26 de mai de 2013

My Dear Nerd - Capítulo 39 - Uma Triste Notícia

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - Capítulo 39 - Uma Triste Notícia
 POV ANNA
Já havia se passado um tempo desde que a festa tinha começado. A casa que antes era enorme, agora parecia apenas um banheiro pequeno e sujo. O mais conhecido banheiro quimico. Já ouviram falar? Pois é. Tinha gente bebendo, se pegando, bebendo, fazendo apostas, bebendo, gritando, bebendo, dançando, bebendo. Estava tudo muito apertado, e eu tinha a sensação que logo logo, não conseguiria mais respirar. Para onde que se olhasse, tinha gente. A música estava muito alta. Fazendo assim, o chão vibrar por tamanha altura que estava. Não sei como os visinhos estavam suportando todo esse barulho.  Eu estava escorada na parede, enquanto era abraçada por trás por Justin. Que por sua vez, bebia calmamente um bom copo de suco de laranja. Onde ele conseguiu isso eu não sei, já que a maioria das pessoas aqui estavam com bebidas alcoolicas.
 Eu tinha a expressão fechada. De quem acaba de enterrar algum parente. Eu sentia Justin deixar doces beijinhos no meu pescoço. Tentando me animar. Ao longe, via Damon dançando com uma garota. Parecia animado. Animado ou bebado, não sei ao certo. Apenas sei que ele dançava com ela, e pelo visto dançava muito bem. No meio das duas garotas emperucadas. Eu até riria se não fosse por minha mãe.
                                                  (Dancinha do Damon)

 – Damon parece estar se divertindo muito. – comentou Justin no meu ouvido. Dei de ombros suspirando.
 – É bom ele estar se divertindo. Mas vamos sair daqui. Preciso respirar um ar puro, longe de adolescentes bêbados. – rebati. Logo estavamos caminhando de mãos dadas para fora da casa. Para o jardim pra ser mais exata. Vi Justin se sentar na grama extremamente verde, o que me fez sentar em seu colo.  Suspirei apoiando a cabeça na curva de seu pescoço. Enquanto sentia ele fazer carinho em meus cabelos.
 – Esse parece ser o único local calmo desse lugar. – comentou minha Jujuba. Cortando o silêncio.
 – Se minha mãe não estivesse na UTI eu trocaria essa festa, por um bom programa de culinária e uma taça recheada de sorvete napolitano. E muitos, muitos nachos. – comentei em troca. Ouvindo uma risada gostosa vir da Jujuba mas fofa que já conheci. O que me fez o olhar estranho.
 – Do que está rindo? – perguntei. Ele me encarou, ainda rindo. Acho que colocaram açúcar demais na minha Jujuba hoje.
 – De você e sua fixação por programas de culinária. – respondeu ele. Risonho. Dei um pequeno risinho de lado. Suspirando pela milésia vez no dia.
 – É bom ouvir sua risada. Preciso de algo assim pra alegrar meu dia. – comentei.
 – Você ainda está preocupada com sua mãe? Anna Mel, meu anjo, olha só quantas pessoas estão na casa. E olha que não é uma casa nenhum pouco pequena. É quase do tamando do quateirão. É claro que nós vamos conseguir o dinheiro pra a cirurgia da sua mãe. Só tenta não pensar nisso, e se divirta um pouco. – afirmou ele. Ainda doce.
 – Me perdoe eu não consigo. – insisti.  Levantei no mesmo instante, caminhando de volta para dentro da casa. Enquanto nossas mãos estavam entrelaçasas e nós caminhavamos pelas pessoas. Logo estavamos em um corredor vazio. Espera! Vazio? Acho que ninguém o achou ainda. Mas enfim, agora com mais calma caminhávamos lado a lado. Até virmos duas pessoas, dançando pelo mesmo enquanto andavam. Damon. Era meio engraçado e um tanto embaraçoso.
 – Nossa! – falei de olhos arregalados. Vendo os dois passarem por nós dançando.
 – ISSO É QUE É FESTA! VAMOS NOS ACABAR NA PISTA! – dizia ele. Enquanto continuavam dançando pelo corredor até sumir do meu campo de visão. Olhei pra Juju, enquanto davamos de ombros. Logo continuando a caminhar até um quarto específico da casa. Lembro que dormi nele, quando fiquei na aqui com a loira varrida.  Sabe ou eu dormia aqui, ou teria que suportar passar a madrugada assistindo seu filme predileto. Querida Querida Unha. É bem tosco, mas cada um tem um gosto diferente. É algo que não se discute. Então eu não posso discutir isso com ela. Entrei no quarto, sendo seguida por Justin. Então, suspirante sentei da na cama. Respirei fundo por mais uma vez, sentindo os carinhos de Justin em mim. Me abraçando de lado. Doce.

