15 de jul de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 43 - Abelha sem Mel

 
 POV JUSTIN
Dois dias Depois...
- Você é muito mole! Não pode ficar fazendo tudo que ela quer! - reclamava Mike, visivelmente bravo pra mim. Bufei arrumando o óculo ao rosto.
- Não sou mole coisíssima nenhuma! Isso porque não foi você que teve de cuidar de uma menininha doente! - rebati na mesma hora.
- Mas não é por isso que vai fazer tudo que ela pedir!
- Mike, olha só, até agora ninguém ouviu gritos, choros, sangue ou pessoas molhadas pela água fria. Quer dizer, deu certo, não é? Assim foi mais fácil. Veja. O Juju não está em estado de choque, já não é um bom sinal? - comentou Ashley em minha defesa, enquanto eu a agradecia mentalmente.
- Está errado de qualquer forma. Não vê que assim só piora as coisas? Vou dizer uma coisa sobre essa garota quando está doente. Ela é terrível, um completo assombro! É um tormento cuidar dela, as vezes é uma missão quase impossível. Sei do que estou falando. Eu a conheço desde que me entendo por gente, e acreditem, essa não é a melhor forma de cuidar dela.
- É mesmo, é qual é então? - desafiei cruzando os braços. Vamos ver se ele a conhecia melhor do que eu.
- O que falei antes... Que terá por fim, gritos, sustos, pessoas molhadas e pequenas poças de sangue. - respondeu ele, como se soubesse o que fazia.
- Isso é loucura!
- Claro que não é! Acha o que? Que deve deixá-la de baixo das cobertas só pra que ela não chore? Justin ela está ardendo em febre!
- Eu sei disso. Foi por essa razão que a mediquei e tirei os excessos de panos sobre o corpo dela. Abri as janelas também...
- Isso não vai resolver. Aquela garota precisa de um bom banho frio pra diminuir a temperatura, até você sabe disso.
- É claro que sei, Mike! Mas é muito ruim ouvir ela choramingar e espernear...
- Essa sua pena dela que está acabando com tudo, garoto! Vivi a minha vida inteira ao lado daquela garota chata, e sei o que é tê-la doente. Também não é fácil pra mim, mas ela precisa de pulso firme. Alguém a quem ela obedeça, que a faça tomar todos os remédios e...
- Mas ela tomou um medicamento, eu dei a ela...
- Não pense que sou idiota. Eu vi os seus bolsos cheios de doces. Ela não sabia que tinha remédio dentro deles, se soubesse eu duvido que os tivesse tomado. - rebateu ele. Certo, estou ficando irritado.
- Ela é muito manhosa quando está assim. Basicamente porque está impossíbilitada de comer por conta da garganta inflamada, as ânsias de vômito, dores de cabeça e ouvido. Fora a moleza corporal. Nesse período ela dorme mais do que o normal. E essa irritação nos faz gritar, rolar, sacudir, correr, vomitar e se molhar. Apesar de tudo isso acontecer nesse período ter pena dela não adianta em nada. Mike está certo. - concordou a Sra. Benson, mãe de Ashley. Estávamos todos parados a porta do quarto discutindo o que faríamos a seguir. E sim, a coisa era séria.
- Talvez ela faça isso porque são brutos demais. Não entendem o que é ter todo o corpo dolorido.
- Eu vá tive garganta inflamada, Justin. Sei exatamente o que ela está sentindo. Mas diferente dela, eu ficava bom mais rápido porque seguia todas as recomendações dos meus pais, por mais difíceis que fossem.
- Não é assim que funciona.
- Ok então, espertinho. Vá lá. Tente convencê-la a tomar banho para baixar a temperatura. Se conseguir eu não vou mais implicar com você. Caso contrário, terá de admitir que estou certo. - propôs Mike estendendo a mão para que a apertasse pra firmar um acordo. Assim o fiz.
- Isso é fácil.
- Não acreditaria nisso se fosse você, camarada. Boa sorte. - e quando sua voz não era mais ouvida, percebi que ele tinha me empurrado para dentro do quarto e fechado a porta atrás de mim. Respirei fundo, e caminhei até a cama, onde uma garota estava deitada de costas para a porta. Tremia, e não estava do jeito que deixei quando saí. E sim, coberta dos pés a cabeça. Tirei alguns lençóis do seu rosto e o acariciei assim que deitei ao seu lado na cama, apoiado sobre os cotovelos para observá-la de cima.
