19 de jun de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 7 - O Convite

Fanfic / Fanfiction de Justin Bieber - My Dear Nerd - What If - Capítulo 7 - O Convite
POV ANNA
Eu permaneci de olhos arregalados, observando aquela maravilha a minha frente. Juju tinha um “cara” bem grande no meio das pernas. Muito grande mesmo, e a água que escorria por aquela maravilha me deixou excitada, mesmo estando assustada. Aquilo é a visão dos deuses mais divinos e poderosos. Eu permanecia de olhos arregalados, encarando aquela visão mais linda do que a beleza de Ashley, enquanto o garoto pelado (graças aos céus) a minha frente permanecia estalado a minha frente. Com os olhos castanhos arregalados, respirando profundamente.
Mas, no melhor momento, ele tapa a maravilhosa visão com as duas mãos o que me fez piscar de imediato por algumas vezes. Ainda fora de órbita, tirei os olhos do seu segundo amiguinho de vida, encarando seu rosto vermelho pela vergonha, olhos arregalados e corpo molhado, o que me dizia que a água do banho não foi sua única companheira.
– oh meu Deus! Desculpe-me Anna Mel, e-eu não sabia que...
– não tudo bem, eu deveria ter batido na porta, ou berrado como a Ashley faz. – falei egolindo a seco. Enquanto ele ainda tentava esconder o membro de mim. Nervoso e bastante envergonhado. Suspirei, caminhando um tanto receosa. Parado a sua frente. Alguém me segure para que eu não avance em cima desse menino.
– ma-mais...
– tudo bem Juju, eu... Eu já vi o que você tem aí em baixo, bem antes disso. Então... Bom... - eu falei um pouco sem graça. Mas preciso admitir que ficaria encantada ao rever o Bieber II novamente.
– então você já passou a noite com um garoto? – perguntou ele.
Olhando-me nos olhos, aparentemente decepcionado. Assenti positivamente com a cabeça. E como ato de reflexo, acabou tirando as mãos da frente daquela beleza. Abaixei a cabeça mordendo os lábios, encarando mais uma vez aquele Bieber II incrivelmente lindo. Eu sei que se olhar demais ficarei mais tarada do que estou sendo. Porém era impossível deixar de olhar para aquela coisa tão linda ali em baixo. A mais linda que já vi em toda vida.
– nossa. – engoli a seco, ainda mordendo os lábios.
Mas que ótimo. Meu lado safada está despertando a cada segundo que olho para o Bieber II do Juju. Céus! Ainda mordendo os lábios, o puxei para perto de mim pelos braços. Abraçando seu pescoço, colando nossos corpos o que me fez sentir seu “amiguinho” que não era nada pequeno roçar em minha intimidade. Ele parecia confuso pelo olhar aparentemente perdido que ele tinha, por baixo dos óculos gigantescos. Aproximando nossos rostos o olhei profundamente mais uma vez, sabendo que, nossos lábios estavam a centímetros de distancia.
– ai meu Deus! – o ouvi falar, me privando mais uma vez da visão do paraíso, tapando-as com as mãos.
Quando percebi o quão tarada estava sendo, quase enterrei a cabeça no piso do quarto. Céus! Eu ia abusar de um nerd inocente. Onde enterro a cabeça? Hum? Odeio meus hormônios á flor da pele. Que tarada!
– ah! Cobre isso, cobre! – eu falei virando de costas para ele. Se bem que, a palavra correta para isso é gritar. Já que berrei mais do que o necessário depois de perceber o que eu estava fazendo. Quase ataquei o garoto com beijos, estou ficando louca é fato.
– ah! – o ouvi gritar em resposta.
Quando virei, o vi correndo para o banheiro tapando o traseiro com um de seus livros. Eu ri do seu desespero me lembrando de mais uma vez, do que eu quase fiz. E dessa vez agradeci por Ashley não ter estragado o momento, afinal ela ia ficar enchendo minha cabeça com isso, e... Ok. A quem quero enganar? Se ele não tivesse falado, eu teria agarrado ele ali mesmo, sem falar que a vista que admirei era incrivelmente... Admirável.

[...]

