24 de jun de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 17 - Me Ame do Jeito que Gosta


POV JUSTIN
Anna mantinha suas mãos em minha nuca me puxando cada vez mais para perto. Eu por minha vez, tinha as mãos curiosas que passeavam pelo corpo escultural da mulher abaixo de mim. Senti uma das mãos pequeninas de Anna passearem por meus braços, descendo para o peitoral descendo ainda mais até a barra da calça de moletom que eu vestia. Ela colocou a mão dentro da roupa e da Box azul marinho que vestia. Senti um arrepio na espinha quando a mãozinha dela entrou ainda mais na Box tocando levemente o companheiro que vivia no meio de minhas pernas. Parti o beijo ofegante quando ela me empurrou pelos ombros tomando por mais uma vez o controle da situação. Logo ela estava tirando minha calça de moletom jogando-a para o mais longe sumindo do meu campo de visão. Puxei-a para mim pela cintura tomando mais uma vez seus lábios em um beijo mais rápido e assim, ficamos os dois de joelhos sobre a cama trocando carícias.
– Isso é bom? Você está gostando? – perguntava ela entre beijos. Desci uma das mãos apertando com força seu traseiro o que me fez sentir a maravilhosa sensação de sua intimidade se chocar contra a minha. Parti o beijo tomando seu pescoço.
– Amando. – respondi entre beijos e outros chupões. Ela se arrepiava com meus toques, porém se agarrava ainda mais ao meu corpo bagunçando meus cabelos.
Deixei seu pescoço retirando o óculo deixando o mesmo na mesa de cabeceira, tornando a beijar seus lábios. Segundos depois meu corpo caiu com tudo em cima da cama quando Anna me jogou sobre a mesma de um jeito sexy. Ela tinha um sorrisinho safado no rosto. Anna Mel já era sexy por natureza por ser filha de pais Brasileiros, porém ela parecia estar ainda mais sensual com a lingerie valorizando todas as curvas perfeitas de seu corpo. Seu traseiro médio, liso e durinho, suas coxas torneadas, sua cintura curvilínea, seus cabelos caindo como cascata sobre seus seios ainda cobertos pelo belo sutiã que vestia.
Seus magníficos olhos verdes, seu sorriso sapeca, faziam-me delirar e meu ‘pequeno’ companheiro parecia pensar da mesma forma que eu, já que era possível ver um grande volume entre minhas pernas que aumentou ainda mais quando minha Box foi retirada do meu corpo com rapidez deixando meu membro exposto para minha namorada. Minhas bochechas coraram. Era a primeira vez que fiquei neste estado na frente de uma mulher. Aquilo me fez sentir envergonhado.
– Não precisa ficar envergonhado. Ele é lindo. – a comentou deixando um beijinho doce sobre meus lábios em forma de um rápido selinho, em uma tentativa de acalmar meus ânimos. Logo, ficando melhor apoiada a cama com o rosto de frente para meu membro.Respirei fundo, em completo nervosismo. É agora.
– Não precisa ficar nervoso querido. Apenas relaxe e deixe o trabalho comigo. – falou Anna com um sorriso sapeca ainda maior em seu rosto.
Assenti com a cabeça vendo-a cobiçar meu membro com o olhar. Arrepiei-me quando senti uma de suas mãos pequeninas tocarem meu membro fazendo sobre ele leves carinhos lentamente. Suspirei fechando os olhos apenas sentindo seus carinhos em mim. Não se demorou muito para que os movimentos ficassem mais intensos e rápidos os que me fez abrir os olhos rapidamente vendo o quão sexy ela estava. Estva ficando louco. Uma mão fazia um delicioso vai e vem, enquanto que sua boca cuidava de acariciar meus testículos. Estava cada vez mais excitado.
– Vamos querido, relaxe. – falou Anna de forma sexy para mim notando que revirava os olhos, reprimindo gemidos altos mordendo os lábios.
– Vai, Justin. Geme pra mim. Quero ouvir você. – continuou ela fazendo movimentos ainda mais rápidos com as mãos, por vezes apertando meu membro.
