24 de jun de 2013

My Dear Nerd - What If - Capítulo 21 - Esperanças


POV JUSTIN
Virei mais um dos corredores, com algumas sacolas em mãos. Trazia nelas um copo de Coffee para mim, enquanto que para Anna trazia um belo pedaço de bolo consideravelmente grande, e uma lata de Coca-Cola. Para ela bolo e refrigerante eram bem mais saudáveis do que hambúrguer e batatas fritas. Se dependesse de mim comidas que levam um uso exagerado de óleo e gordura seriam retiradas do cardápio da minha namorada, ou servidas com sua devida moderação.
Anna precisava urgentemente de alguém que se preocupe com sua saúde. Porém para que não ficasse algo consideravelmente 'pesado' para seu hábito alimentar, trazia também na sacola uma maçã bem vermelhinha e uma única bala de maçã verde, a preferida dela. Estávamos no hospital faziam-se horas e nada de mais notícias. A tarde era fria e desanimadora. Anna estava amparada por Damon quando fui a procura de comida para minha namorada. O único problema foi o de ter demorado alguns minutos não calculados por mim inicialmente, na fila de espera que por sua vez era um tanto longa. Não se era confiável deixar Damon a sós com Anna Mel. Eu não confio nele.
– JUJU! JUJU! ESPERA! - ouvi uma voz conhecida gritar ao longe por mim. Parei virando para trás, observando Ashley correr com certa pressa, enquanto carregava também uma sacola plástica nas mãos.
– Você é surdo? Eu estava gritando a horas e você não me ouviu. O que tanto pensava? - reclamava ela ofegante. Arregalei os olhos. Será que estou com problemas de audição?
– É verdade? Há quanto tempo você ficou me chamando? - perguntei assustado. Ela suspirou pondo as mãos na cintura.
– A trinta segundos. - respondeu simples.
– Dramática!
– Você que não ouviu ué! Mas me diz pra quem é essa sacola, e onde está Anna? Mike está aqui também? E Damon? - perguntou ela curiosa quando retornamos nossa caminhada um pouco mais devagar.
– Sim, estão todos lá. Mike, Anna e Damon. Pedi para que eles a cuidassem, enquanto ia comprar comida para ela. Como não se vende nada por aqui precisei sair do hospital e ir até a loja mais próxima. Anna já estava perguntando por você antes de sair para comprar a comida. - respondi simples. Pude vê-la tirar algo da sacola que carregava, tirando dela um copo também do mesmo material. Estendeu em minha direção e logo em seguida um canudo.
– Passei na cantina da escola antes de vir para cá. Isso é pra você, beba antes que fique frio. - disse ela. Peguei o copo sentindo-o quente.
– Café?
– É. Achei que fosse precisar.
– Mas se é café para que servirá o canudo, então? - perguntei segurando o riso. Ela deu de ombros.
– Achei o canudinho bonitinho, ué! Além do mais, trouxe um Doritos Queijo Nacho de 400 gramas pra minha Anninha que me ama. Eu sei que ela gosta de Doritos. Além do café, trouxe um saquinho de Jujubas coloridas. E, é claro um Hambúrguer e batatas fritas do McDonalds para mim Mike e Damon. - respondeu ela. Tirei a pequena tampa do copo, ingerindo um pouco do conteúdo. Perfeito.
– Está bom? - perguntou a loira referindo-se ao café assim que paramos a frente do elevador.
– Está ótimo, obrigada. Mas eu não vou entrar no elevador. - comentei tenso.
– Mas por quê? É só um elevador, não um bicho de sete cabeças! Vou vai me dizer que é claustrofóbico?! - comentou ela risonha em sua ultima frase. Engoli a seco, arrumando óculo com a mão que segurava a sacola. Como permaneci quieto ela s cessou suas risadas de olhos arregalados.
– Não vai dizer que... Santa Bolinha Rosa! Juju eu não sabia, desculpe...
– Tudo bem.
– Mas como vai subir? Andar pela escada até o décimo andar é cansativo pra caramba.
– Mas não há outro jeito!