POV JUSTIN
– valeu pela ajuda. Se você não tivesse respondido tudo enquanto eu apenas olhava não teríamos conseguido terminar esse trabalho chato. – dizia Anna.
Fechando um dos meus livros. Enquanto eu organizava as folhas dentro do meu caderno. Depois daquele episódio um pouco “constrangedor” em que Anna Mel me viu completamente pelado, as coisas seguiram normalmente. Como se nada tivesse acontecido. Eu não sei como ela consegue fazer isso, mas, eu tenho certeza de que não vou mais esquecer isso. Principalmente porque ela quase me beijou, e o bobão aqui impediu isso com sua crise de timidez.
– hey! Cê ta viajando na batatinha é? Juju acorda! – alguém mais uma vez me despertava dos pensamentos nada inocentes em minha mentezinha boba e apaixonada.
– hã? Eu não ouvi o que disse, desculpe. – falei, quando ela riu de leve. Sentamos-nos na cama frente a frente.
– filhote, eu vou à manicure, e vou demorar ok. Beijinhos Anna Mel meu bem. – falou minha mãe, abrindo a porta do quarto, deixando apenas o corpo de fora do local. Assenti.
– se cuidem. – continuou ela.
– os cuidaremos sim, mãe. – respondi. Ela sorriu.
– ah, tia Pattie se a senhora por nenhum acaso avistar a minha amiga loira, a Ashley pode dizer a ela que vá a minha casa hoje a noite. Sabe festa do pijama. – justificou-se Anna no final. Eu ri. Claro que não seria acaso se minha mãe avistasse a loira maluca na manicure. Ela praticamente vive fazendo as unhas.
– ok direi assim que a vir. Beijinhos meus amores que amam meus cabelinhos, a linda está indo.
– mãe, para.
– com o que filhote?
– está falando igual a Ashley. Céus! É a doença da vaca louca! Ashley contagiou a minha mãe! – dramatizei brincalhão. As mulheres riram, enquanto minha mãe balançou os cabelos saindo do quarto. Mas claro, antes de sair falou.
– sou fabulosa meu bem. Adios. – respondeu ela. Os deixando novamente a sós. Respirei levemente para que Anna Mel não notasse o meu nervosismo. O meu sonho de ficar sozinho com ela estava enfim realizado. O problema era que eu estava nervoso demais para fazer alguma coisa, se não, olhá-la como um completo boboca que sou.
– sua mãe é engraçada. – Anna ria, enquanto eu engoli a seco, por mais uma vez.
– mas, Juju eu posso fazer uma perguntinha?
– claro. – afirmei curioso. E quando dei por mim, ela estava sentada a minha frente. Porém muito perto de mim.
– você foi sempre rejeitado pelas pessoas? – perguntou ela.
– não quando criança. Mas depois que fiz meus dez anos completos e comecei a mostrar a minha inteligência os meus coleguinhas de classe começaram a se afastar de mim. E a partir daí, foi que começaram a praticar Bullying comigo. – respondi um pouco receoso.
– mas, essas pessoas humilhavam você? – continuou ela, com suas perguntas. Eu não entendia o motivo disto, porém não havia mal em responder suas perguntas.
– é, humilhavam e ainda humilham. Mas agora eu sei que tenho uma amiga loira e doida, e outra moreninha fofa que é uma pessoa boa. Você assim como Ashley, não tem maldade no coração, e sei que não vão fazer comigo o mesmo que fizeram os demais. Em você sei que posso confiar. Sempre. - respondi sincero. Com um sorriso no rosto. Certo, não me olhem assim era um sorriso de nervosismo. Eu queria tanto perder esta timidez infernal e beijar logo ela. Mas quem disse que consigo? É, pois é, é por isso que repito. Sou um trouxa.
– hum... Legal. – falou ela. Engolindo a seco.
– é muito legal.
– mas, durante o tempo em que não te enchiam você alguma vez já ficou com alguma menina?
– não.
– nem um simples selinho? Ou um beijo normal?
– não, eu nunca beijei ninguém. Ninguém quer me beijar, então... É isso. – respondi sincero.
– mas... Hum... E se alguma garota quisesse beijar você? – perguntou ela. Eu ri de sua pergunta.
– você é engraçada devo admitir, mas, isso é impossível. – respondi dando de ombros. Depois disso, ouvi um suspiro vir da linda morena a minha frente.
– bom Juju, eu tenho que ir minha mãe já deve estar de cabelos brancos de preocupação pela minha demora. E sabe como ela gosta dos cabelos ruivos e macios, então é melhor eu ir antes que ela arranque os meus cabelinhos e ponha em sua cabeça. Poderia me levar até a porta? – dizia ela. Levantando da cama. Assenti com a cabeça, um pouco desapontado enquanto caminhávamos juntos pela casa em completo silencio.
– nos vemos na escola. – disse ela. Deixando um beijinho muito fofo em minha bochecha. Sorri bobo com isso, pondo a mão na bochecha. Não foi um beijo na boca, e nem tive coragem de me declarar para ela mas, caramba! Caramba! Caramba!
[...]

