é que...
– Não tudo bem querida. Eu entendo que quer saber mais sobre seus pais. Eu irei ajudar com isso. Mas preciso que troque de roupa. Iremos dar um passeio.- concluiu ele.
[...]
Sai do quarto já pronta. Fechando bem a porta, atrás de mim.  desci vendo meu avó aos pés da escada. Sorri descendo as escadas, parando a frente dele. Logo juntos caminhamos em direção á saída da casa. Assim que estavamos fora da mesma, a caminhada se esticou por alguns minutos, enquanto permaneciamos em silêncio. Eu não housei sequer respirar demais. Eu queria que ele falasse apenas que estivesse pronto pra tal. Até que quando me dei conta, caminhávamos pela parte nobre do lugar. Com as mãos, no bolso, e arfante ele começou.
– Bom querida. Você quer saber sobre os seus pais. Pois bem, lhe direi. Mas preciso que fique atenta a tudo que eu disser, e reserve as perguntas para quando eu tiver terminado de falar tudo, certo?- perguntou ele. Respirei fundo, nervosa. Assentindo positivamente.
– Tudo bem, vovó. Pode falar, ouvirei tudo o que disser sem interrupções eu prometo.- respondi rápido. Ele assentiu, enquanto caminhávamos devagar.
– Certo. Bom, seus pais eram filhos de famílias muito ricas, e bastante influentes deste lugar. Mas bem, entre estas famílias existia uma espécie de rixa. O motivo do mesmo, como sempre por motivos banais. Ou seja, a disputa de poder. Compreende até aqui?- perguntou ele ao final.
– Claro vovó. Prossiga.- respondi atenta, caminhando lado á lado com ele.
– Bom, diante disto creio que imagina o que aconteciam entre eles. Sim?- perguntou ele.
– Sim. Eles não se falavam. Prossiga.- respondi extremamente atenta.
– Então, em um certo dia em uma reunião onde todas as famílias mais poderosas deste lugar, os jovens Emilli e Igor se conheceram. E se apaixonaram a primeira vista. No instante em que se viram sabiam que o que sentiam um pelo outro, era real e intenso. – suspirou ele, abaixando levemente a cabeça.
– Vovó está bem?- perguntei lhe segurando levemente o braço. Ele me encarou em meio sorriso.
– Sim querida. Deixe prosseguir, sim?- continuou ele.
– Claro. Prossiga.- conclui.
– Bom, a partir deste dia eles passaram a encontrar-se escondidos dos pais. Sabendo que eles jamais permitiriam tal relacionamento. Em um desses encontros, sua mãe, Emilli engravidou de você, meu bem. Então sem mais escolhas, os jovens resolveram por fim contar aos seus responsáveis sobre seu relacionamento.- suspirou me encarando.
– Acha que devo continuar, meu bem? As revelações seguintes, não são agradáveis, talvez não goste delas. Acho melhor parar por aqui, certo?
– Não vovó. Eu preciso saber. Preciso saber de tudo. Por favor, me diga o que houve. E não me esconda absolutamente nada.- respondi em meio ao nervosismo. O que é de tão grave a ponto dele ter medo de me revelar? Eu não entendo. Não mesmo.
– Tudo bem. Ao contar aos pai sobre o acontecido, eles prenderam a jovem Emilli no quarto. E proibiram-na de encontrar novamente. Assim os separando. A mãe da jovem, por sua vez, fez todo o possível para que a filha perdesse o bebê. Utilizando todos os tipos de métodos possíveis. Mas ainda sim, Emilli não perdeu o bebê. A moça, trancada no quarto longe do rapaz que amava, parou de se alimentar regularmente. Perdendo assim, proteínas importantes para a saúde do bebê. Tentou até certa vez, cortar o próprio pulso devido a depressão. Causando danos graves, para o futuro do bebê. – parou por si mesmo me encarando, como se esperasse uma resposta de mim.
– Por favor, continue. Logo farei perguntas. Mas por favor, continue.- confessei ansiosa.