– Tem sim! Você vai entrar nesse elevador e vai agora mesmo! - falou ela decidida. Pensei em correr, porém antes disso ela me puxou para dentro do cubículo de ferro assim que as portas se abriram. É isso que acontece quando se é sempre trancado em armários.
– Ashley, você é louca? Abra essa porta agora! -ordenei assustado sentindo o elevador se mover em baixo dos meus pés. Suei frio tentando controlar a respiração.
– Não vai demorar além do mais você precisa perder seu medo... Viu só? Chegamos! - disse ela com um sorrisinho fraco no rosto. Saí daquele lugar às pressas sentando na primeira cadeira que avistei no corredor. Ouvi uma pequena risada da loira a minha frente.
– Não foi tão ruim assim. Terminou rápido. Você precisa entrar em elevadores por mais vezes para perder o medo. É seguro, você não vai despencar dali e morrer. - comentou ela sobe um suspiro. Levantei vendo uma pontada de tristeza escondida atrás de um singelo sorriso.
– Ainda está magoada com seu ex-namorado, não é?
– Esquece ele, a Anna tá precisando muito de todos nós agora. Eu me acerto com aquele filho de uma moça da sociedade depois. - respondeu ela. Tornamos a caminhar dobrando alguns corredores até finalmente acharmos a sala de espera. Assim que avistei minha namorada, sentei ao seu lado deixando o copo de café ao lado. Beijei docemente sua bochecha abrindo a sacola que carregava. Tirei dela o bolo que estava coberto por uma tapa de plástico e o refrigerante.
– Trouxe isso pra você. Você precisa comer um pouco. - falei doce estendendo a comida.
– Eu agradeço a sua preocupação, mas não quero. Estou sem fome. - respondeu baixo. Ashley tratava de interter os outros, tirando a sensação de melancolia que havia se instalado por lá, aparentemente por um bom tempo. Suspirei.
– Eu vou ficar chateado se não comer. - tentei por mais uma vez.
– Só para você não ficar chateado. - respondeu ela tirando a tampinha de plástico tomando o pequeno garfo em mãos, dando a primeira garfada. Sorri satisfeito, tomando um gole do café. Abri a latinha de refrigerante a deixando ao lado de Anna enquanto os outros se saboreavam com o lanche gorduroso e prejudicial do McDonalds. À medida que o tempo passou o que não foi muito pude ver minha namorada virar a latinha sobre a boca, bebendo o líquido e logo em seguida deixá-la agora, vazia sobre a mesinha de centro.
– Que fome Anna. E depois eu que sou a esfomeada. - brinco Ashley agora sentada ao lado da amiga. Algumas risadas foram ouvidas. Ashley era excelente quando se tratava de 'animar' pessoas.
– Mas não acabou. Ainda tem uma maçã e uma bala de maçã verde. Mas a bala é só depois da fruta, e assim que acabar de comer, escove os dentes, sim?! - comentei entregando-a a maçã e a balinha. Anna segurou uma risadinha, mordendo a fruta.
– Olha, a mamãe da Anna foi transportada para corpo do Justin. - brincou Damon.
– Não teve graça Damon. - disseram Anna e Mike ao mesmo tempo. Damon riu nervoso, coçando a cabeça.
– Só queria descontrair, desculpa. - falou ele.
– Desculpado. - acrescentou Anna Mel. Continuamos em uma conversa, Mike pouco olhava para a irmã. A impressão que deixava era a de que desejava falar algo a ela, porém, faltava-lhe coragem. Abracei-a de lado deixando outro doce beijo em sua bochecha.
– Quem de vocês, é parente de Ana Rose Montês?... Oh! Anna Mel meu bem, é você. Desculpe não reconhecê-la. - perguntou um homem de branco entrando de repente na sala com uma prancheta em mãos. Juntamente levantamos-nos ficando a frente do médico de meia idade.
– Sr. Clark! O senhor será o médico do caso da minha mãe? Pensei que fosse responsável por outro paciente. - a comentou.
