25 de mai de 2013

My Dear Nerd - Capítulo 33 - Colega, Coleguinha, Colegão

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - Capítulo 33 - Colega, Coleguinha, Colegão.
POV ANNA
Ouçam na parte Hot Shakira - Rabiosa
 Ainda nos beijando, caminhamos em direção a cama pelo que notei. Justin deitou lentamente na cama, comigo por cima. Sem sequer parar o beijo. Apoiei uma das mãos na cama, ainda beijando Justin, desta vez com mais luxuria. Ele apertava forte minha cintura, me fazendo por vezes arfar durante o beijo. Logo podia sentir suas mãos, passeando pelas minhas costas. Como se procurassem algo. E claro, que eu sabia que ele estava a procura do zíper do vestido. Mas vejamos, até onde ele consegue. Parti o beijo, arfante. Logo distribuindo beijos por seu pescoço. O mordiscando e chupando levemente. Enquanto as mãos travessas do meu Juju, continuavam caminhando por minhas costas parando no zíper do vestido. Ri com isso, ouvindo outra risadinha dele.
 – Do que está rindo?- perguntou ele doce. Enquanto eu continuava com meus carinhos em seu pescoço. Notando um certo arrepio vendo dele. Hehehehe.
 – Nada meu amor. Nada. –respondi rindo um pouco mais. Logo estava fazendo carinhos no pescoço dele, como antes.
 Até que ouvi o barulhinho do zíper. O abrindo, enquanto sentia os dedos de Justin fazerem carinhos nas minhas costas. No mesmo instante um arrepio me passou pelo corpo, fazendo Justin rir. Tomei novamente seus lábios em um beijo voraz, ainda sentindo as pontas dos dedos de Justin passearem livremente pelas minhas costas. Viramos na cama, com ele agora por cima. Parando o beijo com um selinho doce e sexy ao mesmo tempo. Sorrindo sapeca, desceu os beijos por minha bochecha e queixo parando apenas no meu pescoço, onde mordiscou levemente. Sentou na cama, tirando o terno e a blusa que vestia. Ficando apenas de calças. Mordi os lábios no mesmo instante. Ele é magrinho, mas é muito sexy. Oh Céus.
 [...]

POV ANANDA
 Andei de um lado para o outro, irritada. Mas que idiota. Não serve absolutamente pra nada.
 – Mas que droga garoto! Você não fez absolutamente nada pra impedir? – falei irritada ao telefone.
 – Mas que merda, você não serve pra....- eu falava irritada. Até escutar algo. O que pareciam ser gemidos. Eca! Era por isso que eu não gostava quando Rose trazia esse tal de Rick pra cá. Eu nunca consigo dormir.
 – Que barulho é esse? Tá dando é, vadia?- perguntou ele debochado. Bufei.
 – Cala a boca idiota. Eu tô puta com você. Mas que merda, você deveria ter impedido isso, merda!- reclamei bufando alto.
 – Você queria que eu fizesse o que? Que fizesse uma lavagem cerebral nele, pra ele não cantar pra sua prima? Fala sério Ananda, você nem gostava dele.- argumentou o inútil. Bufei novamente sentando na cama.
 – Eu não gostava, e ainda não gosto. São motivos meus, só meus. Eu te paguei muito bem, e você não fez a merda que eu mandei.
 – Me encontra agora, no lugar de sempre.- falou ele.
 – Vai pro inferno!- rebati furiosa, encerrando a ligação. Jogando com tudo o celular na parede. Mas que merda! Será que ninguém faz o que eu quero? Nem por dinheiro? Mas que porr*! Bufei deitando com raiva na cama. Podendo ouvir, alguns barulhos vindos do quarto ao lado, ou seja, o quarto da Anna.
