25 de jun de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 32 - Beijo Inesperado

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - What If - Capítulo 32 - Beijo Inesperado
POV ANNA
Leia ouvindo Jojo - Leave ( Get Out )
Neguei com a cabeça, observando Ashley sentada a minha frente com olhar interrogativo.  Eu detestava aquele olhar. Porque ela sempre conseguia o que queria de mim, assim. E eu não queria contar. Não agora. Não por enquanto. Mas era um olhar tão intimidador que se tornava impossível não dizer-lhe algo.
- É melhor você me falar o que houve ontem, ou caso contrário Damon e Mike irão chorar pela sua ‘perda’. – ameaçou encarando-me ainda mais firme do que antes.
- Eu já falei. Estava em uma das varandas da casa, enquanto Damon pegava alguns petiscos e bebidas para nós. Não bebi mais de um copo. Admirava o céu quando Clarice parou ao meu lado e perguntou sobre o Jus... Sobre ele. O que era estranho, já que eu não o vi na festa. – comentei e pude vê-la morder os lábios assim que o nome de Jus... Que o nome dele fora pronunciado. Mas se manteve firme e o olhar não fugia do meu.
- Não entendi o que ela fazia lá. E porque mencionou ele. – fez uma pequena observação no meio de minhas palavras.
- Eu também não. Mas ela estava lá, tenho certeza. Depois de ficarmos alguns segundos sufocantes em silêncio, minutos em que implorei para que Damon escolhesse depressa minhas empadinhas, falou que eu era ingrata e não merecia ser amada. Não merecia o amor de ninguém.
- Isso é estranho, mas vindo dela...
- É.
- E o que aconteceu em seguida?
- É o que estou contando. Quando ela saiu de perto, nos dois minutos seguintes, de estômago roncando, e vontade de esganar Damon pela extrema demora, senti algo bater com força contra minha cabeça... Depois disso, só lembro-me de estar pondo toda a água para fora, completamente molhada. É isso. Como já falei, contei isso a você ontem.  – respondi simples vendo-a cruzar os braços.
- E o que Ju... O que ele fazia ali? – tornou a perguntar.
- Ali onde?
- Não se faça de boba! Debruçado sobre seu corpo... Vocês estavam se beijando?
- Ashley...
- Não tente mentir para mim, sou sua melhor amiga. A não ser, claro que queira ter um traseiro beliscado poderá me esconder o que houve de fato. – ameaçou sentando um pouco mais a frente. Não tinha saídas. Teria de dizer a verdade e ver uma loira muito enfurecida. E foi apenas necessário baixar a cabeça para que ela entendesse o recado.
- Eu não acredito! Anna Mel Montês! Mesmo depois de tudo que fez com você, depois de todas as lágrimas que te fez derramar, ainda tem a audácia de beijá-lo? – perguntava inacreditável e furiosa. Engoli a seco, levantando apenas os olhos para encará-la. Brincava com minhas próprias mãos, enquanto tentava a custo não chorar na frente dela.
- Enlouqueceu? Com faz isso a si mesma Anna? Você sabe que amanhã, provavelmente, ele vai contar para toda a escola que, mesmo depois de tudo que fez, que mesmo depois de tudo que aprontou você o beijou sem nem pensar. Vai contar vantagens, e com toda certeza tentará conquistar a popularidade através de você e... Mas o que houve? – interrompeu o discurso, quando viu uma ligeira lágrima molhar atrevidamente meu rosto.
Talvez ela tivesse razão, talvez ele fizesse isso. Realmente não seria surpresa se isso acontecesse. Mas tudo que parecia era que realmente não estava em mim quando permiti que me beijasse. Sentia tanta falta do seu toque que, por momentos, esqueci tudo que fez. Ele tinha as roupas molhadas e seus lábios estavam frios e tremiam. Eu não estava diferente. Percebi no mesmo instante que ele salvou minha vida. E me surpreendeu com um maravilhoso beijo. Beijo esse que foi erradamente correspondido. Aquele momento não poderia ter passado dos limites. Porém, se tornava cada vez mais difícil esquecer aquilo. Não parecia ser um beijo qualquer. Ao menos para mim. Ao menos pelo que senti. O carinho em suas palavras era evidente, mais claro do que água. Ou poderia estar sonhando, idealizando alguém que poderia existir nele. Alguém que realmente pudesse sentir algo por mim. Mas estava sonhando demais, talvez. Mas as palavras finais e o jeito doce que encerrou o toque de nossos lábios, tinha o poder de me deixar confusa. Afinal o que ele estava fazendo? O que queria dizer com aquilo? Como assim “ Tudo ia se esclarecer” ? Tudo servia para me deixar ainda mais irritada, triste. Porque será que não posso ter uma droga de vida normal?