– Eu... Preciso... Da... Sua... Boca... Nele... Por favor. – gemi baixo em um ato de desespero.
– Pede mais, pede.
– Awn... Por favor.
– Mais uma vez. Me diz o que você quer que eu faça e como devo fazer. – continuou ela provocativa mordendo os lábios.
– Estou implorando, me chupe por favor. – falei desesperado quase tendo um ataque.
Vi Anna sorrir pondo assim a mão na base e pondo na boca apenas a parte que cabia e a outra parte continuou no movimento. Gemi alto com o corpo fervendo em prazer. Sua boca era pequena o que deixava minha situação ainda mais complicada.
– Awn amor. Você é tão gostosa. Awn... Isso, me chupa todo. Chupa. – eu falava entre gemidos fazendo uma espécie de rabo de cavalo em seus cabelos ajudando-a com os movimentos. Aquilo era o paraíso. Era impossível parar de gemer com seus movimentos.
– Não para, por favor, não para. Own. – gemi mais uma vez de olhos fechados movimentando o quadril para frente e para trás segurando sua cabeça, fazendo ainda mais pressão contra meu membro. Continuei ‘fodendo’ a boca dela, apesar de não gostar deste verbo, até sentir meu corpo entrar em êxtase e meu sêmen melar a boca dela em um jato forte.
– É bom não é querido? – perguntou sapeca bebendo todo o liquido que tinha na boca de uma forma sexy ainda olhando diretamente nos meus olhos.
Sorri a puxando pelo braço para cima de mim em um beijo ardente. Eu apertava o bumbum dela com força, obrigando-a a rebolar sobre meu membro ainda duro. Sim, ele ainda estava duro. Virei na cama tomando o controle da situação ainda sem partir o beijo passeando as mãos pelo corpo excitante da mulher a baixo de mim. Fiz uma trilha de beijos pela sua bochecha até chegar ao pescoço, onde deixei mordidinhas e pequenos chupões.
Anna bagunçava meus cabelos mordendo os lábios, enquanto eu me atrevia a distribuir beijos por seu pescoço descendo cada vez mais. Meu corpo fervia, meu coração batia rápido, meu corpo começava a suar, mas ainda sim não parei. Continuei com os carinhos, descendo cada vez mais até chegar a seus seios onde deixei beijos mesmo por cima do sutiã.
– Posso retirá-lo? – perguntei ofegante encarando seus lindos olhos verdes.
– Você pode fazer o que quiser querido. – respondeu ela sexy sorrindo para mim.
Dei atenção para o sutiã retirando o mesmo, jogando-o longe de nós. Anna possuía seios fartos, perfeitamente redondos, durinhos e mamilos rijos pela excitação. Ainda bobo com tanta beleza, fiz pequenos carinhos no seio direito deixando pequenos beijinhos e mordidinhas, e no outro minha mão fazia seu pequeno trabalhinho dando alguns apertos. Nunca tive uma experiência deste gênero, por tanto era óbvio que estava agindo por instinto, estava dando o melhor de mim o que parecia agradar minha namorada.
Ela se remexia em baixo de mim, bagunçava meus cabelos com as duas mãos, por vezes arranhava meus ombros sempre fazendo questão de que nossas intimidades se chocassem.
– Isso querido, não pare. Assim. Hmmmm... – falou ela rebolando em baixo de mim chocando novamente sua intimidade de propósito com a minha.
Dei atenção ao outro seio, chupando, mordiscando, beijando, acariciando. Olhei de relance para cima e pude vê-la fechar os olhos com um sorriso no rosto. Parecia absorvida pelo prazer. Parei com os carinhos em seus seios e fui descendo meus beijos por sua barriga, fazendo carinho em cada curvinha que achei, descendo e descendo até chegar ao seu ponto crítico. Retirei lentamente sua calcinha tendo a visão do paraíso.