  Cara, será que eles estão se pegando na cama dela? Se ela ver isso ai fica muito puta. Até imagino a cara dela. Que hilária. Eu riria muito vendo a cara de furiosa dela. Ai ai não vejo a hora dela pegar a “mãe” na cama com o otário do namorado. Levantei da cama curiosa. Iria me certificar antes, pra rir da cara dela por antecipação. Caminhei sorrateira até o quarto dela, vendo a porta aberta. Não tinha ninguém, e sua cama estava perfeitamente arrumada. O que me fez perceber que, ninguém entrou ali desde que ela saiu. Mas de onde vieram aqueles barulhos? Observei todo o quarto, minuciosamente notando um detalhe a mais. Uma carta, estava em cima da cama. Me aproximei ainda mais, pegando a mesma. A olhando curiosa. Quem deixou isso aqui? Olhei para os lados, mas não via nada nem ninguém. Abri a carta, tomando cuidado para não danificá-la mais do que já estava. Tirei da mesma um pequeno papel, que estava um pouco amassado. Abri o mesmo, lendo as poucas palavras que nele continham. Li tudo com rapidez e um pouco de medo. Só tenho uma coisa a pensar. Tadinha da Anna Mel.
 [...]
 POV ANNA
 Fui descendo meus carinhos por todo seu abdômen nú, enquanto ouvia ele respirar fundo. Parei a cima de sua Box azul petróleo. Passei a língua nos lábios, os mordendo em seguida. Maliciosa. Sua excitação era grade, quase rasgando a Box que usava. O olhei maliciosa, ainda mordendo os lábios, passando a mão por sua excitação dando uma leve apertada. Ouvindo um grunhido em seguida, vindo de Justin. Passei agora, a dar pequenos selinhos, na região ainda por cima do tecido da Box, enquanto minhas mãos faziam diversos carinhos. Justin respirava fundo, enquanto eu brincava com ele. Subindo e descendo minhas mãos livres, por sua coxa as apertando certas vezes.
 Fui descendo lentamente a Box, vendo seu Bieberconda saltar pra fora completamente duro, e pulsante. Tirei o tecido de seu corpo, o jogando por algum lugar qualquer do quarto que nesse momento não me importava. Sorri maliciosa, mirando novamente aquela coisa grande, implorando para ser chupada. Primeiramente passei a língua por toda a extensão dando uma breve, olhada em Justin. O mesmo pendeu a cabeça pra trás, sentado na cama, mordendo com força os lábios de olhos fortemente fechados. Logo iniciei um movimento de vai e vem com as mãos, apertando por vezes seu membro, enquanto via ele morder os lábios cada vez mais forte, em uma tentativa de reprimir um gemido extremamente alto. Convenhamos, Justin era muito escandaloso. Pouco a pouco, fui aumentando a velocidade dos movimentos, por toda a extensão. Passando agora a chupar apenas a cabecinha.
 – Own yea! Own baby, isso é muito bom. – gemeu ele revirando os olhos. Sorri maliciosa.
 – Isso baby. Geme bem gosto pra mim. Eu sei que gosta quando eu te chupo. Você delira de prazer, louco por mais. Pra gozar em mim. Pra comer minha bocetinha deliciosa. Hum, amor. Geme vai. Geme que eu te dou mais prazer.- falei perva, vendo ele ficar cada vez mais tenso. Aquilo era o paraíso. Ele respirava fundo e descompassado. Sorri maliciosa, fazendo os movimentos ficarem cada vez mais intensos. Pus novamente a boca em sua cabecinha, a chupando com mais força do que antes.
 – Own céus. Continua amor, nã-não para own.- gemeu ele. Tirei a boca de sua cabecinha, sorrindo sapeca. Apertando cada vez mais forte a cabecinha de seu membro.
 – Geme mais forte pra mim. Você quer me fazer gritar, quer?- perguntei maliciosa. Caramba, de onde eu tirava essas palavras podres, e essa voz sexy? O.o
 – Sim, e-eu own.- respondeu ele em meio a um gemido.
 – Você me quer?
 – Sim amor, eu quero. Own.- gemeu ele, segurando com força os lençois da cama os bagunçando. Com os olhos fechados. Fortemente fechados.
 – O quanto você quer? Hum? O quanto?- continuei sentindo ele ficar cada vez mais duro em minhas mãos. Olhei pra cima, vendo ele revirar os olhos de prazer.
 – Mu-mu-muito. Own yea!- gemeu ele alto. Escandaloso. Mas se bem que... eu amo esse escandalo dele. Hehe.
 – Você quer que eu te chupe todinho, quer? Fala pra mim bebê. – continuei maliciosa.