- Porque você está chorando? – perguntou ela, agora, sentada ao meu lado permitindo que eu deitasse a cabeça sobre seu ombro. Aquilo estava me cansando.
- Ele salvou minha vida, Ash. Justin me tirou da piscina. Se não fosse por ele, não estaria aqui hoje.
- Ele salvou sua vida? – perguntou como se estivesse surpresa.  E balançando a cabeça afirmativa, continuei a falar.
- Ele me beijou. E pode parecer bobagem, mas eu senti algo diferente ali. Ele foi tão doce e preocupado, perguntando como eu estava. Sempre acariciando meu rosto... Ele disse que agora eu estava a salvo. Que tudo ia se esclarecer... O que ele quis dizer com isso? Por será que ele me tirou dali? – questionei erguendo a cabeça para encará-la. Ela me olhou em resposta dando de ombros.
- Ao menos ele não é tão desprezível quando pensei. Ao menos, ele teve a humanidade de salvar sua vida. – comentou ela.
- Mas porque acha que ele falou aquela frase? Será que foi apenas para brincar comigo, ou havia algo realmente sério ali?... Céus! Estou tão confusa e assustada que não sei o que falar ou o que pensar. – falei em um suspiro.
- Talvez devesse dar uma chance pra ele se explicar. – ouvi Ashley sussurrar quase inaudível. No exato momento, passei a encará-la com mais firmeza, enquanto a loira mirava as unhas pintadas perfeitamente de rosa extremamente forte.
- O que foi que disse? – perguntei curiosa, por não ter escutado aquela frase. As pessoas devem realmente parar de e deixar confusa. Uma hora é meu ex-namorado que salva minha vida e diz coisas que não consigo compreender. Outra hora é minha melhor amiga, que diz coisas suspeitas, mas que não são altas o suficiente, para que as ouça com clareza.
- Não foi nada... Nada importante. Vamos escolher o filme antes que Damon e Mike cheguem com as pipocas e os refrigerantes.
- Acho que vou ajudá-los com a comida. Você se importa? – perguntei ainda encarando-a com a sobrancelha arqueada. O que será que ela esconde? Eu conheço essa carinha.
- Claro que não. Aproveite e traga alguns chocolates. Obrigada. – pediu tornando a levantar e encarar a estante, onde se encontravam filmes de vários gêneros agrupados por categoria. Dei de ombros e caminhei na direção de saída do quarto dela. Há algo errado, ou era apenas impressão minha?
[...]
- Como é que é? Não acredito que vai fazer isso! Está ficando maluca? – tornava a loira pela milésima vez. Mordi o último nacho, deixando o saco na lixeira ao lado. Não era algo completamente estúpido. Agradecer não era. Ao menos para mim.
-  Se você fizer isso...
- Você não percebeu que nada houve? Que ele não saiu falando por aí, o que fez por mim? Ele salvou minha vida, Ash. Ninguém mais do que eu detesta admitir isso. Acredite. Por que, infelizmente, estou em dívida com ele. Acho que jamais poderei pagar exatamente o que fez por mim.
- Adorei a roupa, Anna. - disse uma das garotas da torcida, que passavam por nós.
- Obrigada. - agradeci, tornando a encarar a loira.
- Tudo bem, ele salvou sua vida. É graças a ele que está aqui, é bla bla bla bla. Mas ainda acho que não é a hora certa para isso. Ou esqueceu o que ele fez com você?