– Ao ser levada ao hospital, dias depois fugiu com o namorado. E foi assim que os pais deles, os deserdaram. Sua avó materna, amaldiçoou o bebê que a filha carregava no ventre. Desde então, os jovens ex-ricos passaram a viver na miséria total. E bom, depois de alguns meses, Rose conheceu sua mãe, e a partir deste dia, você faz parte de nossas vidas. – concluiu ele. Eu podia sentir lágrimas, caírem tímidas por meu rosto. Tudo aquilo. Tudo parecia fazer parte daquelas historinhas pra criança dormir. Uma história típica de Romeu e Julieta. Passei a mão pelo rosto, tentando me recompor. Eu não queria chorar na frente do meu avó. Parecer mais fraca do que sou. Isso não.
– E que da-dano grave para a vida do “bebê” é esse?- perguntei passando a mão pelo rosto. Ele me encarava como se o mundo dele desabasse. Como se eu fosse uma parte genética dele, que sentisse dor. Como se.... como se ele tivesse sentindo o que eu estou sentindo agora. Uma dor terrível.
– É uma doença, Anna. Mas é um carma, que apenas descobrirá mais á diante. Eu não posso revelar me perdoe. Mas eu sei o que faço. Deus sabe o que faz, meu bem. – continuou ele. Parando de frente á uma casa. Parei junto a ele, encarando a bela fachada. Quer dizer, majestosa fachada.
– Esta é a casa onde sua mãe viveu maior parte de sua vida. Onde ela cresceu e sofreu até o dia de sua morte. E é onde, sua avó materna reside hoje em dia. Deseja conhecê-la?- perguntou ele cauteloso.
– A senhora Valdez se arrepende de tudo o que disse e tudo o que fez. Ela deseja muito conhecer a neta. Sua saúde está fraca, e apenas você é a única herdeira de toda sua fortuna, já que perdeu seu marido em um grave acidente de avião. Ela não tem mais ninguém Anna Mel. Ninguém. – resaltou ele. Passei a mão por meus cabelos, atordoada. Sentindo mais uma vez, uma lágrima escorrer por meu rosto.
– Ela deveria ter pensado antes de fazer tudo o que fez. Tudo o que eles queriam, era ficar juntos e serem felizes. Ela me repudiou uma vez. Então isso me dá toda a certeza de que não precisa de mim. Nunca precisou. Eu não desejo conhecer alguém como ela. Nem tampouco herdar sua riqueza. Que apesar de tudo é minha por direito. Obrigada por me esclarecer as coisas. Mas eu preciso sair daqui.- respondi completamente atordoada, saindo daquele bairro luxuoso. Que me deixou tão enojada e triste.
[...]
Ainda com algumas lágrimas nos olhos, entrei no quarto, enquanto todos faziam uma festa no enorme quintal da casa. Fechei a porta, sentando novamente na cômoda entre os armários. Abraçando a almofada. Enquanto as várias lágrimas faziam questão de molhar meu rosto. Aquilo era horrível. E aquela velha, muito velha, velha demais. Muito velha mesmo, teve a cara de pau de anos depois, decidir procurar a neta. Depois de tudo o que fez. Talvez se eles fossem mais compreensivos nada disso teria acontecido. Eu teria meus pais aqui. Seria uma garota feliz, qualquer. E ainda mais, soube que tinha uma doença. Devido as várias tentativa da mulher que se dizia minha avó, tentar fazer minha mãe me abortar. Eu não queria conhecer ela. Não queria ser dona de sua fortuna. Muito menos, olhar pra cara daquela... ARG! Respirei fundo, ouvindo batidas na porta.
– Quem é?- perguntei ainda soluçando.
– Sou eu, flor. Tia Lisa. Se arrume querida. Daqui á 20 minutos vamos todos para praia.- disse ela, e logo ouvi passos na direção oposta. Respirei fundo, encarando a janela. Vendo algumas crianças, brincando em um parque próximo. Respirei fundo, limpando todas as lágrimas. Vendo meu celular ao meu lado. O peguei, digitando os números que eu já sabia de có.
– Alô? Amor? Como você tá?- perguntou Justin, enquanto eu soluçava. Eu não sabia o que dizer, e porque exatamente liguei pra ele.
– Jus-Justin?- choraminguei.
– Meu anjo? Tá tudo bem? O que houve?- perguntou ele. Abracei ainda mais a almofada, abafando o choro.