– Tem certeza de que quer ficar aqui? Está uma festa lá em baixo. Bem divertida por sinal. – comentou ele. Baixinho. Revirei os olhos o encarando.

– Você estava se divertindo lá? – perguntei.

– Não, eu não estava me divertindo porquê você não estava se divertindo. Eu sei que é dificil, mas tente ao menos beber um bom suco, dançar um pouco. Nem me importo se for com o Damon, afinal não danço bem. Bem... Na verdade eu me importo sim. Você só vai danaçr comigo... Mas eu não quero ver você desse jeito. Sempre calada, sem dar um único sorriso. Se soubesse o quanto isso me machuca por dentro, forçaria um sorriso neste mesmo instante. – confessou ele. Suspirei ainda o encarando triste. Tentando forçar um sorriso no rosto. O que por certo, não teve resultado.
 – Me desculpe. Eu nunca quis deixar você triste, mas, é que eu simplismente não consigo me divertir sabendo que minha mãe está em um leito de UTI, a beira da morte. É dificil pra mim. Por favor, entenda. – rebati. Levantando logo em seguida. Parando a sua frente. É gente. Não estou com nenhuma animação, mas, fazer o que não é?
 - Eu sei meu anjo, eu entendo perfeitamente o que está passando mas... – tentou ele. Sendo interrompido por mim. Mas uma vez.
 – Caramba! Não faz isso. Não diz que entende o que estou passando, porquê nenhum de vocês realmente sabe o que se passa na minha cabeça. Eu tenho medo de, alguém ligar pra mim contando o pior. Ou eu chegar lá e, ela não ter resistido. Eu tenho medo que ela morra. Como acha que vou curtir uma festa assim? Por favor, tenten entender. Não cobre de mim, é só o que peço. – argumentei. Nervosa. Sentindo rapidamente, ele me abraçar com força. Deixando doces beijinhos no todo d minha cabeça, enquanto eu correspondia seu abraço.
 – Me desculpa meu anjo. Eu cobrei demais de você, eu sei. Me perdoe. Mas é dificil pra mim ver esse seu rostinho triste. Sua mãe vai melhorar vai ver. É apenas um susto. Vai ficar tudo bem. – dizia ele. Parti o abraço tomando seus lábios com pressa.
   Em um beijo completamente desesperado. Nossas linguas trocavam carícias completamente desesperadas. Agitadas demais para um beijo que sempre foi romântico. Eu sentia que Justin correspondia aos meus carinhos. Minha súbta vontade de receber um carinho extra do que ele sempre me deu. Eu diria, que minha vida está tomando rumos que nem eu mesma imaginava que tomaria. Antes eu estava no Brasil com minhas amigas. Reclamando do calor absurdo, tomando uma maravilhosa água de coco, sobe a sombra de um coqueiro obervando a praia.
   Hoje, me encontro em um outro país que é logicamente tão diferente do meu país natal. O Canadá me fazia sentir saudades das praias, das pessoas, dos amigos. Do calor maravilhoso, que antes eu não gostava. E que hoje tenho imensas saudades. Hoje, minha mãe se encontra em um leito de UTI após uma discusão com principios bobos. As vezes eu me arrependo, de ter tentado forçá-la a me deixar assistir meus programas de culinária. Já que foi justamente por isso que se deu inicio a uma discução que, me tira o sono até nos dias de hoje.
   Hoje, posso dizer que tenho dois amigos malucos. Posso dizer que sou a garota mais sortuda por ter um namorado que, realmente me trata como uma princesa. É tão doce, romântico. Se preocupa com meu bem estar. E me ama incondicionalmente. Por ter os amigos mais loucos e maravilhosos do mundo. Apensar de seus defeitos, coisas que não eram poucas, eu os amava. Damon, Ashley, Justin. A única coisa do qual me arrependo é, ter brigado com minha mãe e....
 – ANINHA MAIS LINDA DA MINHA VIDA E JUJUBONA MAIS FOFA DO PEDAÇO QUE ME AMA MAIS DO QUE TUDO VAMO PARAR DE AGARRAÇÃO QUE TEM UMA VELHA QUE É MUITO VELHA MESMO, QUERENDO FALAR COM VOCÊ. – falava alguém entrando no quarto aos berros. O que instantaneamente, interrompeu meus pensamentos e beijos com Justin. Que por sua vez, encontrava-se em “Estado Pimenta” em cima de mim. Logo deitando-se ao meu lado. Encarei a porta, vendo Ashley de braços cruzados. Batendo os pés no chão constantemente. Ela parecia furiosa.
 – Ashley o que você....
 – AHHHH NÃO ANINHA! NÃO VEM COM ISSO NÃO! CARAMBA VOCÊ IA FAZER COISINHAS NOJENTAS COM O JUJUBA! MINHA NOSSA VOCÊ NÃO PENSA NAS CONSEQUÊNCIAS? E COMO VOCÊ FICARIA SE CASO, SEU LINDO CABELINDO FOSSE ESTRAGADO POR UM 'CERTO' PAR DE MÃOS? E SE VOCÊ QUEBRASSE SUAS UNHAS? VOCÊ TEM QUE SE LIGAR, CARAMBA! ISSO DÁ MUITO TRABALHO PRA FAZER E, VOCÊ DESPERDIÇA MEU TEMPO PRECIOSÍSSIMO PARA TE DEIXAR LINDA COMO EU PRA, O JUJU ESTRAGAR TODO O MEU TRABALHO? AH! ALGUÉM ME MATA! – dizia ela. Irritada. Viu como ela me ama? Ela não estava precoupada comigo. E sim, como meu cabelo ficaria, após algumas horas de plena safadeza com minha Jujuba predileta.