– Sim meu bem. Porém o caso de sua mãe era um pouco mais delicado, por tanto pedi a permissão da diretoria do hospital para tomar frente neste caso. Bom, como infelizmente já sabe Rose está mantida sobe coma, com os últimos tempos sem nenhum tipo de progresso, achamos que ela provavelmente não retornará acordar. Porém hoje, durante a manhã sua mãe teve mais uma parada cardíaca, e depois de alguns estudos concluímos que será necessário fazer-se outra cirurgia para repararmos a área do Córtex Cerebral que desempenha um papel um papel central em funções do cérebro como a memória, atenção, consciência, linguagem, percepção e pensamento. Foi lesionada, porém achamos que é possível resolver o problema e trazer sua mãe de volta. - falou ele. Pude ver os olhos de Mike e Anna Mel brilharem.
– Isso é maravilhoso! - falou Mike.
– Porém, não conseguimos encontrar seu pai depois que lhe contamos a notícia pelo celular. Faz algumas horas que tornei a ligar para ele, porém não recebo nenhuma resposta. Onde ele está? - perguntou o velho.
– Acho que se culpando pelo que fez em algum lugar. Ou continuando a ser o mesmo canalha de sempre. Mas porque ele é tão importante? - respondeu Anna Mel em forma de pergunta.
– Bom precisávamos a autorização do marido, ou de algum parente para realizar o procedimento. Como o caso é urgente, preciso que você e seu irmão assinem aqui para que cirurgia seja realizada o mais depressa possível. - disse o velho estendendo a prancheta e uma caneta na direção de minha namorada.
– Mas somos menores de idade.
– Sei bem querida. Porém, como não há nenhum parente de sua mãe que tenha mais de dezoito anos presente, e se trata de uma cirurgia delicada é preciso uma permissão já.
– Quais são os riscos?
– Não posso mentir para você, rapaz. Os riscos são diversos, já que é uma parte delicada do cérebro. É uma cirurgia delicada, porém ela tem chances de sobreviver e voltar a interagir com as pessoas. Mas só poderei realizá-la com sua permissão. - disse o velho. Em um suspiro ela pegou a prancheta e a caneta, escrevendo ali sua assinatura. Mike fez o mesmo. O médico com um sorriso segurou a prancheta mais uma vez.
– Os equipamentos para a cirurgia estão aqui em três dias, e assim que estiverem a operação será realizada. Prometo cuidar bem da mãe de vocês, crianças. Amanhã teremos horário de visita estendido. Até mais jovens. - falou o velho. Esperançosa, Anna abraçou o irmão com força. Uma nova esperança.
[...]
– O que acham de pedir alguns Cupcakes para comemorar? - perguntou Damon assim que entramos na sala da casa de Anna. Mike como sempre foi comemorar a nova oportunidade da mãe com os amigos queridos. Anna Mel tinha um sorriso lindo no rosto com a nova chance que sua mãe teria. Eu não podia estar mais feliz por ela, e claro por minha sogra. Rose era mulher forte, e eu sabia que ela lutaria até o fim.
– O que acham de... - falava Damon sendo interrompido pelo barulho do celular da loira. Despertada pelo barulho que tinha como base a música da Barbie, Ashley atendeu a ligação respondendo coisas entre cortadas.
– Gente, minha mãe me quer em casa. Na verdade tenho um jantar de negócios, mesmo não tendo nada com tudo aquilo, sou necessária pra fazer companhia para os demais, enquanto meus pais tratam de negócios. Acho que a comemoração vai ficar para depois, sinto muito. Estava até pensando em convidar uma amiga e alguns, Gogo Boys e...
– O que? Ia contratar homens para fazer Streep para minha namorada? Desculpa mas ela é só minha, e se tentar algo do tipo lhe tiro todos os esmaltes cor de rosa. - ameacei abraçando a cintura de Anna Mel a puxando para mim. Essa loira só pode estar querendo acabar com meu relacionamento. Como eu, um garoto franzino, pode competir com um cara forte, alto e musculoso? Preciso mantê-la longe desses homens. E sim, estou com ciúmes de alguém que nunca vi na vida. Mas quem liga? Estou com ciúmes e pronto. Digo mesmo.