 – Sim, que-quero. Me chupa por favor. Own eu acho que vou enlouquecer. Own yea!- rebateu ele com dificuldades. Ri disso, sentindo ficar cada vez mais com a calcinha encharcada. O gemido dele é uma delícia, uma loucura. Desci meu olhar até seu membro, passando a lingua por toda extensão. Nossa que delícia. Sem muita demora, o pus todo na boca. Bom a metade dele, já que era muito grande e não cabia na minha bocapor completo. Eu chupava com gosto toda a parte que minha boca alcançava, enquanto minhas mãos masturbavam o que não cabiam. Enquanto minha outra mão, fazia carinho em seus testículos. Justin gemia alto, e loucamente. Parecia que a qualquer minuto teria um treco.
 – Own yea! Baby, não para por favor. Oh céus! Own Anna, amor. Você é muito boa, OWN YEA! - gemia ele alto, segurando meus cabelos em rabo de cavalo. Assim me ajudando com os movimentos.

 POV JUSTIN
 Aquilo era o paraíso. Nossa como ela chupava. Eu estava praticamente subindo pelas paredes de tanto prazer. Suas mãos eram ágeis, brincando comigo. Oh céus! Eu movia o quadril pra frente e pra trás, como se estivesse fodendo ela. Apesar de eu não gostar de usar o termo “foder” quando se trata da minha Anna. É algo de baixo calão, e vulgar. Com ela é muito mais do que apenas prazer. Nós estávamos nos amando ali, não simplesmente dando prazer um ao outro, e depois cada um siga sua vida.
 Certo que eu a amo mas, não vou negar que ela era muito boa em dar prazer. Sentir ela brincar com meu membro era a melhor coisa que existia. Senti que estava chegando ao meu primeiro ápice. Ah não fala sério. Não deu nem dois minutos e já estou prestes a gozar. É isso que dá, passar tanto tempo em abstinência. E ainda mais com a garota que amo, me dando tanto prazer assim realmente não tem como segurar por mais um tempinho.
 – Own Anna amor, acho que não consigo segurar mais. Own!- gemi em desespero, enquanto ela continuava a me masturbar. Aquilo era uma completa loucura. Fechei os olhos com força, inclinando a cabeça pra trás. Até não aguentar mais, e gozar com tudo na boca dela.
 – OWN YEA! OH CÉUS! OWN!- gemi, mas pra ser bem sincero eu gritei. Respirei fundo e rápido, enquanto meu coração batia mais que descompassado dentro do peito. Será que ela vai ficar brava por que eu sujei ela com o meu gozo? Espero que não.
 – Nossa, que gotoso. Bom menino. Muito bom menino.- falou ela safada, chupando meu membro, o limpando de qualquer rastro do meu líquido. Enquanto eu ainda respirava fundo. Mas quem disse que eu estava satisfeito? Meu amiguinho ainda estava em pé. Duro. Pronto para satisfazer a mulher da minha vida. Que agora me olhava safada. Ainda fazendo o movimento de vai e vem no meu membro. Oh céus!
 – Você não ficou brava por eu ter, melado você? – perguntei vendo ela rir. Agora sem malícia.
 – Claro que não lindo. Você é uma delícia. Prove.- rebateu ela. A mesma subiu em cima de mim, tomando meus lábios sedenta. Me fazendo sentir o meu gosto. Ela realmente estava certa. Eu sentia ela rebolar, rosando em meu membro. Mas tinha uma coisa enorme que atrapalhava. O vestido que ela usava, e que eu ainda não tirei. Definitivamente, prefiro minha Anna sem roupas.
 Virei na cama, ficando por cima. Sem por todo o peso. Já que eu sou gordo, e a coitada da Anna não vai aguentar tadinha. Parti o beijo, arfante. Atacando seu pescoço. O beijava, mordiscava e chupava. Fazia tempo que não fazia amor, acho que perdi a pratica. Anna arranhava minhas costas, com as unhas o que me deixava ainda mais louco. Desci cada vez mais os beijos, até chegar ao colo. Bem pertinho de seus seios. Parei com os carinhos, puxando com certa pressa o vestido de seu corpo. Como ele era longo, tive um pouquinho de trabalho, mas logo o vestido já não cobria mais Anna. Jogado em um lugar qualquer do quarto.