Era tão linda. Tão linda. Ter aquela visão fez meu ‘amigo’ ainda mais duro, mas tão duro que chegava a doer. Passei a beijar a parte interna de suas coxas, deixando também algumas mordidinhas. Passava a língua por suas coxas e via Anna dar toda a atenção para mim. A medida que meus carinhos ficavam cada vez mais próximo de sua intimidade encarei-a como um pedido de permissão para concluir o ato, permissão essa que logo foi cedida por ela.
Respirei fundo, afastando melhor suas pernas ficando no meio delas. Encarei aquela intimidade molhada, que me parecia tão suculenta. Ainda nervoso, passei a pontinha do nariz na região apenas em um carinho inicial, sentindo o cheirinho agradável de pêssego que ela tem. Maravilhosa. Depois, passei a língua lentamente por toda extensão e neste mesmo instante pude sentir as mãos dela sobre meus cabelos novamente. Deixei-me levar pelo momento, intensificando os carinhos.
Eu beijava, mordiscava, chupava. Fazia tudo o que podia e sabia que existia e que logicamente a deixaria satisfeita. Chupava seu clitóris com vontade a sentindoela rebolar em minha boca, empurrando cada vez mais minha cabeça contra ela.
– Isso querido... Não pare, por favor... Está tão bom... Hmmm... – falava ela baixinho rebolando em minha boca.
Intensifiquei ainda mais os carinhos, apenas por saber que estava dando prazer a minha amada. Era algo maravilhoso. Tirei minha boca, pondo apenas um dedo dentro dela enquanto retomei os movimentos com a língua em seu clitóris. Anna era muito apertada, e eu até imaginei como seria estar dentro dela, e se a machucaria já que era tão grande.
– Awn... Juju... Awn delícia... Awnnnnnn gostoso! – gemia ela afundando ainda mais minha cabeça na sua intimidade.
Por êxtase do momento ela fechava as pernas por vezes me obrigando a ir mais rápido com os dedos. Olhava por meros segundos para cima a vendo apertar os próprios seios com a mão livre gemendo meu nome. Não pude agüentar e pus mais um dedo fazendo movimentos ainda mais rápidos e precisos a vendo revirar os olhos entre gemidos. Só parei quando Anna Mel me puxou de encontro a seu rosto com brutalidade tomando meus lábios em um beijo desesperado. Posicionei-me no meio de suas pernas com o pênis na entrada de sua intimidade. Continuamos a nos beijar intensamente até que foi preciso parar para recuperar todo o ar que havíamos perdido.
– Agora você tem ideia do que fazer, não tem? – perguntou ela no meu ouvido acariciando meus braços.
– Mas eu você é tão pequena, Eu sou tão grande. Tenho medo de machucar você.
– Você não vai me machucar. Eu confio em você. – rebateu ela ternamente encarando meus olhos com um sorriso lindo nos lábios.
Devolvi o sorriso beijando-lhe a boca entrando pouco a pouco nela. Pequena. Apertada. Era tão apertada que chegava a espremer meu membro dentro dela, porém aquela foi a sensação mais prazerosa de todas.
– Own... Meu Deus... Own... – gemi sem agüentar mais, iniciei os movimentos indo a um ritmo constante até a ir mais rápido.
Ela me abraçava forte, arranhava minhas costas, gemia meu nome pedindo por mais. E assim ia cada vez mais rápido, e rápido, e rápido até sentir meu liquido invadi-la por completo. Tão rápido?
– Já acabou? – perguntei confuso e arfante, com o suor na testa.
– É normal ejacular rápido na primeira vez. Mas só vai acabar por aqui se você quiser. – respondeu safada.
– Eu quero mais. Muito mais.
– Então continue que te levarei ao céu. – disse ela me beijando novamente.
Como ainda estava dentro dela, retomei os movimentos apertando um de seus seios com a mão livre. Entrava e saia dela com rapidez e precisão e suas pernas abraçaram meu corpo e toda a excitação permaneceu ainda mais forte mesmo tendo ejaculado por duas vezes. Eu queria mais, muito mais. Não iria parar até não agüentar mais, até não ter nada para expelir. Saí de dentro dela sentando de joelhos na cama. Logo Anna estava por cima de mim, encaixando-me a ela dando inicio a movimentos prazerosos.