– Awn que fofo você com ciúmes! Fofura! - disse Ash apertando minhas bochechas. Anna riu apoiando as mãos nos meus ombros.
– Ashley eu levo você, não vou ficar aqui segurando vela. Até amanhã e vejam se chegam cedo à escola. - disse Damon por fim levando a loira até a porta. Após saírem, pude ouvir algumas risadinhas virem de Anna Mel. Encarei-a confuso. Mas porque está rindo?
– Você é muito engraçado com ciúmes! Só porque estava combinando em contratar alguns para comemorar o aniversário da Ashley que está perto. - a comentou. Enciumado larguei-a caminhando até o sofá sentando no mesmo de braços cruzados e um bico nos lábios. Ela por sua vez riu se aproximou e sentou em meu colo. Continuei com a birra.
– Deixa der bobo. Estava brincando. - disse risonha deixando beijinhos em meu rosto. Na situação em que estávamos já sabia como ia terminar. E estava adorando isso. Continuei com o bico ainda sentindo os beijos de ela caminhar pelo meu rosto.
– O que tenho que fazer para tirar esse biquinho do seu rosto? - perguntou ela.
– Beije aqui. - falei apontando para minha testa. Ela assim o fez deixando um doce beijinho na região.
– Mais onde?
– Aqui. - falei apontando para minha bochecha. Ela repetiu a ação em mais um beijo doce.
– Onde mais?
– Aqui e aqui. - continuei apontando para a bochecha e queixo. Meus pelos ficaram arrepiados ao sentirem seus lábios se encostarem-se à região.
– E aonde? - continuou ela a perguntar olhando profundamente nos meus olhos.
– Aqui. - apontei para minha boca com o dedo indicador. Logo o tão desejado contado realizou-se. Nossas línguas começaram a acariciar-se docemente. Abracei sua cintura trazendo-a ainda para mais perto de mim. Ela por sua vez enlaçou meu pescoço, dando inicio a pequenas reboladas em meu colo. Arfei entre o beijo que se tornara quente com o tempo. Ela rebolava lentamente, porém com a força necessária para me deixar louco. Parti o beijo deitando-a sobre o sofá ficando no controle da situação.
– Então era isso que você queria, não é safadinho? - falou Anna rindo me puxando ainda mais contra seu corpo. Tomei novamente seus lábios, apertando com a mão livre sua coxa. Não sabia com ela conseguia, porém ela ainda rebolava forte na minha região intima. Pouco a pouco meus beijos farão descendo até seu pescoço. Deixei alguns carinhos até senti-la apertar meu membro por cima da calça. Esta noite promete.
[...]
Acordei sentindo beijinhos doces em meu rosto. Sorri largo ao ver minha namorada sorrindo para mim fazendo carinho em meus cabelos. Há melhor forma de acordar do que essa? É claro que não. Depois de beijar meus lábios com carinho, ela encarou meus olhos ainda com um sorriso no rosto. Olhei para baixo vendo o lençol de a cama cobrir nossos corpos nus. Sorri ainda mais ao lembrar-se da noite passada. Uma linda noite. Uma das melhores. Se não a melhor, já que qualquer momento que se passa com ela é perfeito.
– Bom dia. - disse ela.
– Bom dia anjo. Dormiu bem?
– Maravilhosamente... Sabe fiquei pensando por um tempo. Lembra que me disse que seus avós moravam um pouco longe? Então, pensei porque você não grava um vídeo seu cantando, posta no YouTube e manda o link para eles? - perguntou ela. Ri baixinho.
– Minha voz é terrível, anjo.
– Não diga isso! Eu já ouvi você cantando na frente do Avon Theatre. Lembro que ganhou trezentos dólares e ajudou sua mãe com as compras. Mas a parte mais linda foi ouvir sua voz. Você canta maravilhosamente bem! - disse ela.
– Vou pensar na possibilidade, agora vamos tomar banho para chegarmos a escola a tempo.
– Vai pensar mesmo, não é?