 Admirei seu corpo por alguns instantes. A lingerie que ela usava só fez o meu amiguinho aqui, clamar por misericórdia. Parecia ela tinha ficando ainda mais linda, sexy, maravilhosa, tudo de bom nesse tempo em que passamos separados. Tornei a me deitar por cima dela, tomando mais uma vez seus lábios. Dessa vez, em um beijo rápido. Tirei seu sutiã com rapidez o jogando também. Tive a honra de admirar seus seios perfeitos. Eles pareciam maiores, mais redondinhos, mais suculentos. Com uma mão, acariciei seu seio completamente bobo. Ela é linda. Mas é apenas minha linda.
 – O que foi? Tem algo errado?- perguntou ela, acariciando meu braço. Sorri doce pra ela, lhe dando um rápido selinho.
 – Você é tão linda minha princesa. Eu te amo demais, sabia?- respondi. Vi ela sorri docemente, acariciando desta vez meu rosto.
 – Eu te amo mais.
 – Eu te amo mais. Muito mais. –rebati, tomando mais uma vez seus lábios. Os juntando aos meus. Enquanto nossas línguas brincavam travessas dentro de nossas bocas. Passei a intensificar os carinhos em seus seios, brincando com os mesmos. Logo parei o beijo, para dar toda a atenção para minhas pequenas e redondinhas Anna’s. Eu chupava, beijava e mordiscava seu seio com o mamilo rijo pela excitação. Senti quando ela pegou em meus cabelos, com força. O que me fez gemer. Deitei ao seu lado, ainda brincando com seus seios. Mas quem sabe... Eu possa fazer algo diferente. Talvez ela goste. Bom, é melhor tentar né? Desci a mão livra por sua barriga lisinha e perfeita. Escorregando para sua calcinha, entrando na mesma. Ouvindo em seguida, uma pequena risadinha.
 – Mas que safadinho. – falou ela. Parei de beijar minhas Anna’s a encarando.
 – Eu posso? – perguntei. Será que ela não gostou? Ai caramba!
 – Claro que pode amor. Você pode tocar tudo o que quiser.- respondeu ela. Desta vez maliciosa. Sorri ainda mais, tornando a brincar com seus seios, ou como gosto de chamar minhas pequenas Anna’s que de pequenas, não tinham nada. Moridsquei levente o mamilo, ouvindo ela ofegar. O que me fez sorrir. Deve estar agradando. Passei meus carinhos pra outra Anna, enquanto minha mão entrava cada vez mais na calcinha de reda vermelha que ela usava. Extremamente sexy. Desci a mão ainda mais, até finalmente chegar em seu clitoris. Onde iniciei movimentos circulares. Cada vez mais rapido e intenso. Aquilo já tava me fazendo subir as paredes. Senti Anna segurar mais firmemente meus cabelos. É está agradando. Pensei. Desci um pouco mais os dedos, até chegar em sua entranda. Assim, “enterrando” meus dedos dentro dela.
 – Awn yea. – gemeu ela baixinho. Revirei os olhos, louco de prazer. Iniciei um movimenta o mais rápido e preciso dentro dela de, vai e vem indo com força. De dois dedos. Eu sincerame nte não sei como meus dedos e meu Bieberconda conseguem entrar nela. Já que é tão apertada. Apesar de movimentar os dedos com dificuldade dentro dela, já que a calcinha atrapalhava eu sentia Anna rebolar em meus dedos. Seus gemidos eram sexy’s e suaves. Só o gemido dela, me deixava completamente louco.
 – Oh Justin. Isso lindo, continue assim. Vai com força na sua bocetinha. Ela é sua amor. Vai com força. Awn.- gemia ela segurando com força meus cabelos. Movimentei meus dedos com um pouco mais de força dentro dela, ouvindo em seguida um gemido mais rebelde. O que me fez, tirar os dedos de dentro de Anna. Parando em seguida, meus carinhos em minhas Anna’s. Anna Mel sentou na cama, apoiando as costas na cabeçeira da cama, como fiz. Abrindo bem as pernas, para que eu ficasse no meio das mesmas. Deitei na mesma, ficando de frente para a minha preciosidade ainda coberta pela calcinha. Que em poucos segundos já não cobria mais toda aquela região maravilhosa. Sorri malicioso, passando a lingua nos lábios. Sua intimidade estava encharcada. Parecia mais suculenta do que antes. Destribui beijos pela parte interna de suas coxas. Chegando bem perto de sua intimidade. Deixando um selinho na mesma.