Ela cavalgava em mim com tanta vontade, que seus seios se chocavam com meu rosto subindo e descendo, subindo e descendo. Aquilo era muito sexy. Segurei sua cintura, ajudando-a a manter os movimentos firmes enquanto minha outra mão apertava seu seio direito.
– Awn como você é grande... Que delícia... – gemia Anna rebolando em meu membro ereto quicando nele com rapidez, força, precisão.
A forcei para baixo, obrigando-a a parar para continuar eu mesmo com o vai e vem ainda mais forte. Anna abraçou meu corpo apoiando a cabeça na curva do meu pescoço.
– Oh, Céus! Hmmm... Não pare... Isso, assim... – gemia ela em meu ouvido.
Por mais que ela gemesse alto, era sempre um gemido sexy, um gemido que me deixa louco. A joguei na cama, vendo ela me olhar safada. Arregalei os olhos quando a mesma ficou na posição de um cachorrinho para mim, com o traseiro empinado na minha direção. Lembrei da vez em que estávamos na biblioteca e ela empinou o traseiro pra mim sem querer. Agora poderia realizar o meu sonho. Fiquei de joelhos atrás dela, segurando em sua cintura me encaixando novamente nela.
Comecei já em uma velocidade incrivelmente rápida, ouvindo até mesmo o som de nossos corpos se chocando. Ela ainda rebolava no meu membro que entrava e saia com força. Pendi a cabeça para trás, fechando os olhos com força. Passei a estimulá-la o clitóris com a mão livre. Paraíso. Aquilo era o paraíso.
– Own... Amor... Isso é tão bom... Céus! – gemi alto e roucamente ainda entrando e saindo dela.
Tempos depois, paramos com os movimentos deitando novamente na cama. Fiquei atrás dela, que estávamos deitados de lado. Com uma das pernas levantadas, pude me encaixar melhor a ela retomando os movimentos fortes e rápidos e vai e vem. Apoiei minha cabeça sobre a dela segurando sua perna, mantendo-a suspensa apertando-a tentando liberar o prazer que sentia.
– Estou no paraíso... Own amor... Oh! – gemi em seu ouvido roucamente, agora estimulando sua intimidade. Anna pôs a mão em meus cabelos fechando os olhos com força.
– Não para... Por favor, não para. – falou ela em forma de gemido e assim fui ainda mais forte e mais forte até sentir ser espremido por Anna com uma força absurda.
E sem poder mais agüentar, deixei meu liquido invadi-la em um jato ainda mais forte do que os anteriores misturando-se com o dela e juntos gememos em puro êxtase. Respirei fundo, diminuindo os movimentos gradativamente até parar completamente. Anna desceu a perna suspensa relaxando a cama.
Nossas respirações eram rápidas, nossos corações batiam descompassados, tínhamos os corpos suados e cabelos grudados ao corpo. Mas eu estava feliz. Radiante. Tinha um largo sorriso idiota na cara, um completo bobo. Deixei um beijo terno na bochecha da minha amada acariciando seus cabelos suados com doçura, ainda abraçado ao seu corpo.
– Obrigada por me dar a noite mais feliz da minha vida. Amo você. – falei baixinho em seu ouvido, ouvindo em seguida uma pequena risadinha doce vinda dela.
– Eu amo muito mais. – virou o rosto encarando meus olhos com carinho.
– Eu amo ainda mais. Tenha certeza disso. – completei selando nossos lábios.
Eu sabia que por mais difícil que fosse a vida, por mais difícil que os caminhos fossem sempre haveria uma luz no fim do túnel. Ela é a minha luz. A minha vida. É dela o meu coração.
[...]
POV ANNA
Ainda de olhos fechados sorri preguiçosa sentindo meu doce nerd deixar carinhos em minha bochecha, acariciando meu braço com a mão livre.
– Bom dia. – falei baixinho ainda com os olhos fechados.