– Claro que sim, anjo. - respondi doce beijando sua bochecha. Rimos. Levantamos juntos, tomando um banho relaxante, em meio a alguns carinhos. Anna permanecia abraçada ao meu corpo nu, apoiando a cabeça em meu ombro, fazendo pequenas carícias em minha cintura perto do bumbum. Sorri com o carinho deixando um beijo sobre suas madeixas molhadas.
– Espero que consigam ajudá-la. Mesmo tendo tanta esperança tenho medo que morra na mesa de cirurgia. - comentou Anna Mel, baixinho. Abracei-a ainda mais forte contra mim. Nossas intimidades se chocaram, porém não havia malícia em meus pensamentos com aquele toque.
– Vai dar tudo certo. Rose não merece isso. Ela vai viver muito tempo ainda. Ela irá assistir nosso casamento, lhe verá grávida, verá nossos quatro filhos se casarem e terem filhos, e os filhos dos nossos filhos crescerem e casarem. No mínimo.
– Quatro filhos? Porque quatro? - perguntou rindo encarando meu rosto. Ri acariciando sua face molhada observando o sorriso lindo que morava em seus lábios e os olhos verdes que estavam tão brilhantes.
– Sempre sonhei em ter quatro filhos com você. Seria incrível não é? - perguntei sorrindo.
– Seria maravilhoso.
– Amo você. - falei.
– Também amo você. - respondeu ela. Unimos nossos lábios mais uma vez.
[...]
– Ashley sabe onde está Anna? - perguntei quando avistei a loira no corredor. As garotas que estavam conversando com ela saíram de perto, encarando-me com certo nojo. Bufei com aquela atitude, arrumando o óculo ao rosto com o indicador.
– Ela foi à cantina.
– Doritos?
– Não, dessa vez foi um Ruffles. O Doritos ela já tem na bolsa. - respondeu ela.
– Mas me diz ai, como foi ontem? - perguntou de repente.
– Como assim?
– Qual é Jujuba! Eu sei que você e a Anna fornicaram. Fizeram o quarenta e dois. E provavelmente foi na sala, no sofá da tia Rose. - comentou risonha. Engoli a seco, arrumando novamente o óculo ao rosto nervoso.
– É claro que não. É uma vidente por acaso...
– Há! Viu só você acabou de admitir que vocês fornicaram! Há! Sou incrível, sei. - a comentou Pondo o cabelo para trás fazendo pose. Ri.
– Tudo bem, você me pegou!
– HÁ! Sou demais! - a comentou fazendo uma dança no meio do corredor. Ri dela e de sua dança vencedora estranha. Mas que boba.
– O que houve?- uma voz conhecida falou. Olhei para o lado vendo Anna ali com um sorrisinho no rosto. Abracei seu corpo de lado, beijando-lhe a bochecha.
– Você sumiu anjo. Disse-me que ia ao banheiro e demorou demais. Foi tudo bem? - perguntei.
– Desculpe, é que como estava a alguma metros da cantina e meu bolso estava recheado de dinheiro, não resisti. Só demorei porque tentei negociar um preço menor com a moça da cantina. E acabou que ela me chamou de mão-de-vaca. - a comentou. Ri vendo ela segurava a batata ondulada na mão livre.
– Como Mike está lidando com o sumiço do seu pai? - perguntou Ashley.
– Sumiço? Ashley, estamos falando de Alex Anthony Montês. Para ter sumido desse jeito só resta duas razões. Ou está se culpando pelo que fez em algum lugar, mostrando que ainda tem coração... Ou está praticando o ato de ser canalha em algum lugar. - respondeu a morena com frieza quando o sinal tocou.
– Tenho que pegar alguns materiais. Vejo vocês na sala. - falei.
– Vou com você, querido. - falou Anna. Andamos abraçados até meu armário. Baixei a cabeça vendo um desenho de mau gosto em meu armário.
– Será que essas pessoas nunca vão parar? - perguntou ela irritada. Vi-la-ei para mim, observando-a no fundo dos olhos.
– Não importa o que eles façam comigo. Enquanto estivermos juntos, ninguém poderá nos entristecer. - afirmei, beijando-lhe os lábios. Os lábios da minha amada.

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