25 de jun de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 29 - Forever Now?

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - What If - Capítulo 29 - Forever Now?
POV ANNA
Ler ouvindo Neyo - Forever Now
Suspirei pesado com o sol de encontro aos meus olhos. Preciso lembrar-me de fechar essa porcaria de cortina. Será que não posso mais dormir? Virei para o lado oposto da janela, abraçando Milhela com mais força. Apesar do sol, que era fraco o suficiente para me retirar dos sonhos, o dia começou frio. Além disso, era certo que teria de levantar e ir à escola. Teria. Mas eu não queria. Foi tudo muito rápido, e a ferida ainda está aberta. Tudo aconteceu ontem. Simplesmente não tinha estômago de encarar aqueles dois.
Em pensar que confiei minha vida a ele. Mas enquanto ele fingia que me amava, estava com a outra. Provavelmente rindo de mim. Eu era a piada.  Eu sempre fui a piada para ele. E o pior de tudo isso, era que eu ainda o amava. Mas logo trataria de esquecê-lo. Por mas que seja difícil admitir, amei alguém que usou meus sentimentos, alguém que não vale a pena amar. É por isso que tenho de tratar de esquecê-lo. Mas não agora. Queria simplesmente ficar deprimida e abraçada a Milhela, assistir filmes bobos enquanto devoro um pote de sorvete e e outro de Doritos e fico gorda. Lembro até agora, quando meu pai disse que não confiava em Justin. Que ele não era o rapaz certo para mim. E ele estava certo. Talvez por conhecer muito bem homens idiotas, já que era um. Ou, seu instinto de pai falou mas alto. O que importa é que estava certo o tempo inteiro. Mas não dei ouvidos ao que dizia. Sim, sou uma completa idiota!
- Bom dia abelha rainha. – ouvi a voz alegre de Ashley invadir meus ouvidos. Mantive os olhos fechados, sentindo a cama afundar ao meu lado. Ela precisa pensar que estou dormindo. Apesar de saber que ela irá me acordar de qualquer maneira.
- A quem está querendo enganar, Anna? Sei que não está dormindo. Levanta logo esse traseiro abelhudo daí, antes que eu faça isso por você. – ameaçou a loira. E tudo que senti foi o cobertor ser tirando de mim. Encolhi-me na cama, resmungando baixo devido ao frio. Pois então, essa é a minha amiga tentando me animar. E claro, sendo ‘totalmente doce’.
- Me deixa em paz!... Eu quero ficar deprimida hoje. – resmunguei baixo, abrindo preguiçosamente os olhos.
- Quer ficar deprimida? Como assim, eu escutei isso mesmo? E ainda mais vindo de você? Isso é sério mesmo, Anna Mel Montês? – questionou demonstrando indignação. Sabia que a única razão para ela me chamar pelo nome completo, eram duas. Ou raiva ou decepção. E nas circunstâncias em que me encontrava, tenho motivos fortes para acreditar na segunda opção.
- Sim, você ouviu. Não tenho ‘estômago’ para isso... Não hoje. Sinto que se olhar nos olhos dele as malditas lágrimas vão escapar... Ainda dói muito.
- Eu sei que dói Anna Mel. Eu também passei por isso.
- Acontece que Dyllan não usou você para ser popular. Ele gostava de você, ao menos um pouco! Ele não resistiu a tentação. Mas Justin não. Ele jamais sentiu algo por mim. Foi tudo uma farça, desde o início. Ele não só me traiu, ele mentiu, enganou e manipulou meus sentimentos. Com toda certeza, Justin é ainda mais baixo e sujo que Dyllan. – argumentei em defesa, sentando ainda abraçando minha ovelha de pelúcia.
- Eu sei pelo que está passando, sei que é muito recente, afinal isso aconteceu a algumas horas, mas... Você não sabe o quanto dói ver você chorar. Ou acha que estou feliz por ver essa carinha que está fazendo agora? Você é minha melhor amiga, Anna. Muito mais do que isso, você é minha irmã.