 – Ashley, eu... – tentei mais uma vez. Sendo novamente interrompida por ela.
 – NÃO VEM NÃO! NÃO MESMO, MINHA CARA CARAMADA, CAMARADINHA! VOCÊ E O JUJU IAM ESTRAGAR TODO O MEU LINDO TRABALHINHO! DÁ LICENÇA QUE EU VOU ALI, ME ENFORCAR E JÁ VOLTO. – berrou ela. Correndo quarto a fora. Nossa. Tudo isso só pelo fato de que, em algumas horas meu cabelo estaria um completo desastre. Nem é pra tanto.
 – Bom, acho melhor deixá-las a sós. Estou esperando no corredor, meu anjo. - ouvi a voz doce de Justin invadir meus ouvidos. O encarei no mesmo instante. Sentindo um doce beijinho na bochecha esquerda. Logo saindo do quarto. Encarei a porta de imediato, sentando na cama em seguida. Vendo uma senhora entrar no quarto. A encarei incrédula, enquanto a mesma parava a minha frente.
 – O que a senhora está fazendo aqui? – perguntei ainda inacreditável para ela. Que sorriu doce em troca.
 – Pelo visto, nunca ouvirei você me chamar de vovó. – lamentou ela.
 – O que faz aqui? – insisti curiosa. Ouvindo um suspiro vindo da mesma.
 – Bom, eu soube do acidente que Rose sofreu. Eu sei que você gosta muito dela. A ama como se fosse sua mãe de verdade. Querida, eu sei que cometi muitos erros no passado com, sua mãe. Erros dos quais me arrependo profundamente.
 – Onde quer chegar com isso?
 – Eu soube que precisa de dinheiro. Vinte mil para a cirurgia de sua mãe, estou certa? – rebateu ela. Suspirei.
 – Sim, mas meus amigos e namorado me ajudaram com isso. Junto a essa festa que é para arrecadar fundos, para completar o dinheiro e levá-la a cirurgia. Porque?
 – Você pode não gostar de mim, minha querida. Mas você é minha neta, e eu amo você. Por minha culpa, você perdeu sua mãe. Eu não quero que perca a última que lhe resta e que, por sinal ama tanto. Principalmente sabendo que tenho condições financeiras para isso. Eu quero ajudar. Eu tenho o dinheiro. Tenho os vinte mil que precisa. Aceite por favor. – argumentou ela. Estendendo a mim, o cheque com a quantia estimada.
 – Eu não posso aceitar.
 – Por favor, não seja orgulhosa em uma situação como esta. Você precisa. Aceite. O que é meu, também é seu. Se Rose é realmente importante para você, não irá recusar minha oferta. É de sua mãe que estamos falando. Ela precisa de você agora, Anna Mel. Aceite, por favor. – insistiu ela.
 – E o que você quer em troca? – rebati.
 – Em troca, quero que seja feliz. Sei não irá me perdoar pelo que fiz, mas ao menos ajudarei a mulher que cuidou e amou você por todos esses longos anos, a se salvar. Espero que faça a coisa certa. Até logo minha querida. – disse ela. Ainda doce. Beijando docemente minha bochecha. Caminhando para fora do quarto.
 – Obrigada. – falei, enquanto a mesma estava prestes a cruzar a porta. A mesma sorriu, saindo do quarto. Suspirei pegando o cheque em mãos. Agora notei que, havia mais do que a quantia que eu precisava para a cirurgia. Cinquenta mil para ser mais exata. Talvez, para os gastos adicionais como, remédios entre outros.
 – Então, o que aquela velhinha que é muito velha e nasceu na época dos dinossáuros que, não usavam hidratante corporal falou? – ouvi a voz da loira, entrar no quarto me tirando de meus pensamentos. Ergui meu olhar para frente, vendo Justin, Damon e Ashley me encararem com uma enorme interrogação na cara. Bufei.
 – Ela é a minha avó biológica e bom, ela me deu um cheque de cinquenta mil pra a operação da minha mãe. – resumi.
 – AHHHHH! EU AMO ESSA VELHINHA CARA! A GENTE VAI PODER FALAR COM A TIA ROSE DE NOVO! AI ELA VAI ME AJUDAR A DECIDIR QUE SHAMPOO DEVO USAR NOS MEUS CABELINHOS! AHHH! – gritou a loira. Fazendo Damon dar um pulo, assustado.
 – Nossa, da próxima vez que for dar um escâncalo, fique bem longe dos meus ouvidos. Eu quero ouvir lindas garotas dizendo o quanto sou gostoso por um bom tempo. – reclamou ele. Arregalei os olhos, entendendo o que ele quis dizer com “ouvir garotas dizendo o quanto ele é gostoso”.
 – Mas isso é uma ótima notícia meu anjo. Viu só? Eu não falei que você ia conseguir o dinheiro? Agora vamos logo pro hospital. Sua mãe tem que ser operada o quanto antes. – disse agora, Justin. Segurando em minha mão. Me fazendo levantar da cama.
 – Mas vamos deixar a casa com um bando de doidos bêbados? – perguntei.
 – Pode deixar, eu fico aqui e cuido desse povo. Vão na frente, logo acabo com essa farra, com as duas lindas garotas que me esperam no quarto ao lado, e vou pro hospital. – disse Damon. Sorri lhe dando um beijo estalado na bochecha.
 – Obrigada Damon. – falei sorridente. Enquanto caminhavamos o mais rápido possível para fora da casa.
 [...]
 