 – Hum. - ouvi ela murmurrar. Sorri em cima de sua intimidade, beijando-a sem aguentar mais. Passei a lingua por toda a extensão dela, logo beijando e chupando aquela coisa tão maravilhosa. Eu chupava sua intimidade, enquanto meus dedos brincavam entrando e saindo dela. Em pouco tempo, Anna já rebolava em meus dedos.
 – Awn yea. Isso baby, vai gostoso. Bem gostoso, Justin. Awn!- gemeu ela enquanto minha lingua brincava com seu clitoris. O chupando, lambendo, beijando.
 – Isso amor. Chupa gostoso, vai Justin. Awn! –gemia ela, agora rebolando em minha boca. Continuei com minha brincadeira, sentindo minha lingua passear por ela. Eu ficava cada vez mais louco aqui em baixo. Eu movimentava meus dedos com força e precisão dentro dela. Aquilo era uma loucura. Seus gemidos me deixavam louco, e sua intimidade cada vez mais molhada me levava ao paraíso.
  Ela puxou meus cabelos com força, me puxando pra cima. Tomando meus lábios em um beijo cheio de luxuria. Enquanto meus dedos ainda brincavam com sua intimidade maravilhosa. Ela puxou minha mão de sua intimidade. Ficando de quatro na cama. Logo entendi o que ela queria dizer, ficando atrás dela. Mas espera um minutinho. Em que boraquinho é pra eu entrar? O de cima, ou o de baixo? É, porque aqui tem dois boraquinhos. Ai caramba, e se eu entrar no errado e ela se machucar? Bom no meio das duvidas, é melhor eu tentar alguma coisa antes que ela note que travei.
  Peguei meu membro pela base, o passando na frente dos boraquinhos dela, vendo que ela já rebolava na cabecinha do meu Bieberjúnior. Bom o boraquinho de cima, era muito fechadinho, já o de baixo não dava pra ver bem. Bom vamos tentar no de baixo primeiro. Quem sabe seja o boraquinho certo, né? Pus primeiro a cabecinha, forçando levemente a entrada. O lugar era bastante apertado e úmido. É! É esse o boraquinho certo.
 – Awn delícia. Vai entra gostoso, Justin. Awn.- gemia Anna, rebolando na cabecinha do meu membro. Há! Acertei o boraquinho! Entrei com um pouco de dificuldade bem devagar. Mordi com força os lábios pra não dar um grito agora. Quando finalmente estava totalmente dentro dela, segurei em sua cintura, me posicionando melhor na cama. Dando assim inicio ao movimento lento de vai e vem dentro dela.
 – Awn Juju, vai mais forte. Awn!- gemeu ela sensual. A obedeci, acelerando ainda mais os movimentos, sentindo meu membro pulsar loucamente dentro dela. Mordi ainda mais os lábios, pendendo a cabeça para trás. Own que maravilha. Isso é o paraiso. Oh céus.
 – Own amor. Isso é muito bom. Oh! – gemi alto. Tá eu desisto de tentar reprimir meus gritos de prazer. Ela é muito sexy, gostosa, maravilhosa. Não me olhem estranho por favor.
 – Vai amor. Vai com gosto, Juju. Awn, me fode.- dizia ela aos gemidos. Passei a bombar com mais fora dentro dela, com rapidez. Segurei com mais força em sua cintura, bombando cada vez mais forte. Eu ouvia os sons que os nossos corpos faziam ao se chocarem, e isso era simplismente o paraíso. Ela era tão apertada e umida, que me levava ao delirio.
 – Own yea baby. Oh yea!- gemi alto, indo cada vez mais forte se é que é possivel. Enquanto bombava, desci minhas mãos para sua intimidade, estimulando seu clitoris com o dedo em movimentos circulares.
 – Awn Justin. Não para por favor, isso vai. Vai. Own!- gemeu Anna mais alto.