– Eu quero conversar. Eu to muito triste.- continuei.
– Não chora, amor por favor. Fala pra mim o que houve. Desabafa, pode falar eu estou ouvindo. – dizia ele angustiado.
– É muito tris-triste Juju. Tadinha da mamãe. Oh Deus.- continuei chorando.
– Você quer que eu vá pra ai? Eu tenho algumas economias. Eu não me importo de gastar tudo, se for pra ficar com você e te consolar. Só basta você dizer sim.- respondeu ele exasperado. Agora eu me dei conta. Estou apenas deixando ele preocupado. Até por que eu apenas choro, e não revelo nada. Acho melhor parar de alugar ele, e deixar o Juju em paz.
– Na-não. Deixa pra lá, é só um faniquito meu. Me desculpa, por te deixar preocupado. Agente se vê. Te amo.- respondi sem ao menos dar chances dele responder, e desliguei o celular, o jogando na cama. O mesmo “capotou” sobre ela, caindo no chão.
[...]
Sai do banheiro já pronta. Encarando o espelho. Mais precisamente o meu rosto. Me certificando que os vestígios de lágrimas, tinham sumido por completo.  Respirei fundo, saindo do quarto. Desci as escadas, com uma lerdeza horrível. Encontrando todo o pessoal na sala.
– Que bom que desceu meu bem. Vamos povão povo lindo, mas não tanto quanto eu. Vamos pra praia quente, gostosa e linda que só tem aqui!- falou tia Lisa. Ela era meio louquinha o que me fazia lembrar de Ashley e suas loucuras. O que instantaneamente, me fez rir. Acho que Ashley é uma cópia muito diferenciada da Tia Lisa.
Caminhamos juntos até casa á fora. E assim, juntos rumamos em direção á praia. Uma praia que eu conhecia muito bem. Respirei fundo, sentindo aquele cheirinho de água salgada, que tanto amo. Até finalmente ter a visão mai perfeita que já tive. Nossa, que saudades! Sorri fraquinho, olhando para cada cantinho da praia que eu tanto sentia falta. O Canadá era um lugar lindo, mas não se comparava ao Brasil. Esse calor maravilhoso, lugares paradisíacos, e a diversidade cultural. Além de ter a melhor comida. Eu não trocaria o meu país por nada nesse mundo. Paramos em um quiosque da praia, enquanto eu continuei caminhando. Sentando na areia perto do mar. Tirei a blusa, ficando apenas com o short. Cruzei as pernas, encarando a imensidão azul. Esse era um lindo lugar. Lindo mesmo.
– Nossa. Que conhecidência, conhecidível. – falou alguém ao meu lado, me tapando todo o sol. Ei! Eu já fiquei tempo demais no Canadá e to mais branca que uma vela. E vem alguém e me tapa o sol tão bom? Ah, mais eu vou esganar esse ser quase morto. Olhei pra cima, quase levando um susto. Espera. Acho que estou enganada.
– Damon? É você mesmo?- perguntei de sobrancelha arqueada. Ele fez a mesma coisa, sentando ao meu lado. Por favor, me ensinem como respirar. Ele ta sem camisa. Alerta de fogo. Alerta de fogo. ALERTA DE FOGO! Eu gritava mentalmente, enquanto uma sirene mental buzinava na minha cabeça. E alguns Smorfs, com uma mangueira pagaram meu fogo mental.
– E você conhece outro Damon além de mim?- perguntou ele, brincalhão.  Eu ri, lhe dando um pequeno murrinho no peito. Ai cara, eu peguei no peito dele. Cara ele é muito gostoso. Ai caramba, isso não é pensamento de uma garota comprometida. É melhor eu parar.
– Como você veio parar aqui?
– Hum... De avião?- perguntou ele como se fosse óbvio.
– Você tá me perseguindo é? Seu bobo. O que você tá fazendo aqui? – perguntei em meio a uma risadinha.
– Bom, eu resolvi te seguir. Ninguém sabe que estou aqui. Tipo, eu peguei um voo depois do seu. Sabe, só pra ter certeza, que você não vai se jogar de uma pedra e tal. Tipo nos filmes.- respondeu ele. Dando de ombros. Bati nos mesmo, rindo alto.