- Ash...
- Eu sei que machuca, que é difícil. No começo tudo é. Mas você não pode dar esse gosto de vitória para eles. Por mais ‘agonizante’ que seja, e por mais que doa, você precisa encarar isso. Encarar de cabeça erguida e com um sorriso no rosto. Porque é essa Anna que conheço. Porque acha que consegui esquecer Dyllan?
- Porque você é uma garota forte.
- Não, a garota forte é você. Que mesmo com tudo que estava passando, pôs um sorriso no rosto e decidiu seguir em frente e ser feliz. Você pode ainda gostar dele. Mas com o tempo vai perceber que ele não merece seu amor, e quando notar isso, vai ver que já não se importa mais com ele. Pode demorar, pode ser um caminho doloroso, mas vai passar. Namorados vêm e vão. Tenho certeza que vai encontrar o cara perfeito, que realmente ame você. Justin foi apenas um momento ruim. Ele agora, é apenas uma lembrança ruim, que você vai tratar esquecer com o tempo. – declarou com voz baixa, encarando meus olhos com firmeza. Suspirei fraco mordendo os lábios.
- Não sou tão forte quanto pensa.
- Claro que é! Porque acha que é minha melhor amiga? Se você me agüenta falar de unhas o tempo inteiro, pode muito bem esquecer um ex-namorado imbecil. – comentou ela rindo fraco. Assenti abraçando-a com força.
[...]
Respirei fundo, passando a mão sobre o jeans. Olhar para o lado e ver a escola através da janela do carro não era bom. Sabia que precisaria manter a frieza evidente em meu olhar. Talvez conseguisse. Mas por hora, tudo que conseguia era ouvir o som do meu coração batendo descompassado. Estava com medo do que poderia encontrar, do que poderia ver e ouvir. E aquilo, com certeza me deixava apavorada.
- Podemos ficar alguns segundos aqui? – perguntei encarando Ashley que assentiu. Olhei novamente pela janela, apertando o banco do carona. Era ele. Justin e sua vadia. Eu realmente pensei que ele fosse diferente. Todos me alertaram sobre ele. Damon, meu pai, as demais pessoas da escola. Até Frad! Mas não dei ouvidos a eles. Arrependia-me a cada segundo por tê-lo defendido de todos, e acreditado em suas lindas palavras de amor. Ele só me usou para ser popular. O que aconteceu devido aos vídeos postados na internet, embora ele ache insuficiente. E aquilo me machucava. Vê-lo abraçado a ela no estacionamento da escola, aos beijos era tão... Repugnante! Agora ele tinha o que queria. Conseguiu me fazer de idiota e conquistou a vadia que gostava.
- Está pronta?... Se quiser esperar mais um pouco...
- Não Ashley, você... Você tem razão, preciso encarar situação e acabar de uma vez por todas com isso. – rebati interrompendo-a.
- Essa é a Anna Mel que conheço! – sorriu.
- Estou bem? – perguntei enquanto a loira analisava minha roupa. Com seu costumeiro olho clínico. Não são apenas unhas que atraem a atenção da minha loira.
- Está fofa. Deveria estar poderosa. Mas como o dia está frio, não irei brigar com você. Agora vamos mostrar para essa falsificada quem manda nessa porcaria... Que por acaso não é rosa. – comentou, resmungando no final. Ashley e seu sonho de pintar a escola de rosa. Respirei fundo abrindo a porta do carro.
Meu olhar esbanjava raiva e frieza. Se é que tais sentimentos podem influenciar uma pessoa de uma só vez. Com a bolsa nos ombros, caminhei ao lado de Ashley olhando sempre para frente. Algumas pessoas me encaravam, porém fazia questão de esbanjar sorrisos irônicos. Elas já viram Justin e Britney juntos, e provavelmente estão curiosas para saber o porquê. Ainda sim continuei a andar. Sentia muita raiva. Muita. Eu só queria ir para o meu armário, mas o ‘encosto’ da minha vida, que por nenhum acaso se chama Britney, ou vadia como chamo parou a minha frente com o babaca ao seu lado. Pus a mão na cintura mantendo firme o olhar frio e o sorriso irônico.