Cheguei em meu armário um pouco irritado. Depois de ser bombardeado por bolinhas de papel na entrada da escola pelos garotos do time. Fiquei surpreso por Frad não ter sido o “comandante” deste atentado, porém ele ria da minha cara junto a algumas garotas que o rodeavam.
– mas que droga. – reclamei tirando uma das bolinhas que ficaram entre meus óculos.
– Juju que me ama, cê viu a Aninha Abelinha? – perguntou-me Ashley, parando ao meu lado. Encarei a loira, depois de fechar a porta do armário. Ajeitando os óculos ao rosto.
– não, eu pensei que estivesse com ela. É sua melhor amiga. – falei. Ela acentiu.
– é sim, e ela me ama muitão mesmo. mas é que não consigo achar aquela mini vaca.
– você chama sua amiga de vaca? – perguntei estranho. Ela riu, assustadora.
– uhum. Mas vou logo avisando. Ela é minha, e por tanto só eu posso chamá-la de vaca. Se tentar fazer isso no meu lugar te dou um chute no traseiro. – ameaçou ela.
Eu ri, acariciando o bumbum brincalhão. Fazendo ela rir ainda mais. Mas que boba. Como ela acha que eu, Justin Drew Bieber, irei chamar a Anna Mel de vaca? Isso nunca vai acontecer, é óbvio.
– mas é sério, onde está aquela vaquinha abelhuda? Hum? – perguntava ela, olhando para os lados a prorcura da amiga.
– para que precisa dela necessariamente? – perguntei curioso. Ela riu, me mostrando um esmalte rosa que segurava nas mãos.
– preciso da opinião dela para saber que tipo de rosa deverei usar no dia do baile da escola. Mas me dia aí, qual é o mais bonito na sua opinião? – perguntou ela. Eu ri.
– Ashley, todos eles são rosa. Não vejo nenhuma diferença entre eles. – argumentei.
– ora mas como você é ousado. Que Jujuba malvada! É claro que são diferentes, caso contrário não pediria opinião sobre esmaltes de cores iguais. –argumentou ela. Pela carinha que fazia, deve ter tirado sua argumentação em um ato de desespero, para não parecer boba. Eu ri com isso.
– certo, sei. – falei enquanto ria levemente. Observando a loira corar pela primeira vez. Olhando algo atrás de mim. me virei, tentando ver o que ela tanto observava, porém logo me arrependi de virar. Quando vi Anna Mel beijando um outro rapaz. Sim, para minha completa infelicidade era Damon quem ela beijava.
– ah tá. Era por isso que não vi ela. Tava dando umas beijocas no Damon lindão. Mas que sortuda. – cochichava Ashley no meu ouvido. Me virei, tentando manter longe do rosto as lágrimas que já deixavam minha visão embassada. respirei fundo, abrindo o armário com rapidez, pegando assim os livros necessários para a aula de hoje.
– Juju, você acha que eles são fofos juntos? – perguntou a loira. Brincando com suas madeixas loiras. Neguei meio atordoado.
– Ashley eu vou para a sala, logo todos devemos ir para a aula. Até mais.
– ei, você não vai esperar eles pararem de se pegarem para irmos juntinhos? Juntos a minha beleza tão arrazadora. – dizia ela.
Neguei tentando a todo custo esconder a lágrima que molhou a maçã do rosto correndo para longe. Deixando uma loira completamente confusa para trás. não posso negar. Negar que doeu ver ela beijando uma outra pessoa. Lábios que eu tanto sonhei em beijar, agora, outros beijavam e aquilo me deixou muito mau. Eu amo essa garota, o que posso fazer se sou louco de amores por ela?
– olhem só. O nerd ta chorando. O que foi que houve? Hum? Quero muito ajudar você. – ouvi a voz debochada de Frad invadir meus ouvidos. Mais uma vez, insistindo em me importunar.
– por favor, me deixa em paz. – falei baixo.
Segurando os livros com mais firmeza, caminhando entre as carteiras. Enquanto sentia algum deles me empurrarem em meio aos sorrisos malvados no rosto, continuei andando sentando logo na primeira fileira, de frente para o quadro negro. Olhando sempre para baixo.
– nossa, ele ta tristinho. Own que fofo. Quem foi que te deu um chute no traseiro? – perguntou um outro debochado. Suspirei, encarando meus cadernos e livros ajeitando os óculos.
– só porque anda com a Anna Mel e com a Ashley acha que vai ser popular? Que vai conquistar o coração de alguma das duas? Que idiota! – zombou Frad.
– você não fez uma promessa, Frad? – perguntou um garoto ao lado dele.
– sim. É mesmo, caro amigo. Fiz uma promeça a uma garota muito linda, e como sou uma pessoa de palavra irei comprir. Nicolas, bate nele por mim. – respondeu Frad.
– mas é claro. – respondeu o mesmo rindo.
– mas... espere. Ela não está aqui e nunca ficará sabendo do que fiz, portanto... eu mesmo irei fazê-lo. Afastem-se rapazes. O mestre entra em ação. – falava Frad, aparentemente orgulhoso. Fechei os olhos com força, esperando pela surra que levaria, porém passei breves segundos até ouvir algo interrompê-lo. Para minha completa sorte.
– o que está havendo aqui? – a voz de Anna Mel invadiu a sala. Uma voz confusa e aparentemente irritada. Baixei novamente a cabeça. Não tinha corajem de encará-la.
– não está acontencedo nada, minha gata. – respondeu Frad.
– “gata” é a sua vovozinha. E outra, eu não fiu, não sou e nunca serei sua. Entendeu, idiota? O que estava fazendo? Porque não deixa o garoto em paz de uma vez por todas? – perguntou ela. Irritada.
E pude perceber que estava frente a frente com Frad, pelo sapato que usava. Eu olhava para baixo, obviamente. É. sou um tonto que não tem coragem de revelar seus sentimentos por medo.
– ok, ok. Estou vendo que não sou bem vindo aqui. – disse Frad. E pelo seu tom de rendição bastante debochado, parecia erguer as mãos.
– não é mesmo. Na verdade, se você explodisse ficaria feliz. – debochou ela em troca. Essa era uma das muitas das razões que me fazem amá-la cada vez mais. Anna Mel é o tipo de garota que não tem medo de ninguém. Que enfrenta o Frad com tanto deboche, com tanta sarcastidade, com tanta ironia que me deixa completamente bobo. Pela sua coragem de enfrentá-lo. Já que muitas garotas desta escola, pareciam ter medo dele, apesar de admirá-lo por ser rico e bonito.
– está de TPM Anna Mel? – perguntou debochado.
– cai fora daqui, antes que eu chute esse “cara” que tem entre as pernas. – eu ouvia ela falar ameaçadora. Depois disto ouvi passos, e alguns barulhos ao fundo.
– está tudo bem com você, Juju? – perguntou ela. Agora, sentada ao meu lado na carteira. Assenti ainda de cabeça baixa. Eu não tinha coragem suficiente de encarar Anna. Eu não era como os outros garotos. Apesar de doer, eu sabia que nunca a teria. Eu nunca teria o seu amor.