- Anjo? Acorde. - perguntei baixinho e doce. Anna apenas fez uma careta e continuou com os olhos fechados.
- Vamos, você precisa se cuidar. Está ardendo em febre. - continuei, deixando carinhos em seus cabelos. Outro resmungo baixo e ela lentamente abriu os olhos. Ué, ela não é tão assustadora quanto os outros disseram.
- Não quero banho... Frio... Vejo a luz branca... Não... - sua tentativa de falar foi tão inútio, que ouvi apenas fragmentos de uma possível frase.
- Mas precisa. Se fizer, eu trago aquele pacote de Doritos que te dei de presente. Assim poderá comer quantos...
- Não posso... Comer. - cortou com a voz baixa devido a dor na garganta. Ri nervoso. Tinha esquecido que ela não poderia comer direito nessas situações, e era exatamente por isso que ela tinha uma carinha de brava.
- Mas vai poder porque se fizer, vai ficar boa mais rápido.
- Me-mentiroso... Não... Comida... Isso é chato... É igual... Caralho. - mais uma vez não entendi o que ela disse por escutar apenas fragmentos de frases. Se fosse um dia normal, a repreenderia por estar falando um palavrão. Mas não podia brigar com alguém doente.
- Se não melhorar logo, como vai poder fazer as receitas e assistir seus programas de culinária? Sabia que assisti a todos e anotei cada ingrediente pra você não perder nada? - continuei. Eu tinha de tentar convencê-la. E não era pela aposta. Era difícil ver a minha pequena nessas condições. É tão fofinha, mas ao mesmo tempo tão... Doentinha. Porém tudo que recebi foi um sinal negativo com a cabeça. Ela era durona.
- Por favor, Anna é só um banho. Prometo que vai ser bem rápido. - acariciei sua bochecha. Novamente, negou. Porém, depois de me encarar por alguns segundos, ela suspirou e aceitou minha proposta.
- Quando eu... Melhorar... Comida...
- Sim, vou comprar muita comida pra você quando ficar boa. Prometo. - beijei sua bochecha com um sorriso no rosto, ajudando-a a sentar-se na cama. Assim que estava de pé a sua frente e me preparava para carregá-la no braço até o banheiro ouço um resmungo rouco. Estava difícil entender o que ela queria desse jeito.
- Não... Ash... Francis... Pra mim. - resmungou, me fazendo notar apenas agora que estava abraçada a Milhela. Como um namorado obediente fiz o que ela pediu. Querem tradução? Tudo bem. Ela pediu para que pegasse seu pato de borracha, Francis, que estava no quarto da loira. Não me pergunte porque estava lá, eu também não faço ideia.
- Ashley, o Francis está no seu quarto? - perguntei assim que cheguei ao corredor.
- Espera, ele conseguiu? Como assim? - havia confusão na voz de Mike.
- É, não houve gritos, choros, vômitos, pessoas molhadas ou sangue. Meus parabéns. - continuou Damon.
- Não ele sempre fica no banheiro, nunca ficou no meu quarto. Você sabe os ciúmes que ela tem dos bichinhos peludos. - jura que é só disso que ela tem ciúmes, Ashley? Então porque ela tentou chutar o traseiro do Will ontem a tarde? Pensei depois de ouvir a resposta da loira.
- Pra que você quer o Francis? - perguntou Damon.
- Ela o quer. Acho que é para tirar a atenção da água fria. - comentei dando de ombros.
- Pera, você que vai dar banho nela? Ouvi direito?
- Eu acho que isso é bem óbvio. - retruquei e tive a impressão de ver Mike 'inchar'.
- Nem pense nisso. Não toque um dedo nela ou acabo com a sua raça!
- Mike, cê acha mesmo que eles num fizeram nada? Nadinha inha inha mesmo? Jura? - comentou Ashley, como se dissesse 'em que mundo você vive?'. Eu é claro, fiquei muito vermelho.