- É claro que não, mas... – comecei tentando explicar a atitude mais louca que estava prestes a fazer. Sim, seria difícil encará-lo e fazer o que tinha de fazer. Ainda gostava dele. Infelizmente. Mas estou tentando seguir em frente, e sei que vou, um dia, virar essa página triste de minha vida.
[...]

POV JUSTIN
Tirei a grama da calça assim que levantei do chão. Clarice estava tão estranha. Sempre sentando perto demais de mim, falando coisas esquisitas. O que houve com ela? Porém nada disso se comparava ao que aconteceu há alguns poucos dias atrás. Eu a beijei! Beijei! E fui correspondido! Correspondido com tanto amor, carinho. Nunca pensei que Anna fosse realmente beijar-me em troca. Sentia como se ainda estivesse com os lábios grudados aos dela, se acariciando gentilmente e sem pressa. E sempre me surpreendia com um sorriso bobo ao lembrar.
- Justin! ... O que há com você, porque está sorrindo? – perguntou Clarice passando as mãos sobre meu rosto, quando já se encontrava de pé a minha frente. Arregalei os olhos tirando o sorriso no mesmo instante. Fiz novamente.
- Está lembrando-se dela, não é? – perguntou irritada, dando um passo a frente. Ficando estranhamente a poucos centímetros de distância.
- Eu...
- Você precisa esquecer isso e seguir em frente. Mas que coisa, Justin! Vai ficar ai sofrendo como idiota, enquanto ela se diverte por aí, passa a noite com qualquer um, e ainda tem a sorte de todos adorá-la? O que há com você? Esqueça ela! – falou Clarice de braços cruzados e olhar duro.
- Não entendo porque está falando assim dela. Anna Mel é sua prima.
- O que importa? Ela não é essa pessoa maravilhosa que parece ser. Que você acha que é!
- Qual o seu problema? Você disse que seria minha amiga, e nesse momento, suas palavras não estão ajudando em nada. – respondi confuso, arrumando o óculo com o dedo indicador.
- Eu sou sua amiga. Estou tentando ajudar você. Mas parece que não quer ajuda.  Será que não percebe que a única maneira de escapar de tudo isso está aqui, bem na sua frente?
- Você? Mas como assim? – continuei a perguntar.
Eu precisava manter uma conversa. Tinha receio que ela fizesse o que estava pensando. Se Anna passasse pelo jardim, e visse a proximidade ao qual nos encontrávamos agora, com Clarice segurando meu rosto, teria a total certeza de que estaria tudo perdido. Mas quando pensei em sair perto dela, algo aconteceu. Um beijo. Os lábios de Clarice se encontravam contra os meus em um mísero selinho. Ainda assustado com aquilo, perplexo, senti-a pedir passagem com a língua, e ainda absorto deixei que ela concluísse o ato. Sua língua se enroscava a minha, enquanto eu a beijava de olhos abertos. Era tão diferente.
Na verdade ela era a segunda garota que beijei na vida. Mas não era a mesma coisa. Não tinha nada com o número de garotas que beijei até hoje. Porém era tudo tão diferente. Os lábios de Anna eram doces, possuíam um gosto maravilhoso. Sua língua se enroscava perfeitamente a minha, com carinho e amor. Já Clarice parecia beijar-me com urgência, colando seu corpo atrevidamente ao meu. Que por tal, permanecia de olhos abertos, sem abraçar sua cintura, ou qualquer ato que fosse tocá-la. Não era um beijo ruim. Mas não senti nada. Nada que um beijo realmente especial proporciona. Entende do que falo? Quando o beijo foi partido e a garota me encarava com um sorriso incrivelmente grande no rosto, senti como se o coração houvesse parado de bater por segundos. Lá estava ela. Parada atrás da prima, sem nenhuma expressão. Olhos vazios e nenhum sorriso. Nenhum! E quando Clarice virou para encarar Anna Mel, ao perceber que a observava sobre seu ombro, ela sorriu largo e abraçou meu corpo de lado. Ainda tinha os olhos arregalados quando Anna Mel finalmente se pronunciou.