– Bom dia meu anjo. Dormiu bem? – perguntou ele docemente fazendo leves carinhos em meu rosto com o dedo indicador.
– Maravilhosamente bem. E você, dormiu bem? – perguntei baixinho finalmente abrindo os olhos, admirando os belos olhos cor de mel de Justin. Ele tinha o cabelinho bagunçado, uma carinha de sono bastante apertável e um sorriso lindo no rosto. Um perfeito anjinho.
– Melhor impossível. – respondeu ainda sorridente.
– Isso é muito bom. Mas me diga uma coisa, você gostou do que fizemos ontem à noite?
– Claro. Foi a melhor noite da minha vida. Você foi incrível. Não sabia que era tão bom assim. – o comentou sincero.
– Fico feliz que tenha gostado.
– E você, gostou? – perguntou ele curioso. Eu ri.
– Mas é claro que não gostei. Eu amei! – respondi vendo seu sorriso ficar ainda maior e em um momento de felicidade ele começou a beijar meu rosto risonho.
– Você não sabe o quanto eu fico aliviado por saber disto. Fiquei com medo de que não gostasse. Você é a minha primeira.
– Espero ser a única, também.
– Você é única. – disse ele firme. Sorri.
– Mas é uma pena que não tenha segurado um pouquinho mais. Fui muito rápido, não é? – perguntou ele chateado.
Bati levemente em seu ombro virando na cama, sentando e deixando meus seios livres e assim que os viu, Juju manteve sua atenção sobre eles, com os olhos arregalados, mordendo os lábios.
– Você acha que quarenta e dois minutos é pouco tempo? Nem o Damon conseguiu esse recorde! – falei.
– Jura? Então quer dizer que além de agradar você, consegui ultrapassar o recorde dele? – perguntava com uma carinha de bobo feliz. Ri assentindo positiva, até que o lindo sorrisinho que ele tinha no rosto se desfez, dando lugar a uma expressão desconhecida por mim.
– Bati o recorde dele. O recorde dele. – falava para si mesmo encarando por vezes as próprias mãos. Ergui seu rosto com o dedo indicador, sentando em seu colo. Não havia nenhum tipo de malícia. Ele parecia triste, e simplesmente não suporto vê-lo assim.
– O que houve? Falei algo errado? Espera! Você não gosta de quarenta e quer que mude para trinta e nove? Tudo bem. Trinta e nove minutos... – tentei animá-lo. Tentativa falha.
– Não é do número. Não é por causa dele que estou chateado. Mas é que me dói saber que outros caras passaram a mão por seu corpo e...
– Mas os únicos que me tocaram, são você é Damon...
– Exatamente! Eu não gosto dele. Não gosto de saber que ele já teve relações com você, que também já pode desfrutar de todo seu corpo. Não gosto de saber que ele beijou seus lábios. E me dói ainda mais saber que sentiu algo realmente especial por ele. – respondeu baixo com a voz tristonha. Suspirei pegando seu rosto com as duas mãos, e delicadamente deixei um selinho sobre seus lábios.
– O que significa? – perguntou ele.
– Significa que eu amo você. E não importa o que houve no meu passado, não importa quem eu namorei, fiquei e etc. Não importa. Nada disso importa. Tudo o que importa é o agora. E agora e sempre serei apenas sua. Sua garotinha, sua doida, desmiolada, sem os parafusos, louca por Doritos e batatas onduladas e fritas, sou aquela ao qual você leva uma surra quando está de TPM, mas também sou aquela que vai te proteger sempre que puder das pessoas. Sou sua pequena tanto figurativamente como literalmente, sou sua namorada, sua melhor amiga, parceira e amante. E enquanto for meu eu sempre serei sua.
– Então seja minha. – disse ele segurando minha cintura. Deitamos na cama, unindo mais uma vez nossos lábios em doces beijos.
[...]
– Anna para de comer e vem ver isso aqui! Tem um salto lindo lá. E ainda é rosa! Vamos logo, tem duas vacas loiras de olho nele. – pedia Ashley pela milésima vez, batendo os pés no chão como uma criança chorona e mimada. Muito mimada.