- Então você veio mesmo...
- Não Britney, não. Na verdade, essa é uma holografia minha. É que eu ainda estou em casa, tomando banho. – ironizei cortando seu deboche. Ashley ao meu lado riu. Em primeiro, estava de mau humor, e ainda me vem uma égua me fazer perguntas idiotas. Se bem que... Não posso ofender as éguas. A loira a minha frente era mais repugnante que uma barata.
- Pelo jeito ela ainda anda estressadinha pelo que houve ontem. – debochou mais uma vez.
- Não sabia que o stress tinha pernas. Avise-me quando vê-lo. – rebati sua ironia tentando dar um passo a frente. Mas Britney permaneceu onde estava. Ela não percebe que está me deixando irritada? Se ela é capaz de matar, eu sou muito pior do que isso. Pois sou mulher o suficiente para assassinar uma vadia na frente de todos. Eu ainda ouvia a risada das pessoas que formaram um círculo a nossa volta. Rindo de Britney. E sim, ela estava possessa.
- Você e suas ironias.
- Não, não é ironia. Ironia de verdade, é alguém te chamar de Britney quando na verdade deveriam te chamar de estrume de vaca. – falei simples cruzando os braços. Uma das coisas que uma pessoa magoada podia fazer. Sim, aquilo me machucava. Era horrível, mas que poderia fazer?
- Já sei porque tanto! Não aguentou ser largada, não é? Largada por alguém bem melhor do que você. Mas não se preocupe, Justin terá alguém para aquecê-lo nas noites frias. – continuou ela.  Respirei fundo. Lágrimas por favor, não caiam agora.
- Pode fazer o que quiser com ele. Eu não me importo. Agora saia da minha frente. – falei firme olhando-a nos olhos. Se encarasse Justin, eu choraria na frente de todos. E isso simplesmente não podia acontecer.
- O que é que você vai fazer? Chorar? – debochou rindo. Ainda magoada empurrei seu ombro com tanta força que a vi cair no chão. Britney tinha o rosto vermelho, enquanto Justin se preocupava em ajudá-la. Eu só queria que ela saisse da minha frente, e acabei derrubando-a. Não fiz por querer, mas aquilo não importava. Apenas ergui a cabeça e andei com certa pressa até o armário. Nesse momento, agradeci pela ala oeste da escola, onde se encontrava meu armário, estar vazia. Quem é que consegue conter as lágrimas?
- Não dê ouvidos ao que ela diz. Não percebe que Britney só quer fazer mal a você?
- Por mais que tentamos não nos importar, as palavras machucam as vezes.
- Eu sei, Anna. Mas você não precisa dele.  Dói, mas com o tempo vai perceber que esse babaca não merece o seu amor. Ele não merece você! – continuou Ashley a minha frente. Com as mãos bem cuidadas e macias ela enchugou minhas lágrimas e abraçou fortemente meu corpo.  O abraço mais reconfortante e aconlhedor era o dela. Era por essa, e muitas razões que eu amo essa loira. A minha melhor amiga. Ela sabia como me sentia. Sabia que parecia ser uma dor insuportável. Mas ela superou Dyllan. Eu poderia fazer o mesmo. Mas no momento a dor parecia ser maior que qualquer coisa. Era horrível, mas como ela disse, essa dor vai passar.
- Oi meninas. – a voz sexy de Damon invadiu meus pensamentos e assim parti o abraço com minha amiga. Depois de abraçar a loira, senti o corpo quente dele apertar o meu em um abraço. Um abraço carinhoso e protetor. Um abraço que adorava... Desde sempre.
 - Não chore, minha pequena. Você merece coisa melhor. Nós sempre estaremos aqui por você. – falou deixando beijinhos em meus cabelos antes de partir o abraço.