- Oi Anna, tudo bem? – perguntou Clarice em um tom irônico. A voz parecia não querer sair de minha boca. Ashley, ao lado da amiga, tinha os braços cruzados e parecia brava. Céus! O que fiz? Ela não deveria ter visto isso, não deveria ter correspondido!
- Obrigado por salvar minha vida. – disse firme, semicerrando os olhos. Olhos esses que não mostravam piedade. A voz também não expressava sentimentos. Agora estou realmente ‘ferrado’, como diriam os garotos normais.
- Não preci-precisa agradecer. – gaguejei tentando tirar os braços de Clarice de mim. Mas parecia que ela se apertava ainda mais a mim.
- E parabéns por sua namoradinha. – disse por fim com desdém, virando e andando á caminho da mesa dos populares. Se deixar-me chances de dizer o contrário.
- Você é um completo imbecil! Eu até pensei, em dar uma chance para que se explicasse Justin. Mas depois disto... Você me parece mais repugnante do que antes. Se achava que teria uma aliada antes, agora tenha certeza de que farei de tudo para tornar sua vida um inferno. Você a magoou, e agora vai sofrer as consequências. Ficaria sempre esperto se fosse você. – avisou Ashley com o rosto banhado em fúria e marchou de encontro à amiga. Furioso tirei Clarice com força para longe de mim, que perdeu o sorriso instantaneamente.
- Porque fez isso? Ficou maluca? Veja o que fez! Veja! – gritei irritado para ela que deu de ombros, como se nada de grande importância tivesse acontecido.
- Não vejo problemas, você é um rapaz solteiro. Além do mas, você correspondeu o beijo. – respondeu ela simples. Ainda irritado, controlando-me para não estapeá-la andei para longe. Aquilo realmente não deveria ter acontecido. Sou um idiota!
[...]
POV ANNA
Mordi mais um Doritos, saboreando com prazer o maravilhoso sabor de queijo nacho que preenchia por mais uma vez minha boca. Desta vez, ganhei um pacote de 200g de Damon. Como presente de Dia da Comilona. É claro que ele inventou isso. Mas fiquei feliz por meu presente ser um pacote grande de Doritos. Aquilo me fazia lembrar o presente que Jus... Quero dizer, do presente que Ele me deu em meu aniversário. O pacote de cinco quilos de puro Doritos. Sim, eu ainda não toquei nele. Não comi ou namorei aquele lindo pacote vermelho enorme. Não me atrevi a comê-los. E também não sabia como tinha aguentando firme, sabendo que a embalagem estava guardada no quarto. Era só comida. Mas sequer me atrevi.
Outra coisa que não conseguia me desfazer, era as fotos que tiramos durante o namoro. Estavam todas guardadas no o fundo do closet. Junto aos ursos de pelúcia, do anel e colar de compromisso. Parecíamos tão perfeitos, tão reais. Pena que era uma farça. E vê-lo beijar Clarice apenas confirmava o quão canalha era. Tinha certeza que fazia isso enquanto estava comigo. Que corria atrás de Britney. Não deveria ter voltado para agradecer o que fez por mim. Realmente não merecia isso. Pattie não merecia esse filho. Jazzy e Jaxon não mereciam o irmão que tinham. No fundo eu queria que Jaxon não se tornasse como o irmão.
- Você é um amor, Damon. Brigadinha pelos docinhos. Sei que me ama, e sonha casar comigo e ter muitos filhinhos. Ao qual irão se chamar, Dona Rosa, Rosodoário, Rosalinha, Rosa Pinkelândia e Rosária Rosa. – dizia Ashley, levando mais uma barrinha do alcaçuz a boca. Ri fraco, sentindo-o deixar beijos em minha testa. Assim, fez o mesmo com a loira, que sorriu para ele.
- Vocês sabem que são minhas comilonas prediletas... Me devem cinco pratas!... E bom, falando dos filhos, Rosodoário é um nome estranho. Terei pena deles. – brincou no final. O que me fez bater em seu ombro, ainda rindo. Ainda mastigando os nachos.
- Não é não! Rosodoário, Rosária Rosa, Rosa Pinkelândia, Dona Rosa e Rosalinha são nomes lindos, tá? Além do mais, é um nome muito disputado, por isso é que ninguém tem. Porque apenas pessoas lindas e maravilhosas o possuem.