- Prefiro viver na ilusão de que ela é uma adolescente ingênua e virgem. - retrucou irritado. - Por tanto, quem vai ajudar a Anna a... Bem, vocês entenderam, é a Ashley. - concluiu observando a loira arregalar os olhos. Certo, o que há de errado desta vez?
- Porque eu? - perguntou. Aquilo na voz dela era medo?
- Porque você é mulher e melhor amiga, por isso. Agora vai. Anda, vai depressa. Aproveita que ela está querendo o Francis. - ele empurrou a loira para dentro do quarto e fechou a porta. Logo em seguida, todos fomos atraídos por uma risada estranha de um gato faminto com asma. Ah, tá. Era só o Damon.
- Tadinha da loira.
- Mas se está tudo em silêncio, quer dizer que a Anna não mostrou resistência. - exclamou a Sra. Benson.
- Vocês falam dela como se fosse um monstro de sete cabeças. Ela é só uma garota doente!
- Você é novo nessa área. Logo vai saber do que estamos falando. - retrucou Mike, de braços cruzados e cara fechada.  Dois minutos depois ouvimos uma coisa estranha vir do lado de dentro. Ficamos com os ouvidos a portas para ouvir melhor o que acontecia.
- Não, por favor, não faz isso com o meu cabelinho... AHHHHHHH! - quando dei por mim, estava abrindo a porta e me encaminhando para o banheiro. Aquele grito só poderia ser da loira. Mas a questão era, porque ela tinha gritado. E se querem saber, acho que nunca vi algo mais engraçado em toda vida. Lá estava ela. Jogada na banheira, a água fria tendo molhado-a por completo. A carinha de brava, parte dos cabelos loiros sobre o rosto e um bico enorme nos lábios. Anna, sentada na tampa do vaso, enrolada nos cobertores da cama, e abraçada a Milhela e Francis, tinha uma carinha de garotinha inocente. Os olhos verdes brilhavam. Estava encolhida, longe da banheira onde uma loira a encarava furiosa.
- O que houve, aqui? - perguntei curioso, tentando não rir. Qual é, tava engraçado.
- ESSA... ABELHA... VACA... E GORDA... ME... JOGOU AQUI! OLHA PRO MEU CABELINHO! - gritou protestando, saindo da banheira e pisando forte até sair do banheiro. Anna ficou fazendo carinho nos brinquedos que abraçava, como uma criancinha de cinco anos.
- Certo, pode sair Justin, eu cuido dela agora. - a Sra. Benson me puxou para fora e fechou a porta. Com todos dentro do quarto, sentei na cama e fiquei esperando. Qual é, já tinha visto tudo, porque não me deixavam fazer isso? Não tem condições de fazer algo com ela nessas condições, é até loucura eles pensarem isso. Segundos depois, outro barulho. A porta se abriu e uma figura estranha saiu correndo de lá.
- AHHHH! SOCORRO!... - com a mulher correndo para longe, também toda molhada, o marido foi atrás e assim a porta do quarto tornou a se fechar.
- Nossa...
- Disse que você era novato nessa área... - falou Mike. - Será que sua mãe pode vir aqui? É que a Tia Lisa está resolvendo os problemas da filha.
- A mãe da Clarice está aqui? - perguntou Damon.
- Está. Mas será que...
- Meus amores, desculpem a demora. Quando soube que ela estava doente... Céus! Onde ela está? - espera aquela era a minha mãe? Porque ela está aqui?
- Está no banheiro, será que a senhora pode ajudar ela a tomar banho? É que a Anna está meio molinha, e...
- Pode deixar querido... - ela beijou a bochecha de Mike e foi para o banheiro. Ei! Seu filho sou eu e não ele! Esqueceu de mim, foi? Porém, o que mais me impressionou, foi que se passaram longos minutos e o som era de água e conversas baixas. Ela saiu, entrou no closet e tornou ao banheiro. Alguns minutos depois, elas saíram juntas e um cheirinho floral maravilhoso invadiu o quarto. Ainda de olhos arregalados, como os outros garotos também estavam, vimos minha mãe deitar minha namorada na cama e cobrir-lhe até a cintura. Quando Anna fechou os olhos para dormir, saímos em silêncio sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.
- Eu. Não. Creio! - dizia Mike inacreditável. Pois é, seu ladrãozinho de mães. Ela conseguiu. E é só minha!