 – Own amor. Geme pra mim, meu anjo. Geme pra mim, Anna. Oh!- gemi ainda mais alto. Eu sei que sou escandaloso, não precisa falar ok? Acho que até a 10km de distância poderiam ouvir meus gritos nitidamente. Sai de dentro dela, a deitando rapidamente na cama. Deitei por cima dela, a penetrando novamente. Logo eu bombava dentro dela. Apertei seus seios com força, tomando seus lábios sedento. Aquilo era uma loucura. Anna pos as pernas em volta da minha cintura, como se as abraçace.
 – Own, céus o que é isso. Oh como isso é bom. – gemi em seu ouvido após partir o beijo. Completamente louco. Apoiei uma das mãos na cama, enquanto eu a encarava. Ela por sua vez, segurou em minha nuca também me olhando.  Meus movimentos ficavam cada vez mais rápidos, e nem mesmo eu sabia como eu conseguia chegar a essa velocidade. Ficamos assim por um tempo, até virarmos novamente na cama com ela por cima. Ainda comigo dentro dela. Segurei seu bumbum com força, fazendo os movimentos com mais força.
 – Oh meu amor. Como é bom sentir você. Own!- gemi a abraçando com mais fora contra mim. Eu sentia que logo logo, chegaria ao orgasmo se é assim que é a palavra. Anna gemia em meu ouvido, quando não estavamos nos beijando. Bombei mais forte, a abrançando ainda mais forte contra mim. Eu estava chegando ao meu orgasmo. Poxa vida, foi muito rápido.
 – Awn Juju. Não para, por favor. Estou quase lá. Awn.- gemia ela também me abraçando com força. Fui ainda mais forte, respirando fundo. Até que não aguentei mais, e gemi alto. Sentindo que tinha chegado ao meu orgasmo. Junto a Anna que também gemeu. Eu sentia que algum liquido melava meu membro, certamente Anna Mel fez isso. Respirei fundo, aliviado. Nossa, como isso é bom. Fazer amor com Anna Mel é a melhor coisa que existe. Como eu senti saudades desses momentos com ela. Ainda abraçada a mim, ela puxou o lençou para nois nos cobrindo até a cintura. Ela me encarou sorrindo largo assim como eu. Juntando nossos lábios em um doce selinho.
 – Eu te amo muito. Não sabe o quanto senti saudades desses momentos só nossos. Eu não quero ficar mais longe de você. Nunca mais.- falei acariciando seus cabelos, docemente.
 – E não vai. Do que depender de mim, vamos ficar juntos para sempre. Eu te amo muito Juju. Meu Juju. - respondeu ela baixinho. Sorri com sua resposta, enquanto nos beijavamos docemente. Te amo Anna Mel. Sempre, e pra sempre.
 [...]

POV ANNA
 Abri os olhos encomodada. Os poucos e fracos raios de sol encomodavam pra chuchu. Mesmo no Canadá ter oito meses de puro inverno, o sol da manha insistia em dizer : Oi, eu tô aqui e tira logo o traseiro da cama, porque eu sei incomodar. Tem vezes, que eu queria dar uns bons tapinhas no sol. Pena que ele é quente demais.
 – Bom dia meu amor. – ouvi uma voz doce atrás de mim. Encarei meu braço, vendo uma mão o acariciar docemente, o que me fez sorrir com isso. Virei ficando de frente para o meu Juju. Ele sorria pra mim, lindo como sempre. Parecia um anjo, de tão lindo que era. O meu anjo. Ainda bem que a noite passada não foi apenas um sonho meu. Vi ele se aproximar de mim, me dando um selinho doce.
 – Bom dia, amor. – respondi baixinho ainda sonolenta. Mais sorridente. Eu definitivamente não poderia estar mais feliz.
 – Dormiu bem, meu anjo?- continuou ele, doce. Sorri de canto, ficando de frente para ele. Mas dessa vez, o abraçando. Abraçar ele era muito bom, reconfortante. Imagina então, abraçar ele apos uma noite intensa de amor e, sentir seu corpinho nu assim abraçadinho ao meu era a melhor sensação de todas. Ainda me praguejo por no começo, não querer vir pro Canadá.
 – Maravilhosamente bem, Juju. E você?- perguntei curiosa, sentindo ele deixar um beijinho nos meus cabelos. Apertei levemente seu popô segurando uma risada.