[...]

Caminhei um pouco apressado pela escola. Tentando andar o mais rápido que minhas pernas conseguiam. Era sempre assim. Saindo com pressa depois do fim das ultimas aulas, para não apanhar do Frad e de seu grupinho sem cultura. Apesar de ultimamente, ocorrerem apenas ofensas, o medo de apanhar ainda era grande. É por isso que corro da escola, como o “Coisa” foje da cruz.
– hey! Juju, espera. – a voz doce de Anna Mel me tirou dos pensamentos e de pronto, parei onde estava, virando para encará-la em seguida. Vendo a mesma, sem demora ficar a minha frente, respirando profundamente.
– eu quero te fazer uma pergunta. – disse ela.
– claro. Pergunte. – falei um pouco mais calmo. Ajeitando os óculos, percebi que a morena a minha frente parecia nervosa. Bastante nervosa, o que por certo me deixou bastante curioso e preocupado. O que houve com ela?
– você... você aceita ir ao baile comigo?
– como? Você esta brincando, não é mesmo? – rebati confuso. Será que ela esta mesmo brincando comigo? Ninguem nunca me quis como par para o baile da escola.

– não. Eu não estou. Mas então, o que me diz? Você aceita ser o meu par no baile da escola? – continuava ela. Engoli a seco, com os olhos arregalados.

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