- Como foi que a senhora fez? Todos que tentaram acabaram chorando e gritando. Como conseguiu? - perguntei curioso ficando ao lado da minha mãe. Ela sorriu e beijou minha bochecha. Agora sim.
- Não posso revelar meus segredos. Aliás, onde está a loira?
- Deve estar no quarto choramingando pelo cabelo molhado. - respondeu Damon. Será que ela passou tanto tempo assim? Mesmo?
- Agora temos de preparar algo pra Anna comer. E vocês rapazes, vão ajudar. - tornou a Dona Pattie com voz mandona fazendo os outros bufares. Preguiçosos!
[...]
Horas Difíceis Depois...
- Qual é, engole isso logo de uma vez! Vai passar rápido. - Mike tentava persuadir a irmã a engolir o suco que ela fazia questão de manter na boca. Aquele era suco de manga. O predileto dela. Mas nada a fazia comer. Até água era difícil dela engolir. Estou falando sério. Tudo que ela fazia era balançar negativamente a cabeça com a boca cheia.
- Tente fazer um esforço, você consegue. - tentei e novamente ela negou.
- Está gostoso, Abelha. Olha como está bom. - Ashley sentou ao lado esquerdo da amiga, pegou o copo das mãos de Mike e tomou um gole grande. Por um instante achei ter notado vestígios de lágrimas nos olhos da morena, enquanto via a amiga beber seu suco predileto sem sentir dor.
- Não vai melhorar se não comer nada. Eu sei que dói, mas tem que se esforçar, Anna. - continuou Mike. E sim, tinha irritação no seu tom de voz. - Você não comeu a torrada com geléia, as frutas.... Ao menos beba o suco.
- Hmm. - murmurrou negativa.
- Engole isso, Anna. - mandou. Outro não. - Bebe isso, engole agora! - insistiu o moreno ficando mais perto. Ela negou novamente. - Engula agora ou eu vou... - acredito que os olhos de todos na sala se arregalaram com o que viram. O meu não estava diferente. Ela tinha mesmo cuspido todo o suco da boca no rosto dele. Ele parecia não acreditar que a irmã tinha feito aquilo, suas pálpebras não se moviam. Estava paralisado. Enquanto ela, claro, tinha um olhar inocente e acariciava Milhela e Francis. Era a quinta vez que aquilo acontecia. Sim, Anna fez o mesmo com Damon, Ashley, Sr. e Sra. Benson e acreditem, até com minha mãe. Porém Mike não queria acreditar que aquilo tinha acontecido de novo. Não com ele.
- Você ficou doida? - perguntou depois de longos segundos. Damon, com um sorrisinho de canto, sorrisinho chato e debochado como sempre, puxou ele para longe de Anna até o banheiro. Não entrou com ele, é claro. O que deduzi, que Mike foi lavar o rosto. Santa Raíz Quadrada, agora era a minha vez! Será que ela vai cuspir na minha cara também?
- Tome só esse suquinho, tem pouquinho. Juro que não vai doer.
-  Não. - repondeu tão baixo que se não estivesse dando toda a atenção a ela, certamente não ouviria.
- E que tal uma água? - outro não. O que é que vou fazer?
- Tudo bem então. O que você quer comer? Quer um sorvete? Tem de Napolitano, é o seu favorito não é? - sentei um pouco mais perto. Não recebi uma resposta negativa. Do contrário. Ela baixou a cabeça e apertou as pelúcias ao corpo. Vi de perfil uma lágrima sólitária molhar sua bochecha. Ela estava chorando. Meu nervosismo aumentou ao ver aquilo. O que iria fazer? Ela amava comida, e no entando não podia comer nada daquilo que tanto gostava. Ou seja, tudo que oferecemos.