 – Melhor impossivel. Te amo sabia, sua safadinha que tá abusando do meu popozão.- brincou ele na última frase. Ri dele, apertando seu popo mais forte.
 – Não tenho culpa se você tem um popozão muito avantajado, branquinho e durinho. Eu tinha que dar uma apertadinha, né? Até parece que você não abusa do meu popô. Hum! E depois eu que sou a abusadora de popôs. – respondi dando de ombros, ouvindo sua risada ao fundo da minha fala. Me abraçando ainda mais apertado. Mas ainda sim, doce.
 – Mas sabia que eu amo essa abusadora de popôs inocentes e avantajados?- perguntou ele. O encarei ainda em seus braços.
 – É claro. Todo mundo me ama.- respondi exibida. Ele arqueou a sobrancelha.
 – Jura? Você deveria dizer, eu também te amo o nerd mais lindo do mundo do popozão avantajado que tanto ama. Você falou igualzinho a Ashley varrida Benson. Deu medo, a febre da vaca louca tá infectando você, amor. – rebateu ele, com um biquinho no rosto. Eu ri disso. Febre da vaca louca? De onde ele tirou isso? Só ele mesmo pra falar uma coisa dessas.
 – Febre da vaca louca? Jura? Hahahahaha! - gargalhei alto. Aquilo realmente foi mais engraçado do que a piada da galinha que atravessa a rua que ele vivia me contando.
 – Você ainda não disse que me ama, sua abusadora de popôs avantajados e inocentes. Eu acho que vou precisar aplicar uma lição em você. Mochinha. – disse ele. Se finjindo bravinho. Arregalei os olhos imaginado o que ele faria. Levantei da cama, as pressas.
 – Não, não, não. Cocegas não. Por favor.- dizia eu dando passos pra trás. Ele sorriu sapeca, levantando da cama correndo atrás de mim pelo quarto. Corri também que nem uma condenada. Mas minha corrida durou muito pouco. Ele me segurou pela cintura. Por trás, me prendendo ao seu corpo. Mas eu senti uma presença a mais, batendo no meu popô. Hehehe.
 – Juju?
 – Que foi, anjo?- perguntou ele, me dando um doce beijo na bochecha.
 – Seu colega, coleginha, que é na verdade um colegão está abusando do meu popô.- comentei, o que fez ele gargalhar alto.
 – Não ri. Seu colega, coleginha, que na verdade é colegão está abusando do meu popô e você fica rindo? Nossa, brigada por me defender dele meu amor. – brinquei fingindo estar brava.
 – Ele abusou de muito mais coisas do que apenas seu popô gostosinho, amor. – rebateu ele risonho.
 – Justin! – falei de olhos arregalados, virando. Dando alguns murros em seu peito. Mas o que parecia era que nem doia. Já que ele ria. Eu ainda bato nessa Jujuba.
 – Isso. Agora faz massagem no meu popô?- continou ele brincando. Empinando o popô pra mim. Eu ri, o virando pra mim. O abraçando a nuca, lhe dando um selinho.
 – Para sou bobo. Eu te amo, ok? Meu Juju do bumbum totoso.- falei lhe beijando. E lá estava seu amiguinho, rosando em minha intimidade. O que me fez rir. Até que lembrei de uma coisa.
 – Juju, Juju.- dizia separando nossos lábios nervosa. Corri até algumas gavetas que tinham no local, em completo desespero.
 – O que foi amor? Você tá bem?- perguntava ele preocupado. Vindo até mim. Fucei mais uma gaveta, finalmente achando o que eu queria.
 – O que é isso? O que tá havendo? Me conta por favor. – continuava ele.
 – Um copo com água. Um copo com água, Juju rápido.- falei desesperada. O mesmo caminhou rápido em direção ao frigobar tirando dali um copinho platico com água. Caminhando rápido até mim, que a essas alturas estava sentada na cama. Tirou o platico que tampava o copo, me entregando de pronto. Pus o comprimido na boca bebendo a água logo em seguida. Agora sim, podendo respirar aliviada. Nossa que susto. Nunca mais vou esquecer uma coisa tão importante como essas.
 – O que houve Anna? – perguntou ele sentado ao meu lado, curioso.
 – Nós esquecemos a camisinha. – respondi o encarando.