- Então todos nós somos feios? - perguntou Damon entre risadas.
- Mas é claro!
- Sr. Salvatore, venha aqui por um instante.
- É o professor de matemática. Ele acha que vai conseguir me convencer a estudar. Anna, irei a sua casa hoje a tarde para conversar com você. Algo muito importante, certo? Volto logo garotas. – disse Damon andando debochadamente até o professor. Não deixava de ser sexy. Suspirei baixo, o observando caminhar até o velho e conversar com ele. Porque tão lindo?
- Conheço esse olhar. – brincou Ashley o que me fez rir.
- Boba!
- Saiba que apesar de saber que vocês podem fornicar, fiquem sabidos de que eu apoio isso, porque todos sabemos que vocês ficam lindos juntos, e deixando sabido que essa sabedoria que sai de mim, é o saber, saiba que você está no caminho certo para saber fazer a escolha certa. Por tanto, você sabe que eu apoio, e eu sei que você sabe isso. – falou rápido mastigando uma das barrinhas, o que me fez rir mais uma vez. Certo, porque usou tanto o verbo Saber para isso? Ah, é mesmo. Ela é a Ashley!
- Está ficando louca. Quem me dera estar amando ele.
- Mas gosta, então é meio caminho andado. Saiba que está sabido que...
- Eu já sei isso loira. – ri interompendo-a.
- Certo. Então sei que não preciso repetir o que já está sabido por sua sabedoria. – falou mais uma vez de boca cheia.
Porém minha risada foi cortada quando livros caíram perto de meus pés. Observando melhor a situação, vi Justin caído ao chão. Ele levantou, sobe os olhares divertidos de todos, inclusive Ashley e Damon. Em seguida, ajoelhou-se sobre meus pés e pegou os livros. As risadas das pessoas eram altas e aí percebi que quem tinha começado a confusão foi Frad.  Com olhar frio e quase superior, o vi pegar os livros e encarar-me por meros segundos. Levantou olhou-me por mais uma vez, e baixando olhar, caminhou encolhido para longe de nós. Os alunos, é claro, aproveitaram para xingá-lo. Mas aquela não era uma luta minha. Não mais.
- Flor, você pode guardar esse caderninho aqui no seu armário? Estou com preguiça de andar até o meu. – disse a loira estendendo um pequeno caderno de anotações. Virei para o armário, girando o segredo que trancava a porta, percebendo ali, em cima de alguns livros de física que se encontrava uma carta. Deixando o pequeno caderno lá dentro, tomei em mãos o papel branco com um pequeno sorriso no rosto.
- É do admirador secreto? – perguntou a loira, parando ao meu lado, em completo entusiasmo para lê-la junto a mim. E com um longo suspiro, deixei meus olhos caminharem pelas letras em perfeita caligrafia. Um pequeno sorriso no rosto brotava em meu rosto. Essa carta teve o dom de alegrar meu dia.

Você não pode imaginar quem seja o seu grande admirador, o cara que fica sempre a sua espera, e quando passa sorrindo, me deixa babando. Sonhando com a possibilidade de um dia poder conquistá-la. É uma admiração enrustida que um dia, espero, vou ter a coragem de confessar. Talvez logo chegue a hora de me declarar, mas por enquanto, quero curtir o prazer de ser apenas o seu admirador, aquele que secretamente sente amor por você. Saberá um dia que eu te quero. Que ser seu namorado é o grande sonho de minha vida.
Quando as oportunidades de vê-la ficam mais raras, aí é que eu percebo o quanto gosto de ti. Fico indócil, não tenho parada, a concentração em outra coisa torna-se difícil e só consigo pensar em você.  Esse amor escondido quase me sufoca. Espero que não conheça a identidade deste seu apaixonado.
Quero ainda continuar desfrutando o prazer do anonimato, até o dia em que finalmente eu resolva me declarar. Te amo e você não faz ideia de quem sou eu. É emocionante!

Um dia o mistério vai acabar.
                                                                                                          Seu Admirador Secreto.

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