– Mas que bobo. Eu não vou me jogar de uma pedra. Seu bobo. Ashley faria isso, se uma de suas unhas quebrasse. Mas eu ainda tenho miolos na cabeça, ok? – falei em meio a risada. Escutando ele rir também.
– Tudo bem. Eu só acredito por que estou com um calor desgraçado. Além do mais, que tem muitas garotas gostosas por aqui. Quando dizem que o Brasil é o país onde tem mulheres mais gostosas, não mentiram. Ô delicia. – falou ele, olhando pra bunda de uma mulher que passava piscando pra ela. A mesma, o encarou de cima á baixo mordendo os lábios.
Fazendo um sinal de “ei delicia, me liga”. Eca que nojo. Eu não vou ficar aqui, vendo ele paquerar, não. De jeito nenhum! Bufei, levantando. Tirei o short que vestia, o deixando na areia perto de Damon. Ajeitei melhor o biquíni ao corpo. Encarando a água extremamente azul cristalina da praia. Caminhei já dentro d’água, caminhei melhor até o fundo da mesma.
– Ei! O que vai fazer?- perguntou ele. Parei de andar, o encarando.
– Vai lá, cantar a loirinha peituda. Eu tenho mais o que nadar. Vai curtir aquela siliconada vai!- falei irritada. Dando um mergulho. Abri os olhos dentro d’água, vendo alguns peixinhos nadarem tranquilos no fundo da água. Bem pertinho da areia. Quando eles sentiram minha presença, nadaram para outro lugar. Nossa! Eu sou tão, não “peixosa” assim? Pluft! Ao lembrar, que meus pulmões precisavam de ar, subi repirando fundo. Pus os cabelos pra trás, sentindo alguém abraçar minha cintura. Olhei pra frente, vendo agora, Damon sorrindo maroto pra mim.
– O que é?- perguntei irritada. Ele riu, e com a mão livre apertou minha bochecha. Fazendo um bico engraçado.
– Ownt. Ela tá com ciúmes. Que fofo!- brincou ele, apertando minha bochecha risonho. Não me contive caindo na risada. Apoiando a mão, em seus ombros largos, musculosos e brancos.
– Para. Minha bochecha tá ficando vermelhinha. – falei risonha. Assim ele o fez, me segurando agora mais firme. Colando os corpos.
– Eu adoro quando suas bochechas ficam vermelhinhas sabia?- perguntou ele. Eu ri.
– Fecha os olhos.- falou ele.
– Mas porque? O que o senhor safadinho vai aprontar?- falei risonha. Ele riu.
– Não confia em mim?- arqueou a sobrancelha.
– Ok. Mas se aprontar, eu te bato.- brinquei.
– Bate. Mas bate no bumbum. - brincou ele, risonho. Gargalhei alto.
– Tá bom “me bate no bumbum”. Mas vai logo.- respondi ainda rindo. Fechei os olhos tentando conter os risos. Até que senti, ele me abraçar ainda mais forte pela cintura. Dessa vez com as duas mãos. Também senti sua respiração descompassada bater contra meu rosto. E logo, seus lábios gelados, entraram em contato com os meus.
Me dando um selinho. Ele pediu passagem com a língua, e sem pensar duas vezes cedi ao seu pedido. Logo nossas línguas brincavam doce dentro de nossas bocas. Com a mão livre, toquei sua nuca, acariciando os cabelos da região. Damon beijava muito bem. Maravilhosamente bem. Era algo doce, mas ao mesmo tempo continha algo a mais que eu não sabia muito bem o que era. Parei o beijo, trocando de posição. Por umas duas vezes. Eu sentia sua língua brincar com a minha de uma forma doce, mas, eu sentia falta de algo. Mas espera. Ele não era o meu namorado. Não era Justin. O meu Juju. Parti o beijo ofegante, ao lembrar dele. Meu, o Juju não merecia isso. Porque eu fiz isso com ele? Porque? Ai caramba.
– Ai meu Deus. –sussurrei, encarando Damon que me encarava profundamente. Estou perdida.


Então, a praia de Porto de Galinhas é linda, né? hehehe E o que acharam da surpresinha? Muhahaha Me sinto tão má! Até o próximo? Beijocas :D

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