 – E o que era aquilo que você tomou?- continuou ele.
 – Era a pulila do dia seguinte.- respondi.
 – Ai caramba, e agora?- continuava ele preocupado. Sorri pra ele.
 – Agora eu tomei a pilula, e depois vou fazer uma consulta no ginecologista pra ver se está tudo em ordem.- respondi dando de ombros.
 – Eu vou com você. Quando vai ser?
 – Ei calma, isso é.....- eu dizia sendo interrompida, por algumas batidas na porta.
 – Serviso de quarto.- dizia uma voz masculina do outro lado. Em um piscar de olhos, vi que o lençou já cobria meu corpo nu, enquanto via Justin vestir um roupão e caminhar até a porta. Quando virou novamente para mim, empurrava um carrinho cheio de comida. Arregalei os olhos, vendo toda aquela comida ali. Ele deixou o carrinho na frente da cama, sentando ao meu lado, olhando para toda aquela comida curiosa.
 – Você pediu isso, Juju?- perguntei cortando o silêncio. Ele me olhou confuso.
 – Não. Eu não pediria algo tão cheio de calorias. Comer tudo isso, faz mal a saude. Principalmente você amor, que adora comer frituras. Eu pediria pra você, algo mais saudável não isso. Mas eu não sei quem mandou isso pra gente. – respondeu ele.
 – Olha tem um papelzinho ali. – falei. Ele o pegou me entregando em seguida. Logo lendo o que havia escrito. Terminei de ler, aos risos junto a Justin. Aquela garota era completamente maluca!
 “ Oi pessoas lindas que me amam mais do que a si mesmos. Bom como vocês devem ter passado a noite fazendo coisinhas nojentinhas, perderam peso, afinal isso de uma forma ou outra é exercicio. Então resolvi fazer uma surpresa pra vocês, e vocês vão comer tudo o que tá ai, se encher de comida, e ficar verdadeiros balões... Literalmente. Ai eu sou ser a única linda e maravilhosa, e magra.
Com carinho e muita beleza, Ashley linda maravilhosa Benson :p ”
 – Essa garota realmente não tem miolos!- comentou Justin enquanto riamos.
 – Vamos comer?- perguntei risonha, já atacando as gorduras deliciosas que aquela louca mandou pra gente.
 [...]
 Sai do closet pronta. Caminhei rapido pra fora do quarto, até que notei algo na minha cama. Era uma carta. Abri a mesma, lendo o que tinha ali. Oh não. “ Seu inferno já está começando. Vadia.”  Era a única coisa que tinha escrita ali. O que me fez ficar com muito medo. Minha mão tremia de medo e, eu não tava conseguindo raiocinar. Meu coração batia descompassado, e minha respiração ficou mais pesada. Podia jurar que estaria pálida, e de olhos arregalados. Olhei pra folha em minhas mãos, amedrontada. Quem me mandaria isso? Porque estariam fazendo isso? Por que comigo? O que eu fiz de errado? O que?
 – Amor, vamos já está quase na hora.- falou alguém me tirando dos pensamentos. Guardei rápido o papel em baixo da almofada, respirando fundo. Me virei pra ele, já arrumado, que dessa vez arregalou os olhos.
 – Anjo, está tudo bem? – perguntou ele, me segurando levemente os ombros. Preocupado. Suspirei.
 – Claro, eu só.... estou nervosa.- rebati. O que de fato era verdade. Eu estava nervosa tanto pelo programa, quanto pelo que li ainda pouco. Espero mesmo que seja apenas uma brincadeira. Apenas isso.
 – Não precisa ficar nervosa linda. Você vai se sair muito bem. Agora vamos.- respondeu ele doce. Me dando um beijinho na testa. Me abraçando pela cintura. Saimos do quarto juntos, caminhando pra fora de casa correndo totalmente apressados. Faltavam poucos minutos pra eu chegar a tempo no estúdio do programa. Eu tinha que esquecer aquele papel por algum tempo. Ao menos enquanto, estivesse no programa que sempre quis estar. Espero esquecer isso. Eu tenho que esquecer.

Eu sei que o cap tá muito grande, desculpinhas mesmo. Mas aqui está e espero que tenham gostado.Se quiserem outro é só pedir, ok? Beijos amores :)

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