Caminhavamos pelos corredores muito rápido. A prorcura do médico que estava cuidando da minha mãe. Eu estava angustiada. Precisava saber onde ele estava. A moça da recepção disse que, ele estaria aqui.
 – Onde ele está? – perguntei nervosa. Olhando para todos os lados possíveis.
 – Senhorita Montês, estava a sua prorcura. – ouvi a voz conhecida por mim. Me virei, dando de cara com o médico. Observando que, ele segurava um saco transparente. Espera. O que as coisas da minha mãe estão fazendo ali?
 – Eu também estava a sua prorcura doutor. Eu consegui o dinheiro. Agora o senhor pode operar minha mãe. - falei contente.  Com um sorriso maior que a cara. Já o velho, por sua vez suspirou me entregando o saquinho transpatente.
 – Estes são os pertences de sua mãe. Mas eu sinto muito senhorita. É tarde demais. – falou ele.
 – Como assim tarde demais? O que está querendo dizer com isso? – perguntei receosa.
 – Sinto muito minha jovem, sua mãe morreu faz exatamente uma hora. – disse ele suspirante. Enquanto eu sentia agora, várias lágrimas molharem meu rosto.

Haha, Aqui estou eu sendo uma Pipoca Dorita du Mal muito má! muahahahahaha. Acho melhor eu ir antes que queriam acertar meu traseiro por matar a mãe da Anna, né? hehe Bye :3 - lê correndo - 

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