- Viu só? Até o Damon lindo acha isso. Você vai ver, logo ele vai receber uma surra da vida. Isso não se faz com ninguém. – continuou a loira de braços cruzados.
- Uma surra da vida? Da vida? Quem vai dar uma surra nele será eu! Vou bater tanto nele, mas tanto, que vai desejar nunca ter nascido. Deixe-me vê-lo para ver o que vai aocntecer. – rebateu Damon de mãos nos bolsos. Sua voz era carregada de raiva enquanto falava, e por momentos fiquei feliz por ter amigos tão protetores. Isso ninguém poderia tirar de mim. Ninguém!
- Deixa o traseiro dele pra mim, tá? Eu avisei que chutaria o traseiro branquelo dele, caso mahucasse a nossa abelha. – comentou Ashley. Eu ri de seu comentário. Sério mesmo?
- Mas o seu traseiro também é branco, loira. – falei rindo.
- Mas o meu é mas bonito, ué!... Vai ver, vou chutar o traseiro dele com tanta força que ele vai parar nas colinas! Mas agora vamos a cantina, estou com muita fome. – terminou ela, ficando do lado esquerdo de Damon, apoiando-se nos braços dele. Fiz o mesmo, no outro lado sorrindo fraco. Não sabia como eles conseguiam arrancar um sorriso meu, por mais que a situação seja complicada. Mas gostava disso.
- E assim aproveitamos e compramos alguns Doritos.
- Você e sua mania de comer nachos. Assim vou ficar com ciúmes. – brincou Damon enquanto andávamos.
- Eles são os únicos que jamais irão me decepcionar. Porque acha que me casei com eles? – brinquei em resposta e os dois riram. Ao menos isso me deixa feliz. Ao menos isso.
[...]
POV JUSTIN
Suspirei arrumando o óculo, enquanto a loira sentada no meu colo fazia tudo para chamar a atenção da minha ex-namorada. Ex-namorada... Era doloroso pensar dessa forma. Britney não queria nada comigo, mas fazia questão que Anna pensasse o contrário. E me magoava saber que a essa altura, ela achava que era um canalha, destruidor de corações e alpinista social. E era ainda pior, saber que eu a fiz chorar. Minhas palavras foram duras, eu sei. Mas era necessário. Eu não queria que ficar popular através dela. Queria apenas o seu amor... Eu também queria contar sobre a ameaça de Britney. Queira, queria muito. Mas sabia que ela enfrentaria a loira e estragaria tudo.
Não duvidava nada que Britney mostrasse as fotos aos avós dela. Não tive escolhas. Eu precisei mentir, precisei fazê-la chorar para que sua reputação estivesse a salvo. Por vezes imaginei a cena dos avós vendo as fotos que Britney tirou. E as reações dos dois não eram boas. A reação de Anna ao ser exposta não era nada boa. Obviamente. Tinha um peso tão grande na consciência por ter feito isso com ela.  Passei a noite em claro, andando pelo quarto. Chorando. Deveria ser uma noite feliz. Ela estava tão contente, falando de comida o tempo inteiro. Senti raiva de mim por ver a decepção em seus olhos. Doeu ainda mais quando vi a lágrima que percorreu seu rosto por meros segundos. Vê-la chorar era a pior tortura. Estou com olheiras profundas, dores de cabeça fortes e uma dor no coração. Isso pode estar parecendo gay. Mas que se dane! Acabei de perder a pessoa que amo merda! Ela acha que sou o pior ser da face da terra. Mas que droga!
- Senhorita Montês, você sabe que não pode comer durante a aula. – reclamou o professor de educação física de braços cruzados. Não me poderia permitir sorrir bobo e apaixonado como antes, mas ao menos poderia vê-la bufar e mastigar os nachos que ela tanto gosta.  Ela tinha o cabelo preso em um rabo de cavalo, e usava o fardamento próprio para esse tipo de aula. Linda como sempre. Mas ruim que voltar a estaca zero e não poder sequer falar com ela, é saber que Anna me odeia agora.