- Você sabe que se comer, vai melhorar mais rápido, não é? Então, se você tomar esse copinho pequeno de suco ou de água, eu não peço pra você comer mais nada, tá bom? - tornei a insistir. Ela levantou o rosto, os olhinhos tristes e não disse nada. - Quando melhorar, vou comprar toda a comida que você quiser. Prometo. - quando pensei que ela diria 'não', vi Anna pegar o copinho e, em um único - e doloroso - gole, esvasiou o recipiente e urrou de dor pondo as mãos sobre os ouvidos. Com um sorriso no rosto, Ashley pegou um analgégico específico para dores de ouvido e pingou no ouvido da amiga. Depois de beijar a bochecha dela - e me fazendo perguntar como tinha perdoado tão rápido seu cabelinho destruído na água fria da banheira - saiu com os demais do quarto. Logo estavamos apenas eu e minha namorada. Onde tentava a custo, fazer uma remungona com dores dormir.
[...]
Saí da cozinha, com a loira me puxando pelo braço. Decidimos limpar a bagunça que a Anna fez na bandeja onde levamos a comida para ela, e os pratos que lavava quando uma doida decidiu que seria legal me arrastar pela casa como um bonequinho de criança.
- Juju eu quero falar com você.
- Tudo bem, podemos falar, mas por favor, não arranque meu braço do corpo. - reclamei ouvindo um resmungo dela. Quando meu braço se viu livre de seu aperto, percebi que estávamos na área da piscina. Certo, o que essa doida pensa que está fazendo?
- O que está fazendo? Tudo bem, quer falar comigo, mas porque aqui? Longe de tudo e de todos? - questionei curioso. Ashley chegou mais perto e me encarou os olhos.
- É sobre você e a Aninha.
- Fale, então. Desembucha.
- Certo, vou desembuchar. Eu sei que você vai embora, então...
- Hey! Eu não vou embora, é só por uma semana.
- Pra você pode ser, mas para mim não. Olha Juju, você é uma boa pessoa, uma boa Jujuba, de verdade. Você tem minha admiração, é a Jujuba mais inteligente que já conheci. E por isso estou dizendo que vai acabar indo embora. Porque é talentoso e desinrrolado. Carismático. Acha mesmo que será só por uma semana?
- Ashley...
- Não pense que estou com raiva. Fico feliz que tenha a oportunidade de realizar seu sonho, a Anna me contou que já te ouviu cantando na frente do Avon Theatre. Já vi seus videos... Quero dizer, estou feliz por você, de verdade e...
- Onde você quer chegar com isso?
- Tudo bem, vou falar de uma vez. Estou com medo por ela. Entenda, Anna Mel é minha melhor amiga desde que me entendo por linda e maravilhosa. Se realmente for embora, não dê falsas esperanças a ela. Seja sincero e ela entenderá. Está dando a maior força pra você seguir seu sonho, não é? O que quero dizer, e pedir é que não minta. Se puder ou não levá-la com você fale. Se tiver de ficar, fale. Se tiver de ir, vá. Mas não dê falsas esperanças porque ela gosta mesmo de você.
- Jamais mentiria pra ela. Você deveria saber disso melhor do que ninguém.
- E fico feliz que pense assim. Mas é só pra lembrar você, para que continue a ser essa Jujuba sincera que ela gosta tanto e que me acha extremamente linda. - argumentou erguendo as sobrancelhas. -  Porque todos no planeta sabem que sou linda, e que não preciso de concurso para ser eleita Miss Universo. - ri quando ela voltou ao normal na última frase.
- Você vai ter que prometer que será uma boa Jujuba. - estendeu o dedo mindinho. Fiz o mesmo, fazendo uma espécie de juramento. Apesar de não ser necessário. Afinal, estávamos falando de Anna Mel Montês. Seria a última pessoa ao qual mentiria. - Agora que prometeu, vá lá espalhar e Jujubar, enquanto espalho minha beleza pela área da piscina. - louca ela? Imagina!

Notas Finais...
Oi oi oi, como vão? Aqui está mais um cap da fic. Está bem simples, não tem nada demais, e por isso não gostei muito dele. Fiz esse cap enquanto estava doente, assim como a Anna, com a garganta inflamada. Acreditem, é a coisa mais chata da vida! E ainda pior quando se está com uma porcaria de dor dos ouvidos dos infernos que não te deixa ouvir seus próprios pensamentos. Então achei que a Abelha poderia ficar dodói, pra não me sentir tão sozinha.  hehe Mas bem, espero que tenham gostado do capítulo - mesmo tendo ficado uma bosta - e que tenham rido. Comentem, está bem? Beijinhos :D

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