– Ashley, você é loira. – falei com a boca cheia tediosamente.
– Sou uma exceção. Agora termina logo de comer isso, deixa a bolsa com o Juju e vem comigo, por favor.
– Ai me deixa sua loira. Você não vai me enganar outra vez e roubar os meus Doritos! Comprei todos, e eles são meus! Só meus!
– Você acha que vai conseguir comer quarenta e dois pacotes de 400 gramas de puro salgadinho que na verdade é um nacho? Enlouqueceu foi? – perguntou ela. Juju e eu nos encaramos querendo prender o riso. Quarenta e dois! Cês sabem do que eu to falando.
– Do que vocês estão se segurando para não rir? Quero rir também! E claro, por último e não menos importante, quero comer os Doritos que a Anna ta carregando na bolsa. – a comentou.
Arregalei os olhos, ficando atrás dele usando-o como escudo. Ele apenas ria da nossa atitude infantil. Mas qual é? Ela quer comer o meu Doritos. É Doritos, será que dá pra entender? Todos os pacotes que comprei custaram quase o olho da cara pela quantidade absurda. Até a moça do caixa ficou me olhando estranho, mas ela não sabe o que é bom. Como meus pais, primos vegetarianos, meus avós, mais primos vegetarianos, o Juju que não come Doritos, mais primos vegetarianos, a moça do caixa pessoa que já contei, e... Será que me esqueci de mencionar meus primos vegetarianos? Bom, se não... E meus primos vegetarianos.
– Não podemos falar. Seria um tanto constrangedor. – comentou Juju.
– Hey! Ficou pirado? Ela não pode imaginar o motivo das risadas. É mais engraçado quando ela não entende nada e nós rimos. Mesmo sabendo que depois ela vai descobrir e correr atrás de mim na tentativa de me matar, mas ainda sim não conta. – reclamei dando um leve murrinho no braço dele que riu.
– Espera... SANTA MÃE DA CABELEIRA! VOCÊS TÃO FALANDO DO FORNICO!
– Viu só, eu disse que era pra não dizer.
– Acha mesmo que a sentença que usou está correta, amor? – perguntou Juju.
– Acho que sim.
– Não me ignorem! SEUS FORNICOS! ENTÃO FOI POR ISSO QUE EU OUVIR AQUELES BARULHOS QUANDO FUI PRO QUARTO DO MEU NAMORADO QUE FICA NO LADINHO DO DAMON LINDÃO. AHHHH! – ela gritava com as mãos na cabeça em meio à loja de sapatos.
– Acho melhor correr. Segura. – falei baixinho pra Juju, deixando a bolsa no ombro dele.
Olhei para trás, depois para frente e com rapidez comecei a correr. Ela corria trás de mim querendo me esganar, eu corria apavorada pela loja onde todos nos olhavam estranho para nós como se fossemos loucas. Nós éramos loucas, mas eles que se danem.
– EU VOU TE ESNAGAR E MASTIGAR TODOS OS SEUS NACHOS NA SUA FRENTE COMO METODO DE TORTURA! AH! – gritava ela correndo atrás de mim.
Corri mais rápido ainda mais assustada até que tropecei nos próprios pés, isso me digam como fui ter a inteligência de tropeçar nos meus próprios pés, e caí com tudo sobre uma ‘parede’ de caixas de sapato junto a Ashley. Não foi difícil adivinhar que todas as caixas caíram sobre nossas cabeças. Ai.
– ESTOU RICA! RICA! – gritava a loira ao meu lado abraçando as caixas de sapato.
Bufei dolorida, com uma caixa de sapato em baixo do meu traseiro. Isso, acabei sentando em uma caixa de sapato que provavelmente estaria amassada, nem sou desastrosa não é?
– Vocês gostam de brincar, não é? - perguntou um velhinho parado a nossa frente. Engoli a seco quando vi o nome Gerente gravado em uma plaquinha pregada a roupa engomadinha que ele vestia. Tô frita.

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