- Por favor, estou com fome não quero jogar queimado. – rebateu fazendo bico, seguido de uma carinha fofa. Carinha que me fazia atender todos os seus desejos. Ela falava com a boca cheia e em pensamentos ri. Eu sentia falta dela. Tanta falta...
- Mas você está na minha aula e vai jogar sim. Agora guarde sua comida, você pode saboreá-la mas tarde... Agora, já que os times estão formados, vamos jogar pessoal. – rebateu o professor em seguida o que a fez bufar chateada. Britney saiu do meu colo, e antes deixou um beijo em meus lábios quando teve a certeza que Anna Mel olhou por segundos para nós.
Já na quadra, com os grupos divididos, com os óuclos na bolsa fiquei no canto perto da parede no lugar mas afastado. Quando o professor deu a bola para o time oposto, que era o de Anna Mel, Damon, Ashley e outros populares, me preparei para ser o alvo. Porém, Britney acertou Ashley, ou seja ela foi queimada. Ela e sua melhor amiga tinham um sorriso estranho no rosto. Depois que foi a ‘area do morto’ que ficava atrás de nós, ela jogou a bola para cima, mandando de volta para sua equipe. As coisas ficaram assim por um tempo, até as duas tentarem acertar a loira rival. Era um jogo rápido e no canto mas afastado, eu observava tudo de longe.
Até que, quando a bola estava sobe as mãos de Anna,  a vi com um sorriso maldoso no rosto. Em seguida a bola de vôlei foi arremessada com força contra mim, acertando em cheio meu membro. Fui queimado nas partes baixas, nos documentos. E antes de me contorcer em dor, pode vê-la piscar vingativa para mim. Que dor...
[...]
POV ANNA
- Eu nunca me diverti tanto jogando em toda minha vida! Simplesmente adorei acertar aquele babaca com a bola. Deveríamos ter mais jogos assim nas aulas. – comentava Damon, divertido e malvado enquanto andávamos pela escola.
Estava muito cansada. A aula de educação física poderia ser considerada divertida, mas o ensaio de torcida pro próximo jogo da escola foi exaustante.  Sim, eu acertei Justin por diversas vezes no lugar onde mas dói em todo homem. Damon e Ashley também se divertiram com isso. Porém a cada vez que eu olhava pra ele, a cada vez que arremessava uma bola em sua direção, os acontecimentos da noite passava vinham como flexa em minha mente. De que adiantava mesmo acertá-lo? Afinal, ela o tinha. Ele a tinha. E eu tinha algo também. Um coração pardido, dilacerado. E eu pensando que as coisas na minha vida não poderiam piorar.
- Sim, foi bastante divertido. Vocês viram como acertei a vaca loira falsificada? Acertei os seios de silicone dela. Sou muito linda e má! – Ashley riu engraçado balançando os cabelos. Tentando imitar uma risada maléfica. Ri também com o tato maluco dela.
- Realmente. Mas agora eu quero ir pra casa e tomar um bom banho.  Depois, voltar para minha ‘sessão drama’ ao qual, foi retirada com brutalidade por uma loira que gosta de rosa.  – comentei mandando uma indireta para Ashley que mostrou a lingua.
- Sessão drama? – perguntou Damon confuso, enquanto passávamos pela blibioteca. E agora que passei a simplesmente odiar esse lugar.
– É que ela queria ficar trancada no quarto o dia inteiro, chorando e se entopindo de comida...  – respondeu Ashley dando de ombros. Até algo interromper sua fala. Eram gritos e chingamentos vindas de dentro da blibioteca. Curiosa ocmo sempre, andei até ela arregalando os olhos em seguida, ao finalmente perceber o que realmente estava acontecendo. Ele precisava parar. Já!
- Seu desgraçado, vou acabar com você!... Seu filho da puta, vai aprender a nunca mais brincar com os sentimentos da minha irmã! Infeliz! – gritava Mike, distribuindo socos, chutes e murros em Justin, que por sua vez não tinha sequer chance de revidar.

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